quarta-feira, 10 de julho de 2013
Estudo relaciona complemento de ômega-3 a câncer de próstata
Cientistas americanos confirmaram nesta quarta-feira as
conclusões inesperadas de um estudo de 2011, segundo o qual os homens
que consomem suplementos de ômega-3 têm maior probabilidade de
desenvolver câncer de próstata.
A pesquisa, publicada no periódico do Instituto Nacional do Câncer
americano, destaca que há 71% a mais de risco de contrair câncer agudo
entre os homens que consomem peixe gordo, ou um suplemento de óleo de
peixe."Demonstramos, mais uma vez, que o uso de suplementos nutricionais pode ser prejudicial", disse Alan Kristal, pesquisador do Centro Fred Hutchinson de Pesquisa do Câncer e principal autor do artigo.
Os cientistas ainda estão desconcertados com a relação entre os suplementos de ômega-3 e o câncer, mas tudo indica que há, de fato, relação na formação de tumores.
A mesma equipe publicou descobertas similares em 2011, quando relacionou as altas concentrações sanguíneas do ácido com um dos mais graves tipos de câncer de próstata.
Um grande estudo europeu também havia apontado a relação entre o ômega-3 e a doença.
"As recomendações para aumentar a ingestão de ácidos graxos de cadeia longa ômega-3, em particular, por meio de suplementos, deve levar em conta seus riscos potenciais", indicou a equipe de cientistas, voltando a colocar em debate a questão da confiabilidade dos suplementos nutricionais.
Anticorpos maternos são nova pista para autismo (estudo)
Anticorpos maternos que têm como alvos as proteínas no
cérebro do feto podem desempenhar um papel no desenvolvimento de algumas
formas de autismo, de acordo com um estudo publicado nesta terça-feira.
Realizado em 246 mães de crianças com "transtornos do espectro
autista" e 149 mães de crianças saudáveis, o estudo mostrou que quase um
quarto das mulheres do primeiro grupo tinham uma combinação diferente
destes anticorpos do que aquelas do segundo grupo.Os "transtornos do espectro autista" (TEA) incluem variedades diferentes de autismo, entre elas a síndrome de Asperger, que afeta crianças muito inteligentes, mas com grande dificuldade em interações sociais.
Os anticorpos são proteínas essenciais para o sistema imunológico. Eles detectam e neutralizam substâncias estranhas ao corpo, tais como vírus e bactérias.
As mulheres grávidas passam seus anticorpos para o feto, o que lhe permite defender-se de infecções até os 6 meses de idade, enquanto seu sistema imunológico ainda está imaturo.
Mas eles podem também, de acordo com o estudo publicado na revista Translational Psychiatry, transmitir anticorpos que impedem que o cérebro se desenvolva corretamente.
"Descobrimos que 23% das mães de crianças autistas têm auto-anticorpos contra proteínas que são necessárias para um desenvolvimento neurológico saudável", explicou à AFP Judy Van De Water autora do artigo, professora da Universidade da Califórnia, que afirma que esses anticorpos não estavam presentes em mães de crianças não-autistas.
Os sintomas também se mostraram mais graves em crianças nascidas de mães com o anticorpo em questão do que em comparação com crianças autistas nascidas de mães sem esses anticorpos.
Os TAE afetam cerca de um em cada 100 nascimentos nos países ocidentais. Os meninos são três vezes mais afetados do que as meninas por esta doença, cujas origens permanecem obscuras.
A equipe da Dra. Van de Water foi capaz de identificar 11 diferentes combinações de sete proteínas alvo de anticorpos associadas aos TEA, cada um dos quais tem um risco diferente do transtorno autista.
O objetivo agora é encontrar marcadores capazes de identificar o risco de TEA, o que permitiria "uma intervenção precoce" para ajudar crianças com autismo para "melhorar o seu comportamento e capacidades", observa Van de Water.
Em um estudo separado, os pesquisadores liderados por Melissa Bauman, também da Universidade da Califórnia, expuseram oito fêmeas de macacos-rhesus grávidas aos anticorpos maternos relacionados ao TEA e chegaram a resultados semelhantes: os macacos recém-nascidos dessas mães "mostraram diferenças de comportamento, incluindo reações inadequadas em relação a outros macacos", observa o estudo.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Mostra de trabalhos de Ciências e Geografia
Hoje foi um dia especial para os alunos e professores do 7ºano.
As turmas 09, 14, 15 e 16
tiveram a oportunidade de compartilhar
(com todos os alunos do 7º ano)
o que aprenderam e criaram nos
trabalhos de
Ciências e Geografias.
Parabenizamos o empenho dos alunos,
que foram os responsáveis pelo sucesso da mostra!
Agradecemos a todos,
que puderam nos prestigiar,
visitando a Mostra!
F I M !!
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