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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Aves - Calopsitas


Vejam os filhotes de calopsitas no ninho.
São 5 filhotinhos. 
O primeiro nasceu dia 16, depois nasceu um no dia 18,
outro no dia 20, 
outro no dia 22 e
hoje dia 23  nasceu o quinto filhotinho. 
Observem a diferença de tamanho.



Depois de 25 dias vou começar a dar papinha.

O Vídeo abaixo mostra uma calopsita maior sendo alimentada.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Aves - Filhote de Calopsita

O primeiro filhotinho de Pit e Kika nasceu!!!

Que fofinho!!!

Data de nascimento: 16/10/2013

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Mosquitos transgênicos são lançados no céu do Sertão

No começo da noite de uma quinta-feira de setembro, a rodoviária de Juazeiro da Bahia era o retrato da desolação. No saguão mal iluminado, funcionavam um box cuja especialidade é caldo de carne, uma lanchonete de balcão comprido, ornado por salgados, biscoitos e batata chips, e um único guichê – com perturbadoras nuvens de mosquitos sobre as cabeças de quem aguardava para comprar passagens para pequenas cidades ou capitais nordestinas.


Assentada à beira do rio São Francisco, na fronteira entre Pernambuco e Bahia, Juazeiro já foi uma cidade cortada por córregos, afluentes de um dos maiores rios do país. Hoje, tem mais de 200 mil habitantes, compõe o maior aglomerado urbano do semiárido nordestino ao lado de Petrolina – com a qual soma meio milhão de pessoas – e é infestada por muriçocas (ou pernilongos, se preferir). Os cursos de água que drenavam pequenas nascentes viraram esgotos a céu aberto, extensos criadouros do inseto, tradicionalmente combatidos com inseticida e raquete elétrica, ou janelas fechadas com ar condicionado para os mais endinheirados.

Mas os moradores de Juazeiro não espantam só muriçocas nesse início de primavera. A cidade é o centro de testes de uma nova técnica científica que utiliza Aedes aegypti transgênicos para combater a dengue, doença transmitida pela espécie. Desenvolvido pela empresa britânica de biotecnologia Oxitec, o método consiste basicamente na inserção de um gene letal nos mosquitos machos que, liberados em grande quantidade no meio ambiente, copulam com as fêmeas selvagens e geram uma cria programada para morrer. Assim, se o experimento funcionar, a morte prematura das larvas reduz progressivamente a população de mosquitos dessa espécie.

A técnica é a mais nova arma para combater uma doença que não só resiste como avança sobre os métodos até então empregados em seu controle. A Organização Mundial de Saúde estima que possam haver de 50 a 100 milhões de casos de dengue por ano no mundo. No Brasil, a doença é endêmica, com epidemias anuais em várias cidades, principalmente nas grandes capitais. Em 2012, somente entre os dias 1º de janeiro e 16 de fevereiro, foram registrados mais de 70 mil casos no país. Em 2013, no mesmo período, o número praticamente triplicou, passou para 204 mil casos. Este ano, até agora, 400 pessoas já morreram de dengue no Brasil.

Em Juazeiro, o método de patente britânica é testado pela organização social Moscamed, que reproduz e libera ao ar livre os mosquitos transgênicos desde 2011. Na biofábrica montada no município e que tem capacidade para produzir até 4 milhões de mosquitos por semana, toda cadeia produtiva do inseto transgênico é realizada – exceção feita à modificação genética propriamente dita, executada nos laboratórios da Oxitec, em Oxford. Larvas transgênicas foram importadas pela Moscamed e passaram a ser reproduzidas nos laboratórios da instituição.

Os testes desde o início são financiados pela Secretaria da Saúde da Bahia – com o apoio institucional da secretaria de Juazeiro – e no último mês de julho se estenderam ao município de Jacobina, na extremidade norte da Chapada Diamantina. Na cidade serrana de aproximadamente 80 mil habitantes, a Moscamed põe à prova a capacidade da técnica de “suprimir” (a palavra usada pelos cientistas para exterminar toda a população de mosquitos) o Aedes aegypti em toda uma cidade, já que em Juazeiro a estratégia se mostrou eficaz, mas limitada por enquanto a dois bairros.

“Os resultados de 2011 e 2012 mostraram que [a técnica] realmente funcionava bem. E a convite e financiados pelo Governo do Estado da Bahia resolvemos avançar e irmos pra Jacobina. Agora não mais como piloto, mas fazendo um teste pra realmente eliminar a população [de mosquitos]”, fala Aldo Malavasi, professor aposentado do Departamento de Genética do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e atual presidente da Moscamed. A USP também integra o projeto.

Malavasi trabalha na região desde 2006, quando a Moscamed foi criada para combater uma praga agrícola, a mosca-das-frutas, com técnica parecida – a Técnica do Inseto Estéril. A lógica é a mesma: produzir insetos estéreis para copular com as fêmeas selvagens e assim reduzir gradativamente essa população. A diferença está na forma como estes insetos são esterilizados. Ao invés de modificação genética, radiação. A TIE é usada largamente desde a década de 1970, principalmente em espécies consideradas ameaças à agricultura. O problema é que até agora a tecnologia não se adequava a mosquitos como o Aedes aegypti, que não resistiam de forma satisfatória à radiação.

http://www.youtube.com/watch?v=pazJwnxGOe0#t=159

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Vespas Mandarinas

Ataques de marimbondos gigantes matam 42 pessoas na ChinaMais de 1.600 vítimas foram atacadas, 37 estão internadas em estado grave

Publicação: 04/10/2013 11:08 Atualização: 04/10/2013 11:39




Uma onda de ataque de marimbondos gigantes provocou mais de 40 mortes no norte da China. Nos últimos meses, mais de 1.600 pessoas da província de Shaanxi foram atacadas, 200 delas estão internadas, sendo que 37 em estado grave. A maior parte sofre de insuficiência renal, um dos problemas causados pelo ataque dos insetos. As vespas mandarinas chegam a 5,2 centímetros e possuem um ferrão de 6 milímetros.




Médicos de outras regiões foram mobilizados para ajudar no tratamento e equipes foram treinadas para atacar os ninhos das vespas mandarinas.

Esta espécie consegue voar por cerca de 100 quilômetros por dia e alcançar até 45 km/h. Muitas das vítimas são alvos de dezenas de ferroadas. Os médicos chineses alegam que 10 picadas deste tipo de marimbondo são suficientes para que uma pessoa tenha que buscar ajuda médica. A toxina dos ferrões também podem provocar choques anafiláticos mesmo em pessoas que não são alérgicas.

O veneno é tão forte que as áreas picadas ficam com feridas negras do tamanho de uma moeda. A maior parte dos ataques são registrados até o mês de novembro, quando o clima passa a esfriar. Especialistas acreditam que o aumento da temperatura nas regiões urbanas estão provocando uma maior atividade dos marimbondos.