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sexta-feira, 15 de março de 2013

Refrigerantes e Câncer


Créditos de: Saúde Perfeita

Refrigerantes açucarados são muito apreciados por crianças e adultos, sendo considerados uma bebida de pouca periculosidade para a saúde das pessoas. O artigo abaixo [1] sugere que repensemos esse falso conceito. Na minha opinião, os refrigerantes sem açucar (light ou diet), mas contendo adoçantes artificiais como o aspartame, são muito piores do que os refrigerantes comuns açucarados, tratados abaixo. Prefira beber água ou um suco natural de frutas. Seu corpo vai agradecer.

Refrigerante é associado a risco de câncer de pâncreas
Tomar duas ou mais latas de refrigerante com açucar por semana aumenta em 87% o risco de câncer no pâncreas, sugere estudo científico feito com mais de 60 mil pessoas, em Cingapura, e publicado na revista científica "Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention".

Os pesquisadores acompanharam esse grupo durante 14 anos. Nesse período, 140 voluntários desenvolveram câncer de pâncreas. O estudo não aponta, entretanto, a relação causal exata entre o consumo dessas bebidas e o aparecimento do câncer.

De acordo com Mark Pereira, coordenador do estudo, da Universidade de Minnesota, uma das hipóteses é que a quantidade de açucar dessas bebidas aumenta os níveis de insulina no sangue e poderia contribuir para o crescimento das células cancerosas no pâncreas.

Segundo o cirurgião oncológico Felipe José Coimbra, do Hospital A.C. Camargo, as causas mais conhecidas de câncer no pâncreas são o histórico familiar da doença, casos de pancreatite hereditária, tabagismo e diabetes. A obesidade parece também ter influência, mas ainda não há nada comprovado.

"Por enquanto, não há nenhum alimento que comprovadamente cause o câncer no pâncreas. O estudo poderá servir de orientação, especialmente para pessoas em grupos de risco", diz.

Coimbra pondera, porém, que o estudo não é conclusivo e não dá para fazer especulações sobre qual o mecanismo de ação (só dá para concluir que refrigerantes açucarados contribuem para o surgimento de câncer no pâncreas!). "Não sabemos se a doença surgiu por causa do açucar das bebidas, por causa de algum corante ou conservante específico. Mas é um primeiro passo", afirma.

O câncer de pâncreas é considerado um dos mais agressivos do sistema digestivo. O diagnóstico geralmente é tardio e a taxa de sobrevida de cinco anos, para os pacientes, é de apenas 5%.

Como se livrar do Flúor?

Como se livrar do Flúor?


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O “flúor na água” leva ao surgimento de vários problemas orgânicos e mentais nos seres humanos. O argumento que se usa para adicionar o veneno chamado flúor na água usada para beber pelos seres humanos é que o flúor contribui para proteger os dentes, algo que nunca foi provado conclusivamente. Abaixo está um artigo que saiu hoje no Jornal Folha de São Paulo, sobre essa conspiração mundial.

De acordo com Carlos Souza-PL/AM, a utilização do flúor na água é uma grande erro e propõe a revogação da Lei nº6.050/1974 que torna obrigatório o tratamento da água com a adição de flúor.
Segundo o deputado “estudos científicos aprofundados e de inúmeros fatos verificados entre as populações que consomem água fluoretada, constatou-se que, ao contrário do que se supunha, a fluoretação provoca muito mais males que benefícios à saúde pública, ao promover a ingestão excessiva e indiscriminada de flúor…”
“A água fluoretada é um problema também quando utilizada no preparo caseiro de alimentos e na indústria alimentícia. Isto porque a maior parte da água empregada no cozimento de alimentos e em processos industriais é evaporada, deixando os sais de flúor como resíduo. Esse fato ocorre com inúmeros produtos utilizados na alimentação infantil, como achocolatados, cereais matinais e vários tipos de bolachas, nos quais têm-se encontrado teores de flúor bem acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana. O mesmo ocorre, é claro, com os alimentos preparados em casa, cozidos em água fluoretada…”
“A fluorose é a principal doença causada pela ingestão excessiva de flúor. Além dos problemas dentários que já citamos, ela provoca perda de cálcio dos ossos e envelhecimento precoce das pessoas. Tais efeitos foram amplamente comprovados no Estado de Rajasthan, na Índia, onde águas de poços utilizados para o abastecimento de vários povoados contêm elevados teores de flúor. Nas populações desses povoados, segundo o Centro de Pesquisa sobre Fluorose e Desenvolvimento Rural de Nova Délhi, vêem-se claramente os efeitos nocivos do flúor, consistindo a fluorose em um sério problema de saúde pública.”
“Nos Estados Unidos, o Dr. William Marcus, toxicologista da Environmental Protection Agency – EPA – a agência ambiental federal daquele país, detectou estreita correlação entre o crescimento dos casos de um tipo de câncer ósseo, o osteossarcoma, e a ingestão de flúor. Outro estudo, realizado no estado de Nova Jersey, comparou a incidência desse tipo de câncer em vários municípios, concluindo que era maior onde era feita a fluoretação. Esse tipo de câncer atinge, principalmente, rapazes com menos de vinte anos de idade.”
Além deste projeto de Lei, uma matéria públicada na Revista de Odontologia da Universidade de São Paulo em 1998 “Prevalência de fluorose dentária em escolares de Brasília – Distrito Federal”, descreve com minuncias a pesquisa levada pelos seus autores que comprova que a fluoretação da água tem aumentado em muito os índices de fluorose dentária, devido a ingestão de pasta de dentes por crianças em tenra idade.
Infelizmente o lobby dos fabricantes de FLÚOR conseguiu arquivar este projeto de Lei em 2004. Existem diversos países que já suspenderam a fluoretação das aguas, dentre eles a Finlândia, a antiga Alemanha Oriental, Cuba e Canadá, entre outros. Nestes países, segundo Dr. Paul Connett, os problemas dentais nestes lugares não cresceram, mas diminuíram. A material a respeito é diverso e indico principalmente o site do grupo Fluride Action Network que ja conseguiu derrubar a obrigatoriedade na Fluoretação em mais de 50 cidades americanas.
E tém mais, nem adianta tentar filtrar a agua, nem deixa-la parada, o flúor não sai nem por filtros normais, nem evapora como o cloro. Para se separar a agua do flúor e necessário um filtro especial chamado Filtro Osmótico Reverso que custam algo em torno de 300 a 400 dolares.
Qual possibilidade devemos tomar então? Passar a comprar agua mineral de garrafa que também contêm flúor, Comprar um filtro osmótico reverso ou cobrar dos políticos que parem de colocar este veneno em nossas aguas?

Transgênicos

Transgênicos: Nova Doença pode ter causador conhecido – Nutricídio ou Especulação Financeira?



É lamentável saber que uma sociedade como a nossa possa criar doenças para lucrar, mas não é improvável.
Saibam: A Monsanto, principal responsável pelas pesquisas de alimentos transgênicos, maior empresa do setor no mundo, antes de lidar com alimentos, era (ainda é) uma super empresa Química.
Saiba mais sobre os transgênicos em: O que são alimentos transgênicos?

“Morgellons disease”, nova ameaça dos transgênicos?
Dr. Geraldo Deffune G. de Oliveira (Engenheiro Agrônomo, PhD) é membro da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica

Uma doença que provoca rupturas na pele pela erupção de fibras desconhecidas (aparentemente constituídas de celulose contendo minerais como alumina e calcita) com desfiguração e infecções secundárias, especialmente em crianças e idosos, designada “Morgellons disease”, se espalhou por todos os 50 estados dos EUA nos últimos 10 anos, concomitantemente à expansão dos transgênicos. Já há casos diagnosticados em países da Europa e África, no Japão, Filipinas, Indonésia e Austrália.
O problema se agravou a ponto de ser instituída uma pesquisa oficial do Centers for Disease Control (CDC – USA) para determinar as causas dessa síndrome. Há indicações científicas de que é causada por Agrobacterium tumefasciens, o organismo mais alterado e trabalhado pela engenharia genética, que ensinou ao homem essa pseudotecnologia e fornece as Ti-Plasmids (Ti = Tumor Inducing, que produzem tumores nas raízes), estruturas de transferência de material genético que são usadas para carregar e inserir os transgenes.
Como os Agrobacteria são muito promíscuos na aquisição de ácidos nucleicos e estão presentes em todos os solos do mundo, é provável que tenham incorporado genes de virulência para humanos, por exemplo, dos “promotores virais” usados na montagem de transgenes e seus mutantes, que continuamente se desprendem dos milhões de toneladas de resíduos transgênicos que se decompõem pelos campos cultivados, espalhando-se pelo ambiente.
Vejam abaixo o resumo das pesquisas do Dr. Vitali Citovsky (da SUNY – State University of New York, Stony Brook, NY) que tem muitas publicações sobre a infectividade de Agrobacteria em animais. Ele identificou a presença de genes de Agrobacterium derivados tanto de cromossomos como da Ti-plasmid, incluindo T-DNA, nos tecidos amostrados de todos os pacientes com Morgellons analisados na pesquisa.
Mão doença de morgellons
Se essas suspeitas forem confirmadas,
fica em aberto a possibilidade de que a “Morgellons disease” seja apenas a “ponta do iceberg” de inúmeras doenças novas, mas sem sintomas tão visíveis, que podem estar sendo geradas pela contaminação transgênica do ambiente e alimentos, pois os trangenes perduram nas micelas de argila do solo, na água e no trato digestivo de animais – onde podem ser absorvidos por inúmeros micróbios benéficos ou inóquos à saúde até o momento.
Dr. Geraldo Deffune G. de Oliveira (Engenheiro Agrônomo, PhD) é membro da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica

Codex Alimentarius

Codex Alimentarius: Controle da População sob o Disfarce da Proteção ao Consumidor.

Por: Dr. Gregory Damato, Ph.D.

(NaturalNews) Codeath (quero dizer, desculpe-me Codex) Alimentarius, o nome latino para Código dos Alimentos, é uma organização muito mal compreendida que a maioria das pessoas [incluindo aproximadamente quase todos os congressistas americanos] nunca ouviram falar sobre isto, nem se preocuparam em entender a verdadeira realidade desta organização de comércio extremamente poderosa. Do website oficial do Codex o propósito altruista desta comissão é “proteger a saúde dos consumidores e assegurar justas práticas comerciais, e promover a coordenação de todo o trabalho de padronização de alimentos realizado por organizações governamentais internacionais e não governamentais”. O Codex é um empreendimento conjunto [joint venture] regulado pela Organização Agrícola e Alimentar (FAO) e Organização Mundial de Saúde [OMS]
Uma Breve História do Codex
A história do Codex começou em 1893 quando o império austríaco-hungaro decidiu que precisava de um conjunto específico de orientações pelo qual as côrtes julgariam os casos que lidavam com alimentos. Este conjunto regulatório de mandados se tornou conhecido como Codex Alimentarius e foi efetivamente implementado até a queda do império em 1918. A ONU se encontrou em 1962 e decidiu que o Codex devia ser reimplementado mundialmente para proteger a saúde dos consumidores. Dois terços do custeio do Codex se emana do FAO enquanto o outro terço vem da OMS.
Em 2002, o FAO e a OMS tinham sérias preocupações sobre a direção do Codex e contrataram um consultor externo para determinar sua performance desde 1962 e designar que direção tomar a organização de comércio. O consultor concluiu que o Codex devia ser imediatamente rasgado e eliminado. Este era o tempo no qual a grande indústria entendeu o completo potencial monetário desta organização e exerceu sua poderosa influência. A consequência atualizada foi um relatório suavizado pedindo que o Codex se dirigisse a 20 várias preocupações dentro da organização.
  • Desde 2002, a Comissão do Codex Alimentarius tem encobertamente submetido seu papel como uma organização internacional de saúde pública e proteção do consumidor. Sob a proteção da grande indústria, o único  propósito subreptício do novo Codex é aumentar os lucros para as forças destrutivas corporativas globais enquanto controla o mundo por meio dos alimentos. O entendimento implícito da filosofia deles é que se você controla os alimentos, você controla o mundo.
O Codex Agora
O país mais dominante por trás da agenda do Codex é os EUA cujo propósito é beneficiar os interesses multinacionais como as Grandes Industrías Farmacêuticas, as Grandes Indústrias Químicas, os Grandes Agro-negócios e similares. No último encontro em Genebra os EUA recentemente assumiram a presidência do Codex o que facilitará uma exacerbação da distorção da liberdade da saúde e continuará a promulgação da desinformação e mentiras sobre os organismos geneticamente modificados (GMOs) e nutrientes enquanto completam a tácita agenda de controle populacional. A razão pela qual os EUA continuam a dominar o Codex é porque os outros países falsamente acreditam que os EUA possuam a mais recente e mais segura tecnologia quando se trata de alimentos e portanto, seja o que for que os EUA peçam, seus aliados (União Européia, Argentina, Brasil, Canadá, México, Austrália, Malaisia, Indonésia, Japão, Singapura) seguem a adotar quase que todo tempo.
Muitos dos países que desejam participar e querem ter uma voz para expressar as opiniões deles, não tem permissão para comparecerem aos encontros do Codex já que os EUA negam a maioria dos vistos para estes representantes, seja como for que eles se sintam a respeito disso. Muitos destes países [África do Sul, Suazilandia, Quenia, Gana, Egito, Cameron, Sudão e Nigéria] entendem que o Codex tem sido alterado de uma benévola organização alimentar para uma que é fraudulenta, letal e ilegítima. O fato de que os encontros do Codex sejam mantidos por todo mundo também não é um acidente e permite que os EUA mantenha uma rédea curta sobre a agenda do Codex na medida em que os países menos viáveis economicamente não são capazes de participar.
A Ameaça Real
Enquanto a agenda esotérica da media está ocupada dirigindo os medos nos corações do mundo ao se focalizar no terrorismo, aquecimento global, salmonella, falta de alimentos, as reais ameaças estão clandestinamente se tornando uma realidade. Logo cada coisa que você coloque em sua boca [com a exceção dos remédios, com certeza] serão altamente reguladas pelo Codex Alimentarius, inclusive a água. Os padrões do Codex são uma completa afronta a liberdade de uma comida e água limpas, ainda que estes regulamentos não tenham ainda um vigor legal internacional. Porque devemos nos preocupar? Este padrões mandatórios logo serão aplicados a cada país que seja membro da Organização Mundial de Comércio [OMC]. Se os países não seguirem estes padrões, então enormes sanções comerciais serão o resultado. Alguns padrões do Codex entrarão em vigor em 31 de dezembro de 2009  e uma vez iniciados serão completamente irrevogáveis; eles incluem:
  • * Todos os nutrientes [vitaminas e minerais] são para serem considerados toxinas/venenos e devem ser removidos de todo alimento porque o Codex proibe o uso de nutrientes “para evitar, tratar ou curar qualquer condição ou doença”.
  • * Toda comida [inclusive orgânica] deve ser irradiada, removendo todos os nutrientes tóxicos das alimentos [a menos que ingeridos localmente e crus].
  • * Os nutrientes permitidos serão limitados a uma Lista Positiva desenvolvida pelo Codex que incluirá tais nutrientes  benéficos como fluoreto [3.8 mg diariamente] desenvolvidos do desperdício ambiental. Todos os outros nutrientes serão proibidos nacionalmente e internacionalmente em todos os países membros do Codex
  • * Todos os nutrientes  (por exemplo, CoQ10, Vitaminas A, B, C, D, Zinco e Magnésio) que tenham qualquer impacto positivo na saúde do corpo serão considerados ilegais sob o Codex e são para serem reduzidos a quantidades desprezíveis para a saúde humana.
  • * Você não será capaz de obte-los em qualquer lugar no mundo, até mesmo com uma prescrição médica
  • * Todo anúncio sobre nutrição [incluindo escrito online ou em artigos de revistas científicas ou por conselho oral de um amigo, membro da família ou qualquer um] será ilegal. Isto inclui notícias de naturalnews.com sobre vitaminas e minerais e todas as consultas a nutricionistas.
  • * Todo o leite extraído diariamente das vacas deverá ser tratado com o hormonio de crescimento recombinante bovino da Monsanto
  • * Todos os animais usados para alimento serão tratados com potentes antibióticos e hormônios exógenos de crescimento.
  • * A reintrodução de pesticidas orgânicos mortais e carcinogêncos que em 1991, 176 países [incluindo os EUA] tem banido mundialmente, incluindo 7 dos 12 piores da Convenção de Estocolmo sobre Persistentes Pesticidas Organicos ( Hexachlorobenzeno, Toxafeno e Aldrin) serão permitidos retornarem aos alimentos em níveis elevados.
  • * Níveis tóxicos e perigosos de aflotoxina (0.5 ppb) no leite produzido por condições ruins de armazenamento do alimento animal serão permitidos. A aflotoxina é o segundo carcinogeno mais potente [não radioativo] conhecido pelo homem.
  • * O uso obrigatório de hormônios de crescimento e antibióticos em todos os rebanhos alientares, peixes etc.
  • * Implementação mundial de transgênicos não identificados nas plantações, animais, peixes a árvores
  • * Níveis elevados de resíduos de pesticidas e inseticidas que são tóxicos para humanos e animais.
Alguns exemplos de potenciais níveis de segurança permissíveis de nutrientes sob o Codex incluem:
* Niacina – limites superiores de 34 mcg diariamente (as doses eficazes diárias incluem 2000 e 3000 mcgs).
* Vitamina C – limite superior de 65 a 225 mcg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 mcgs).
* Vitamina D – limites superior de 5 µg diário (dose diária eficaz inclui 6000 a 10000 µg).
* Vitamina E – limite superior de  15 IU de alfa tocoferol apenas por dia, até mesmo embora o alfa tocoferol por si só tem implicado no dano celular e é tóxico para o corpo (dose eficaz diária da mistura de tocoferóis incluem 10000 a 12000 IU).
A Porta Está Aberta para o Codex
Em 1995, a Administração de Alimentos e Remédios dos EUA (FDA) criou uma política ilegal declarando que os padrões internacionais  (i.e, Codex) substituiriam as leis dos EUA que governam todos os alimentos até mesmo se estes padrões fossem incompletos. Sobretudo, em 2004 os EUA aprovaram o Acordo de Comércio Livre Central Americano [ilegal sob a lei dos EUA mas legal sob a lei internacional] que exige que os EUA se adequem ao Codex em dezembro de 2009.
Uma vez estes padrões sejam adotados, não há meio de voltar aos antigos. Uma vez o cumprimento do  Codex comece em qualquer área, tão longe se permaneça um membro da Organização Mundial de Comercio, isto é totalmente irrevogável. Estes padrões são incapazes de serem repelidos, mudados ou alterados de qualquer forma.
O controle da população por dinheiro é o meio mais fácil de descrever o novo Codex que é governado pelos EUA e controlado pelas Grandes Indústrias Farmacêuticas e é provável reduzir a população a um nível sustentável de 500 milhões – uma redução de aproximadamente 93%. A FAO e a OMS tem a audácia de estimar que apenas pela introdução da orientação sobre as vitaminas e os minerais, um mínimo de de 3 bilhões de mortes [um bilhão por inanição e outros dois bilhões por doenças degenerativas preveníveis da nutrição, isto é, câncer, doença cardio-vascular e diabetes] resultarão.
Os alimentos degradados, desmineralizados, cheios de pesticidas e irradiados são o meio mais rápido e eficiente de causar uma lucrativa má nutrição, doenças degenerativas evitáveis cujo curso de ação nais apropriado é sempre farmacêutico. A morte pelo lucro é o nome deste jogo. A Grande Indústria Farmacêutica está esperando por esta oportunidade por anos.
Combatendo Isto Tudo
Dr. Rima Laibow, M.D., que é o diretor médico da Natural Solutions Foundation, tem tomado ação legal contra o governo dos EUA e continua a estar presente em cada encontro do Codex enquanto luta por nossa liberdade de saúde. No último encontro em Genebra ouviu algumas vozes dissidentes que estão cansadas dos EUA intimidarem todos os outros países no mundo com sua agenda de controle populacional. O Brasil e a China tem declarado que quando países menores e não representados são incapazes de comparecerem aos encontros do Codex [devido aos EUA não darem os vistos ou não terem os necessários meios monetários] então cada decisão tomada na ausência deles é inválida. Como um resultado, o Codex logo pode se desabar sob o peso de sua própria corrupção, mas a pressão precisa ser unilateralmente aplicada.
Dr. Rima também tem estado se encontrando com delegados de outros países e tornando-os cientes de algo chamado Padrões Particulares. Os Padrões Particulares permitem que países esbocem padrões alimentares que sejam mais seguros e altos do que aqueles determinados pelo Codex. Obviamente, esta não é uma tarefa muito difícil e muitos países podem aparentemente contornar as furadas e irrevogáveis orientações que o Codex está tentando implementar em 31 de dezembro de 2009.
O que você pode fazer?
O único meio de evitar tais eventos cataclísmicos é combater com a disseminação do conhecimento a todo mundo que você conhece. Não importa se eles ainda estão dormindo ou hipnotizados pela escravidão da vida diária ou ocupados demais para prestar atenção. O tempo de acordar é agora. O governo dos EUA e a media colaboradora tem estado tentando distrair a América enquanto todos estes padrões egrégios e obrigatórios estão sendo encobertamente aprovados. É tempo de agir e você pode fazer isto indo a (www.healthfreedomusa.org) e seguindo as mais recentes atualizações do Codex. Você também pode assinar uma petição legal aqui:
Um outro meio eficaz de fazer com  que a sua voz seja ouvida é enviar um email ou escrever para o seu congressista. Se você envia um email ao congresso isto ostensivamente será contado como 13.000 emails. O Congresso dos EUA acredita que para cada pessoa que ocupa seu tempo em escrever um email para eles há outras 13.000 pessoas que partilham de opiniões similares mas não ocupam tempo em promulga-las. Aqueles que vivem em outros países precisam contactar seus representantes para ter sua voz ouvida. É muito importante que uma ação rápida e vociferante seja tomada agora. Os tempos estão mudando muito rapidamente e a menos que nos unamos sobre este assunto podemos todos ter que começar a pensar sobre plantar nossos próprios alimentos em um futuro muito próximo para evitar o extermínio.
Contactos do Codex para tomada de Ação
Dr. F. Edward Scarbrough – U.S. Manager for Codex- U.S. Department of Agriculture – 4861-South Building- Washington, DC 20250- Phone: (202) 205-7760 – Fax: (202) 720-3157
Ed.scarbrough@fsis.usda.gov

FLUORETAÇÃO

  50 razões para opor-se à fluoretação por: Paul Connett, Ph.D

1 - o fluoreto não é um nutriente essencial. Nenhuma doença jamais foi ligada a uma deficiência de fluoreto. Os seres humanos podem haver dentes perfeitamente bons sem o flúor.

2 - a fluoretação não é necessária. Muitos países da Europa não são fluoretados e experimentaram o mesmo declínio em cárie dental como nos EUA (veja os dados da O.M.S. em níveis de cárie dental na Europa, EUA, Nova Zelândia e Austrália no Apêndice 1).

3 - o papel da fluoretação no declínio da cárie dental está em sérias dúvidas. A maior pesquisa jamais conduzida nos EUA (mais de 39,000 crianças de 84 comunidades) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Dentais mostrou uma pequena diferença em cáries dentais entre crianças de comunidades fluoretadas e não fluoretadas. (Hileman, 1989 e Yiamouyiannis, 1990). Segundo as estatísticas do NIDR, o estudo encontrou uma diferença média de somente 0,6 DMFS (Superficies Obturadas, Ausentes e Cariadas) nos dentes permanentes de crianças com idade de 5 a 17 anos residentes em áreas fluoretadas ou não.(Brunelle e Carlos, 1990). Esta diferença é menos que uma superfície dental! Existem 128 superfícies dentais na boca das crianças.

4 - onde a fluoretação foi descontinuada, em comunidades do Canadá, antiga Alemanha Oriental, Cuba e Finlândia, a cárie dental não aumentou mas realmente diminuiu (Maupone et al., 2000 e seppa et al, 2000).

5 - uma das primeiras experiências que ajudou a lançar a fluoretação aconteceu em Newburgh, NY, em Kingston, NY com a comunidade de controle. Após 10 anos deste processo (que era metodologicamente incorreto), se observou que houve uma grande diminuição da cárie dental nas comunidades fluoretadas comparado com as comunidades não fluoretadas. Todavia, quando as crianças foram reexaminadas nestas duas cidades em 1995 (50 anos após o inicio do processo) praticamente não havia diferença em cáries dentais nas duas comunidades. Se qualquer coisa, os dentes na não fluoretada Kingston eram levemente melhores (Kumar e Green 1998).

6 - uma pesquisa atual (por exemplo: Diesendorf, 1986; colquhoun, 1997, e de Liefde, 1998) mostra que o índice de cáries começava a diminuir antes que a fluoretação fosse introduzida e continuou a diminuir mesmo após que seus benefícios foram maximizados. Muitos outros fatores influíram na cárie dental. Estudos na índia (teotia e Teotia, 1994) e Tucson, Arizona (Steelink, 1992) mostraram que a cárie dental realmente aumenta com o aumento da concentração de fluoreto na água.

7 - guiando os dental pesquisadores (Levine, 1976; Fejerskov, Thylstrup e Larsen, 1981; Carlos, 1983; Featherstone, 1987,1999,2000; Margous Moreno, 1990; Clark, 1993; Burt, 1994; Shellis e Duckworth, 1994 e Limeback, 1999,2000), e os centros para controle e prevenção de doenças (CDC,1999) então reconhecem que o mecanismo dos benefícios do flúor é principalmente TÓPICO e NÃO SISTÊMICO. Assim, você não tem que engolir o flúor para proteger os dentes. Como os benefícios do flúor (se existem) são tópicos, e os riscos são sistêmicos, faz mais sentido, para aqueles que querem tomar os riscos, levar o flúor diretamente ao dente na forma de creme dental.

Desde que engolir o flúor é desnecessário, não existe razão para forçar às pessoas (contra as suas vontades) a beber o flúor em seu suprimento d'água (todas as referencias para “tópico versus benefícios sistêmicos“ são relacionados com um grupo na respectiva secção)

8 - o programa de fluoretação dos EUA não conseguiu alcançar um de seus objetivo chave, isto é, abaixar o índice de cáries dental enquanto minimizando a fluorese dental (descoloração do esmalte e alteração da sua coloração). A meta dos prévios promotores da fluoretação era limitar a fluorose dental (na sua forma mais suave) a 10% das crianças (NRC, 1993, pp 6-7). O percentual de crianças com a fluorose dental em áreas de fluoretação optimal subiu de OITO VEZES, este objetivo. (Williams, 1990; Lalumandier, 1995; Heller, 1997 e Morgan, 1998). O York Review estima que mais de 48% das crianças em áreas de fluoretação optimal teve fluorose dental em todas as formas e mais de 12,5% em médias ou severas formas (McDonagh, 2000).

9 - a fluorose dental significa que a criança recebeu uma overdose de fluoreto. Enquanto o mecanismo pelo qual o esmalte é danificado não é definitivamente conhecido, a fluorose parece que pode ser um resultado da inibição de enzimas no crescimento dos dentes (DanBesten, 1999), ou através da interferência do fluoreto com a glândula tireóide.

10 - o nível de fluoreto colocado na água (1ppm) é 100 vezes mais alto que o normalmente encontrado no leite materno (0,01 ppm) (Instituto de Medicina, 1997). Não existem benefícios, somente riscos para crianças que ingerem este elevado nível de fluoreto numa idade tão precoce. (esta é uma idade onde a susceptibilidade às toxinas ambientais é particularmente alto).

11 - o fluoreto é um veneno cumulativo. Somente 50% do fluoreto que nós ingerimos a cada dia é excretada através dos rins, o restante se acumula em nossos ossos, na hipófise e outros tecidos. Se os rins são danificados, o acumulo do fluoreto pode aumentar.

12 - o fluoreto é biologicamente ativo mesmo em baixas concentrações. Ele interfere com os ligamentos de hidrogênio que é o centro da estrutura e funções das proteínas e ácidos nucléicos. Assim, o fluoreto tem o potencial de disturbar o processo vital no organismo.

13 - o fluoreto inibe as enzimas em testes de laboratório (Waldbott,1978), nas bactérias da cavidade oral (Featherstone, 2000), no crescimento dos dentes (Denbesten, 1999), nos ossos (Krook e Minor, 1998) e em outros tecidos (Luke, 1998).

14 - o fluoreto mostrou ser mutagênico, provoca danos cromossômicos e interfere com as enzimas envolvidas no reparo do DNA, numa variedade de insecto, cultura de tecidos e em estudos animais (DHSS, 1991, Mihashi e Tsutsui, 1996).

15 - o fluoreto administrado em altas doses em animais disseminou a destruição no sistema reprodutivo - tornando o esperma não funcional e aumentando o índice de infertilidade (Chinov et al, 1995; Kumar e Susheela, 1994; Chinoy e Narayana, 1994; Chinoy e Sequeira, 1989). Num recente estudo dos EUA foi encontrado um aumento da taxa de infertilidade entre mulheres que vivem em áreas com 3 ou mais ppm de fluoreto na água. Segundo este último estudo, o qual foi publicado no jornal de toxicologia e saúde ambiental, “muitas regiões mostraram uma associação de diminuição da TFR (índice total de fertilidade) com o aumento do nível de fluoreto“ (freni, 1994).

16 - o fluoreto forma complexos com um grande número de metais, aos quais se incluem metais que são necessários no corpo (como cálcio e magnésio) e metais (como chumbo e alumínio) que são tóxicos para o nosso corpo. Isto pode causar uma variedade de problemas. Por exemplo, o fluoreto interfere com enzimas onde o magnésio é um importante co-factor, e pode ajudar o aumento de alumínio nos tecidos onde o alumínio contrariamente não iria.

17 - em ratos que foram alimentados por um ano com 1 ppm de fluoreto na água bi-destilada e deionizada, usando fluoreto de sódio ou fluoreto de alumínio, tiveram mudanças morfológicas nos rins e cérebro e tiveram um aumento no nível de alumínio presente em seus cérebros (Varner et al, 1998). O alumínio no cérebro é associado com o mal de Alzheimer.

18 - o fluoreto e o complexo do fluoreto de alumínio interagem com a G-proteína e assim tem o potencial de interferir com muitos hormônios e alguns sinais neuroquímicos (Struneka e Patocka, 1999).

19 - o fluoreto de alumínio foi recentemente nominado pela Agencia de Proteção Ambiental (EPA) e pelo Instituto Nacional de Ciências e Saúde Ambiental (NIHES) para testes pelo Programa Nacional de Toxicologia. Segundo o EPA e NIHES, o fluoreto de alumínio atualmente tem uma “alta prioridade nas pesquisas da saúde“ devido a sua “conhecida neurotoxicidade“ (BNA, 2000). Se o fluoreto é adicionado na água a qual contém alumínio, o complexo do fluoreto de alumínio se formará.

20 - a experimentação animal mostra que a exposição ao fluoreto altera o comportamento mental (Mullenix et al, 1995) em doses pré-natais os ratos demonstraram um comportamento hiperativo. Nas doses pos-natais se verificou uma hipoactividade (isto é, baixa atividade ou síndrome da “batata de sofá“).

21 - os estudos de Jennifer Luke (1997) mostraram que o fluoreto acumula na glândula hipófise humana a níveis muito elevados. Na sua tese de Ph.D. Luke também mostrou em estudos animais que o fluoreto reduz a produção de melatonina e leva a um precoce principio da puberdade.

22 - em três estudos da china mostraram um abaixamento do Q.I. em crianças associadas com a exposição ao fluoreto (Li et al, 1991) indica que mesmo em níveis moderados de exposição ao fluoreto (e.g. 0,9 ppm na água) pode exacerbar os defeitos neurológicos da deficiência de iodo, que inclui diminuição do Q.I., e retardo mental. (segundo o CDC, desde 1970, a deficiência de iodo foi quase quadruplicada nos EUA, com quase 12% da população, até então, deficiente de iodo.

23 - logo, no sec. 20, o fluoreto foi prescrito por um grande número de doutores europeus para reduzir a atividade da glândula tireóide para aqueles que sofriam do hipertireoidismo (tireóide muito ativa) (Merck index, 1960, p.952; Waldbott, et al, 1978, p.163). com a fluoretação da água, nós forçamos as pessoas a beber uma medicação tireoide-depressiva que poderia servir a promover altos níveis de hipotireoidismo (baixa atividade da tireóide) na população, e todos os problemas subsequentes relatados dessa desordem. Tais problemas incluem a depressão, fatiga, ganho de peso, dores nos músculos e articulações, aumento dos níveis de colesterol e doenças cardíacas.
Convém anotar que segundo o Dept. de Saúde e Serviços Humanos (1991) a exposição ao fluoreto em comunidades fluoretadas é estimado de aproximadamente 1,58 a 6,6 mg/dia, que é um índice que realmente sobrepõem a dose (2,3 - 4,5 mg/dia) mostrando uma diminuição do funcionamento da tireóide humana (galletti e Joyet, 1958). Este é um facto notável, e certamente merece grande atenção considerando o desenfreado e crescente problema do hipotireoidismo nos EUA. (em 1999 a segunda droga mais prescrita do ano foi Synthroid, que é um hormônio substituto, droga usada para tratar uma baixa atividade da tireóide).

24 - alguns dos primeiros sintomas da fluorose esquelética, uma doença dos ossos e articulações induzida pelo fluoreto que atinge milhões de pessoas na Índia, China e África,e imita os sintomas das artrites. Segundo uma revisão sobre a fluoretação feita pelo “jornal da Sociedade Americana de Química“, por que alguns dos sintomas clínicos imita as artrites, as primeiras duas fases clinicas da fluorose esquelética poderiam ser facilmente confundidas com outras doenças. (Hileman, 1988). Partes de alguns estudos foram feitos para determinar a extensão desta confusão de diagnóstico, e se a alta prevalência de artrite na América (mais de 42 milhões de Americanos) é relacionada com a nossa crescente exposição ao fluoreto, que é altamente plausível. As causas de muitas formas de artrite (e.g.osteoartrites) são desconhecidas.

25 - em alguns estudos, quando altas doses de fluoreto foram usadas em experiências no tratamento de pacientes com osteoporose num esforço para endurecer seus ossos e reduzir os índices de fracturas, realmente levou a um AUMENTO do número de fracturas nos quadris (Hedlund e Gallagher, 1989; Riggs et al, 1990).

26 - dezoito estudos (quatro não publicados, incluindo um abstracto) desde 1990 examinaram a possível relação da fluoretação e um aumento das fraturas nos quadris entre os idosos. Dez destes estudos encontraram uma associação, e em oito não. Um estudo encontrou um aumento relacionado às doses nas fratura dos quadris, quando a concentração do fluoreto subiu de
1 ppm para 8 ppm (Li et al, 1999, publicado). A fratura dos quadris é um seríssimo problema para os idosos, como um quarto destes que tem a fratura dos quadris morrem dentro de um ano da operação, enquanto 50% nunca recuperam uma existência independente. (todos os 18 estudos são referidos num grupo na respectiva secção).

27 - um estudo animal (Programa Nacional de Toxicologia, 1990) mostra a o aumento da osteosarcoma (cancer dos ossos) relacionado com as doses em ratos machos. O achado inicial deste estudo foi a “clara evidencia da carcinogenidade“achado que foi logo degradado conspìcuamente à“evidência equivocal“ (Marcus, 1990). EPA União Profissional dos Quarteis Generais pediu que o congresso estabelecesse uma revisão independente dos resultados destes estudos (Hirzy 2000).

28 - dois estudos epidemiológicos mostraram uma possível associação ( do qual alguns foram desconsiderados: Hoover, 1990 e 1991) entre osteosarcoma em homens jovens e habitantes em áreas fluoretadas (Instituto Nacional do Câncer, 1989 e cohn, 1992). Outros estudos não encontraram esta associação.

29 - a fluoretação é anti-ética porque não estão pedindo aos indivíduos o consenso informado antes da medicação. Esta é uma prática standard para toda medicação.

30 - enquanto os plebiscitos são preferenciais para impor as políticas do governo central, ele leva ainda o problema dos direitos individuais contra a decisão da maioria. por outro lado, faz um eleitor ter o direito de requerer que seu vizinho beba um certo medicamento ( mesmo se é contra a vontade do vizinho)?

31 - algumas pessoas apresentam altamente sensíveis ao fluoreto como mostrado pelos casos estudados e pelos estudos a duplo cego (Waldbott, 1978 e Moolenburg, 1987). Isto pode relatar a interferência do fluoreto com seus níveis hormonais incluindo aqueles produzidos pela sua glândula tireóide. Nós, como uma sociedade, podemos forçar essas pessoas a beber o fluoreto?

32 - segundo a Agencia para Substancias Tóxicas e Registro de Doenças (ATSDR,1993) algumas pessoas são particularmente vulneráveis aos tóxicos efeitos do fluoreto; estas incluem:
idosos, diabéticos e pessoas com baixo funcionamento renal. Ainda, podemos em boa consciência forçar estas pessoas a ingerir o fluoreto como uma base diária?

33 - são também vulneráveis aqueles que sofrem de mal-nutrição (por exemplo, cálcio, magnésio, vitamina C, vitamina D e deficiência de iodo e proteínas e diétas pobres). Daqueles os mais prováveis que sofrem de mal-nutrição são os pobres, que é precisamente o povo e que será o alvo das novas propostas de fluoretação (Saúde Oral na América, maio 2000). Enquanto um risco elevadíssimo, famílias pobres são menos capazes de ter recursos para usar medidas de anulação dos riscos(por exemplo, água mineral em garrafas, ou equipamento de filtragem).

34 - desde que a decadência dental é mais concentrada em comunidades pobres, nós deveríamos gastar os nossos esforços tentando aumentar o acesso à cura dental para as famílias pobres. A real “crise da saúde oral“ que existe hoje nos EUA, não é uma falta de fluoreto mas pobreza e falta de um seguro dental.

35 - a fluoretação foi declarada inefectiva para prevenir um dos mais sérios problemas da saúde oral enfrentados pelas crianças pobres, a saber, a decadência dos dentes provocada pela mamadeira dos bebês, contrariamente conhecida como cáries da primeira infância. (Jones, 2000).

36 - uma vez colocado na água é impossível de controlar a dose que cada indivíduo recebe. Isto é porque algumas pessoas (por exemplo: os trabalhadores braçais, atletas e diabéticos) bebem mais água que outras, e porque, nós recebemos o flúor através da água canalizada e outros da água armazenada em tanques. Outras fontes de fluoreto incluem alimentos e bebidas processadas com a água fluoretada; produtos dentais fluoretados, e resíduos de pesticidas nos alimentos.

Como um médico corretamente declarou, “nenhum médico em seus bons sensos prescreveria para uma pessoa que ele nunca conheceu, cuja historia medica ele não conhece, uma substancia que pretende criar mudanças corporais, com o aviso: “tome tanto quanto você quiser, mas você tomará pelo resto da sua vida porque algumas crianças sofrem de cáries dentais. Isto é contrário à noção de bom senso“.

37 - apesar do fato que é reconhecido que nos estamos ingerindo demasiadamente o fluoreto, e apesar do fato que nos estamos muito mais expostos ao flúor no ano 2000 que em 1945 (quando iniciou a fluoretação), o nível “optimal da fluoretação é ainda 1 parte por milhão, o mesmo nível optimal considerado em 1945!

38 - os primeiros estudos conduzidos em 1945-1955 nos EUA, os quais ajudaram a lançar a fluoretação, foram duramente criticados pela sua pobre metodologia e pouca escolha das comunidades de controle (De Stefano, 1954; Sutton 1959, 1960 e 1996). Segundo o Dr.Hubert Arnold, a estatística da Universidade da Califórnia em Davis, as primeiras provas de fluoretação “são especialmente ricas em mentiras, projeto impróprio, uso inválidos dos métodos de estatística, omissão dos dados contrários e somente planos confusos e estúpidos“.

39 - o Serviço de Saúde Pública dos EUA foi o primeiro a apoiar a fluoretação em 1950, antes que uma simples prova fosse completada (McClure,1970)! Não poderia ser uma coincidência que no mesmo ano apóia o SSP dos EUA, a Fundação de Pesquisa do açúcar, inc.(apoiado por 130 corporações) que expressou seu objetivo em pesquisas dentais como, “descobrir os meios efetivos de controle da decadência dental por outros métodos que restringissem a entrada de carboidratos“ (açúcar). (Waldbott, 1965, p.131).

40 - o programa de fluoretação foi muito pouco controlado. Nunca houve uma analise compreensiva do nível de fluoreto nos ossos dos cidadãos Americanos. As autoridades Americanas da Saúde não tem nenhuma idéia aproximada dos níveis que causarão sutís ou mesmo sérios danos aos ossos e articulações!

41 - segundo uma carta recebida pelo deputado de New Jersey, John Kelly, o FDA (
Food and Drugs Administration) jamais aprovou o suplemento de fluoreto dado às crianças, que são designados para haver a mesma quantidade de fluoreto como na água fluoretada.

42 - a química usada para fluoretar a água nos EUA não é a nível farmacêutico. Ao contrário, eles vem dos sistemas de descarte das industrias de fertilizantes fosfatados. Estas químicas (90 % das quais são fluorisilicados de sódio e ácido fluorosilicato), são classificados como perigosos descartes contaminados com metais tóxicos e uma quantidade de vestígios de isótopos radioativos. Em recentes testes feitos pela Fundação Nacional de Saneamento sugere que os níveis de arsênico nestas químicas são altos e de interesse significativo.

43 - estes perigosos descartes não foram testados compreensivelmente. O produto químico normalmente testado em estudos animais é o fluoreto de sódio a nível farmacêutico, e não o acido fluorosilicato a nível industrial. A suposição que esta sendo feita é que com o tempo estes produtos de descarte diluídos, todo o ácido fluorosilicio poderá ser convertido em íons livres de fluoreto, e os outros isótopos tóxicos e radiativos serão assim diluídos a eles não causarão qualquer dano, mesmo com a exposição por toda a vida. Estas suposições não foram examinadas cuidadosamente pelos cientistas, independentemente do programa de fluoretação.

44 - estudos feitos por Masters e Coplan (1999) mostra uma associação entre o uso do ácido fluorosilicico (e seu sal de sódio) com a água fluoretada e um elevado aumento de chumbo no sangue das crianças.

45 - o fluoreto de sódio é uma substancia extremamente tóxica - somente de 3 a 5 gramas, ou aproximadamente uma colher de chá, é suficiente para matar um ser humano. Tanto crianças (engolindo gels) quanto adultos (envolvidos acidentalmente por mal-funcionamento do equipamento de transporte do fluoreto e filtros nas máquinas de diálise) morreram pelo excesso de exposição.

46 - alguns dos primeiros oponentes da fluoretação foram os bioquímicos e pelo menos 14 vencedores do prêmio Nobel estão entre os numerosos cientistas que expressaram suas reservas sobre a prática da fluoretação (veja a lista no apêndice 4). O Dr. James Sumner, que venceu o prêmio Nobel por seu trabalho sobre enzimas químicas, disse sobre a fluoretação: “devemos ir devagar. Todos nós sabemos que fluorino e fluoreto são substancias muito venenosas. Nos lhe usamos na química da enzima para envenenar enzimas, aqueles agentes vitais no corpo. essa é a razão das coisas envenenadas; porque as enzimas são envenenadas e essa é a razão pela qual animais e plantas morrem (Connett,2000).

O vencedor do premio Nobel para a medicina do ano 2000 foi o Dr. Arvid Carlsson da Suécia. O Dr. Carlsson foi um dos principais oponentes da fluoretação na Suécia. Ele fazia parte do grupo que recomendou ao governo sueco a rejeitar aquela pratica, que eles fizeram em 1971. em seu livro “A questão fluoreto: Panacéia ou veneno“ Anne-lise Gotzsche citou Carlsson como a seguir: “não é vantajoso ocultar o fato que é uma questão de aplicar uma substancia farmacologicamente ativa para uma inteira população“ (p.69).

47 - a União representativa dos cientistas no quartel general do EPA (Agencia de Proteção Ambiental) dos EUA em Washington está no registro como opositores a fluoretação da água (Hirzy, 1999) e rejeita a aprovação do EPA do uso dos perigosos resíduos industriais produzidos para fluoretar o suprimento de água publica.

48 - muitos cientistas, doutores e dentistas que se expressaram publicamente sobre este problema, foram sujeitos a censura e intimidação (Martin 1991). Tácticas como esta não seriam necessárias se estes promotores da fluoretação houvessem uma segura base científica.

49 - os promotores da fluoretação recusam de reconhecer que existe qualquer debate científico sobre este problema, apesar dos interesses listados acima e a revisão objetiva das controvérsias (Hileman, 1988). O Dr. Michael Easley, um dos maiores proponentes vocais, foi para dizer que não existe debate legítimo, qualquer que seja, referente a fluoretação. Segundo Easley, quem trabalha próximo ao CDC e ADA, “os debates dão a ilusão que uma controvérsia científica existe quando uma pessoa sem crédito apóia a visão da fluorofobia“. Easley acrescenta que

“o maior flagrande do abuso da confiança pública ocasionalmente ocorre quando um médico ou um dentista, por uma qualquer razão pessoal, usa sua importância profissional na comunidade para argumentar contra a fluoretação, uma clara violação da ética profissional, o principio da ciência e padrões da prática comunitária“ (Easley, 1999).

Os comentários como estes dirigiram o sócio diretor técnico para União de Consumidores, Dr. Edward Groth, a concluir que “a posição política pro-fluoretação desenvolveu numa dogmática, autoritária, postura essencialmente anti-científica, um dissuasivo debate de problemas científicos“ (Martin, 1991).

50 - quando vier as controvérsias que acercam os produtos químicos, investindo os interesses tradicionais faça o seu melhor para descontar estudos animais e não dê importância aos achados epidemiológicos. No passado as pressões políticas levaram as agencias governativas a arrastar seus pés sobre a regulamentação de asbestos, benzene, DDT, PCBs, chumbo tetraetileno, tabaco e dioxinas. Com a fluoretação nós tivemos 50 anos de atraso. Infelizmente, porque os governos oficiais colocaram muitas das nossas credibilidades na linha de defesa da fluoretação, e por causa das enormes conseqüências que nos esperam às escondidas, se admite que a fluoretação causou um aumento nas fraturas dos quadris, artrites, câncer dos ossos, desordens cerebrais ou problemas na tireóide, será muito difícil para eles falar honestamente e abertamente sobre o problema mas eles poderiam, não somente proteger milhões de pessoas do desnecessário perigo, mas proteger a noção que, em seu âmago, a política da saúde pública poderia basear-se na ciência sã, e não na pressão política. Eles tem uma ferramenta com a qual fazem isto: é chamado o principio precaucionário. Simplesmente por, isto dizer: se em dúvida deixe-o de fora. Isto é o que muitos países europeus fizeram, e os dentes de suas crianças não sofrerão, enquanto suas confianças públicas foram fortalecidas.

É como uma questão de um jogo de Kafka. Quanta dúvida é necessária em somente um dos interesses da saúde identificada acima, para anular um benefício, que quando é identificado na maior pesquisa jamais conduzida nos EUA, equivale a menos que uma superfície de um dente na boca de uma criança? (entre 128). Para aqueles que poderiam pedir estudos suplementares nós dizemos bom. Mas primeiro tire o flúor da água, e então, conduza todos os estudos que você quiser. Esta loucura deve acabar sem mais demora.

Fonte: http://conhecendooinimigo.blogspot.com.br/2011/07/50-razoes-para-opor-se-fluoretacao-por.html

ÁGUA ou COCA-COLA ? o Que você Prefere?



ÁGUA
75% dos americanos (do Norte, Central e Sul) são cronicamente desidratados (provavelmente isso se aplica à metade da população mundial). 

Em 37% dos americanos, o sentimento de sede é tão fraco que é frequentemente confundido com fome. 

Mesmo uma desidratação média diminui o metabolismo de uma pessoa em 3%. 

Um copo de água corta a sensação de fome durante a noite para quase 100% das pessoas em regime. É o que mostra um estudo na Universidade de Washington. 

Falta de água é o fator nº 1 da causa de fadiga durante o dia. 

Estudos preliminares indicam que de 8 a 10 copos de água por dia poderia aliviar significativamente as dores nas costas e nas juntas em 80% das pessoas que sofrem desses males. 

Uma mera redução de 2% da água no corpo humano pode provocar incoerência na memória de curto prazo, problemas com matemática e dificuldade em focalizar uma tela de computador ou uma página impressa. 

Beber 5 copos de água por dia diminui o risco de câncer no cólon em 45%, pode diminuir o risco de câncer de mama em 79% e em 50% a probabilidade de se desenvolver câncer na bexiga. Você está tomando a quantidade de água que você deveria todos os dias? 

COCA-COLA 

Em muitos estados nos EUA os patrulheiros rodoviários carregam dois galões de Coca-cola no porta - malas para ser usado na remoção de sangue da pista depois de um acidente. 

Se você puser um osso em uma tigela com Coca-Cola ele  dissolver-se-á em dois dias. 

Para limpar banheiros  ( wc, privadas, toillete) : despeje uma lata de Coca- cola dentro do vaso e deixe  por uma hora e então dê a descarga. O ácido cítrico na Coca-cola remove manchas na louça do vaso. 

Para remover pontos de ferrugem dos pára-choques cromados de automóveis:  esfregue o pára- choque com um chumaço de papel de alumínio (usado para embrulhar alimentos) molhado com coca- cola. 
Para limpar corrosão dos terminais de baterias de automóveis: despeje uma lata de Coca-cola sobre os terminais e deixe efervescer sobre a corrosão. 

Para soltar um parafuso emperrado por corrosão: aplique um pano encharcado com Coca-cola sobre o parafuso enferrujado por vários minutos. 

Para remover manchas de graxa das roupas: despeje uma lata de Coca-cola dentro do tanque com as roupas com graxa, adicione detergente e bata em ritmo regular. A Coca-cola ajudará a remover as manchas de graxa. 

A Coca-cola também ajuda a limpar o embasamento do pára-brisa do seu carro. 
Para transportar o xarope de Coca- cola, os caminhões comerciais devem ser identificados com a placa de Material Perigoso que é reservado para o transporte de materiais altamente corrosivos.
Os distribuidores de Coca-cola têm usado a coca para limpar os motores dos seus caminhões há pelo menos 20 anos.

Para a sua informação: 

O ingrediente ativo na Coca- cola é o ácido fosfórico

O seu PH é 2.8. Ele dissolve uma unha em cerca de 4 dias.

O ácido fosfórico também rouba cálcio dos ossos e é o maior contribuidor para o aumento da osteoporose

Há alguns anos, fizeram uma pesquisa na Alemanha para detectar o porquê do aparecimento de  osteoporose em crianças a partir de 10 anos (pré-adolescentes). 

Resultado: Excesso de Coca-cola, por falta de orientação dos pais. 

Mais um detalhe: A Coca Light tem sido considerada cada vez mais pelos médicos e pesquisadores como uma bomba de efeito retardado, por causa da cominação Coca + Aspartame http://www.realidadeoculta.com/aspartame.html, suspeito de causarlúpus e doenças degenerativas do sistema nervoso. 
A pergunta é: "Você gostaria de um copo de água ou um copo de Coca-Cola?"
Dr. Renato de Medeiros Silva 
Ortopedia/ Medicina Natural

Danos causados pelo celular à saúde humana


"Vamos esperar os cadáveres para agir contra o celular?", questiona pesquisadora



DÉBORA MISMETTI
EDITORA ASSISTENTE DE SAÚDE

A epidemiologista Devra Davis lidera uma cruzada para fazer as pessoas deixarem o celular longe de suas cabeças. Convencida de que a radiação emitida pelo aparelho lesa a saúde, ela escreveu "Disconnect" (sem edição no Brasil), cuja base são pesquisas que começam a mostrar os efeitos dessa radiação no organismo. Nesta entrevista, ela também perguntou: "Vamos esperar as mortes começarem antes de mudar a relação com o celular?".

Quais os riscos, exatamente?
 - Quais os riscos para a saúde de quem usa celular?

Devra Davis 
Se você segurá-lo perto da cabeça ou do corpo, há muitos riscos de danos. Todos os celulares têm alertas sobre isso. As fabricantes sabem que não é seguro. Os limites [de radiação] definidos pelo FCC [que controla as comunicações nos EUA] são excedidos se você deixa o celular no bolso.

O risco de câncer é muito real, e as provas disso vão se avolumar se as pessoas não mudarem a maneira como usam os telefones. Trabalhei nas pesquisas sobre fumo passivo e amianto. Fiquei horrorizada ao perceber que só tomamos atitude depois de provas incontestáveis de que danificavam a saúde.

Reconheço que não temos provas conclusivas nesse momento. Escrevi o livro na esperança de que meu status como cientista tenha peso, e as pessoas entendam que há ameaça grave à saúde e podemos fazer algo a respeito.

Mas há estudo em humanos que dê provas categóricas?
Quando você diz "provas", você quer dizer cadáveres? Você acha que só devemos agir quando já tivermos prova? Terei que discordar. Hoje temos uma epidemia mundial de doenças ligadas ao fumo. O Brasil também tem uma epidemia de doenças relacionadas ao amianto. Só recentemente vocês agiram para controlar o amianto no Brasil, apesar de ele ainda ser usado. Ninguém vai dizer que nós esperamos o tempo certo para agir contra o tabaco ou o amianto. Estou colocando minha reputação científica em risco, dizendo: temos evidências fortes em pesquisas feitas em laboratório mostrando que essa radiação danifica células vivas.

Qual a maior evidência disso?
A radiação enfraquece o esperma. Sabemos por pesquisas com humanos. As amostras de esperma foram dividas ao meio. Uma metade foi mantida sozinha, morrendo naturalmente. A outra foi exposta a radiação de celulares e morreu três vezes mais rápido. Homens que usam celulares por quatro horas ao dia têm a metade da contagem de esperma em relação aos demais.

Crianças correm mais perigo?
O crânio das crianças é mais fino, seus cérebros estão se desenvolvendo. A radiação do celular penetra duas vezes mais. E a medula óssea de uma criança absorve dez vezes mais radiação das micro-ondas do celular. É uma bomba-relógio. A França tornou ilegal vender celular voltado às crianças. Nos EUA, temos comerciais encorajando celular para crianças. É terrível. Fico horrorizada com a tendência de as pessoas darem celulares para bebês e crianças brincarem. Sabemos que pode haver um vício no estímulo causado pela radiação de micro-ondas. Ela estimula receptores de opioides no cérebro.

Jovens usam muitos gadgets que emitem radiação.
Sim, e eles não estão a par dos alertas que vêm com esses aparelhos. Não é para manter um notebook ligado perto do corpo. As empresas colocam os avisos em letras miúdas para reduzir sua responsabilidade quando as pessoas ficarem doentes.

É possível comparar a radiação de celular à fumaça?
Sim. O tabaco é um risco maior. Mas nunca tivemos 100% da população fumando. Agora, temos 100% das pessoas usando celular. Então, ainda que o risco relativo não seja tão grande, o impacto pode ser devastador.

Nos maços de cigarro, há aquelas fotos horríveis. Esse é o caminho para o celular?
Isso é o que foi proposto no Estado do Maine (EUA). Está se formando um grande movimento para alertar as pessoas a respeito dos celulares. Isso é o que aconteceu com o fumo passivo. Vamos começar a ver limites para a maneira e os locais onde as pessoas usam celular. A maioria não sabe que, se você está tentado conversar num celular em um elevador, a radiação está rebatendo nas paredes e fica mais intensa em você e em quem estiver perto.

Além de usar fones, o que é possível fazer para prevenir?
Enviar mensagens de texto é mais seguro do que falar. Ficar com o celular nas mãos, longe do corpo, é bom, e mantê-lo desligado também.

Mas celular é um vício!
Sim. Temos que usá-lo de forma mais inteligente.
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