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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

SOM

















O som é a propagação de uma frente de compressão mecânica ou onda mecânica; é uma onda longitudinal, que se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais (que têm massa e elasticidade), como os sólidos, líquidos ou gasosos.1
Os sons naturais são, na sua maior parte, combinações de sinais, mas um som puro monotónico, representado por uma senóide pura, possui uma velocidade de oscilação ou frequência que se mede em hertz (Hz) e uma amplitude ou energia que se mede em decibéis. Os sons audíveis pelo ouvido humano têm uma frequência entre 20 Hz e 20.000 Hz. Abaixo e acima desta faixa estão infrassom e ultrassom, respectivamente.2
Seres humanos e vários animais percebem sons com o sentido da audição, com seus dois ouvidos, o que permite saber a distância e posição da fonte sonora: a chamada audição estereofônica. Muitos sons de baixa frequência também podem ser sentidos por outras partes do corpo e pesquisas revelam que elefantes se comunicam através de infra-sons.
Os sons são usados de várias maneiras, muito especialmente para comunicação através da fala ou, por exemplo, música. A percepção do som também pode ser usada para adquirir informações sobre o ambiente em propriedades como características espaciais (forma, topografia) e presença de outros animais ou objetos. Por exemplo, morcegos, baleias e golfinhos usam a ecolocalização para voar e nadar por entre obstáculos e caçar suas presas. Navios e submarinos usam o sonar; seres humanos recebem e usam informações espaciais percebidas em sons. Outra aplicação importante das ondas sonoras é a visualização de tecidos do corpo: ultrassonografia. Através do eco produzido pelas ondas nos órgãos, é possível analisar as propriedades mecânicas dos tecidos e reproduzílas em imagens em escala de cinza.

Percepção dos Sons


Orelha humana
Para os humanos, a audição é normalmente limitada por frequências entre 20 Hz e 20.000 Hz (20 kHz), embora estes limites não sejam absolutos. O limite maior normalmente decresce com a idade. Outras espécies têm diferentes níveis de audição. Por exemplo, os cães conseguem perceber vibrações mais altas que 20.000 Hz. Como um sinal percebido por um dos sentidos, o som é usado por muitas espécies para detectar o perigo, orientação, caça e comunicação. A atmosfera da Terra, a água e virtualmente todos os fenômenos físicos, como o fogo, a chuva, o vento, as ondas ou os terremotos produzem sons únicos. Muitas espécies, como os sapos, os pássaros, mamíferos terrestres e aquáticos foram, também, desenvolvendo órgãos especiais para produzir som. Em algumas espécies, estes evoluíram para produzir o canto e a fala.

Quantos litros de sangue tem o corpo humano?


Assim como eu você já se desesperou em alguma situação onde se machucou e acabou perdendo 'muito' sangue? É nessas horas que a seguinte pergunta surge: Será que eu perdi muito sangue, quanto será que ainda tenho no meu corpo? Vamos então á resposta desta questão.

Uma pessoa normal possui um volume de cinco a seis litros de sangue circulando no corpo, geralmente representando até 7% de seu peso.

O sangue é formado por 4 elementos: plaquetas, glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e plasma.Os glóbulos brancos constituem grande parte do sistema imunológico. Glóbulos brancos defendem o nosso corpo matando coisas que não pertencem ao corpo, como bactérias e vírus.

Os glóbulos vermelhos levam oxigênio pelo corpo e limpam o dióxido de carbono que for gerado pelas células. Já as plaquetas tem a função de coagulação do sangue. Um coágulo é quando o sangue líquido de solidifica.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cãibras

 
Cãibras são contrações musculares súbitas, involuntárias, dolorosas e momentâneas. Sabe-se que essas contrações são de origem nervosa ou neuromuscular. Esse bloqueio muscular aparece geralmente nos músculos biarticulares: ísquios, bicípites, tricípites (longa porção) e barriga da perna.
A cãibra pode ser causada por inúmeros fatores. O principal fator associado à cãibra é o excesso de atividade muscular, ocasionando o acúmulo excessivo de ácido láctico no músculo. Além desse, outros fatores contribuem para a incidência das contrações, como a perda excessiva de água e sais minerais, principalmente o potássio; e a deficiência de fluxo sanguíneo, ocasionada por mudanças bruscas de temperatura ou problemas vasculares.
Para amenizar os efeitos da dor é recomendável aplicar toalhas quentes, massagens suaves e relaxantes musculares. Para evitar as cãibras é aconselhável comer alimentos ricos em potássio, como banana ou água-de-coco. Além disso, o alongamento dos músculos é essencial antes e depois de qualquer atividade física.
Em geral, a cãibra não representa preocupação para a saúde. A maioria delas ocorre esporadicamente durante exercícios muito intensos. No entanto, em casos frequentes, é necessária uma análise médica.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Como o organismo reage às diferenças de altitude?

Aumento da frequência cardíaca, falta de apetite, dor de cabeça, náusea, vômitos, dificuldade para respirar, sangramento do nariz. Parecem sintomas de algum filme de ficção sobre zumbis, mas são efeitos possíveis em pessoas que viajam de altitudes baixas para lugares montanhosos. Todas essas sensações surgem apenas em locais que estão a pelo menos 2.300 metros acima do nível do mar. A pressão atmosférica é menor. Isso deixa o ar mais rarefeito e menos oxigênio circula. Quanto mais alto, pior: alpinistas profissionais, por exemplo, correm o risco de sofrer edemas pulmonar ou cerebral ao tentar escalar o Everest, que tem quase 9 mil metros de altitude Arquivo pessoal de Karina Oliani/UOL
Aumento da frequência cardíaca, falta de apetite, dor de cabeça, náusea, vômitos, dificuldade para respirar, sangramento do nariz. Parecem sintomas de algum filme de ficção sobre zumbis, mas são efeitos possíveis em pessoas que viajam de altitudes baixas para lugares montanhosos.
Todas essas sensações surgem apenas em locais que estão a pelo menos 2.300 metros acima do nível do mar. A pressão atmosférica é menor. Isso deixa o ar mais rarefeito e menos oxigênio circula. Quanto mais alto, pior: alpinistas profissionais, por exemplo, correm o risco de sofrer edemas pulmonar ou cerebral ao tentar escalar o Everest, que tem quase 9 mil metros de altitude.
Os sintomas geralmente começam 4 horas depois de alcançar os 2.300 metros. O coração se acelera à toa. Sinal de que o organismo está fazendo um esforço extra para continuar captando o oxigênio que sempre esteve acostumado a absorver.
A partir daí, o pulmão começa a trabalhar mais. E aí vem a falta de ar: por mais que as inspirações preencham todo o órgão, a sensação é que é preciso ter uma caixa torácica maior para tentar captar todo o oxigênio.
Nas horas seguintes, outros desconfortos podem surgir. Para alguns, é preciso passar até duas semanas nesse ambiente para adaptar-se totalmente.
A boa notícia é que nem todo mundo sente o mal das montanhas. A má notícia é que não é possível prever quem vai passar mal. No entanto, fumantes, asmáticos, sedentários, pessoas com problemas cardíacos, cardiovasculares e respiratórios podem sofrer mais. De qualquer forma, é possível se preparar com antecedência para tentar minimizar os efeitos.

Prepare-se para subir

Meses antes da viagem, a dica é tentar melhorar ao máximo o condicionamento físico. Exercícios aeróbicos ampliam as capacidades cardíaca e pulmonar. Com o coração e pulmão funcionando bem, eles realizam melhor a troca de oxigênio por gás carbônico no organismo.
Uma semana antes de partir, o ideal é fazer uma dieta para suplementar o ferro. O mineral é um dos ingredientes essenciais para a produção de hemoglobina. Com mais glóbulos vermelhos circulando no organismo, a troca de gás carbônico por oxigênio é mais eficiente. Vale comer bife de fígado, folhas verdes escuras (como agrião, rúcula, mostarda, couve), feijão... Alie a ingestão de alimentos ricos em ferro com outros ricos em vitamina C. Com a vitamina, a absorção do mineral é mais garantida.
Subir gradativamente é outra medida que pode resolver os problemas. Conhecer cidades mais baixas antes de chegar ao destino final que fica em uma altitude maior é ideal para o organismo se adaptar aos poucos.
Já no alto, vale a pena trocar comidas gordurosas por alimentos ricos em carboidrato. O organismo recebe mais energia com o carboidrato e trabalha muito menos para digerir a gordura. Também é preciso evitar exercícios de intensidade para não sobrecarregar os órgãos que já estão trabalhando na intensidade máxima.

Caminho de volta

Quem sempre viveu em lugares de baixa altitude e passa mal na montanha costuma se recuperar já no momento em que retorna ao local mais baixo. E quem está acostumado a viver na montanha geralmente não sente desconforto ao viajar para a praia, por exemplo.
Reza a lenda que quem vive no ar rarefeito ganha vantagem física ao praticar esportes em locais de altitude baixa. Isso não acontece: mesmo com a maior oferta de oxigênio, o organismo só vai absorver a quantidade necessária, nada além que o torne um super-homem. Até mesmo quem nasceu e praticou esportes nas montanhas pode sentir os efeitos da altitude ao retornar para casa após passar meses na praia, por exemplo.

Por que sentimos frio na barriga?

Falta pouco para aquela prova difícil na escola, uma importante entrevista de emprego está por vir ou a pessoa com quem você tanto queria sair aceitou, finalmente, seu convite. Nesses momentos de medo e ansiedade, o frio na barriga é consequência de uma reação de estresse.
O corpo todo está sob alerta e há uma rápida liberação de adrenalina. Como respostas imediatas, ocorre diminuição da circulação do sangue na área do abdômen, contração do estômago e liberação de uma maior quantidade de ácido. Tudo isso causa aquela sensação momentânea do "frio" e a barriga encolhe.
Se o estímulo estressante (ansiedade e medo, por exemplo) continuar, o corpo tende a atenuar a resposta, mas outros sintomas podem aparecer, como insônia, mãos suadas e taquicardia.