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sábado, 16 de março de 2013

ATIVIDADE DE ESTUDO /Avalia BH

CAROS ALUNOS,

APROVEITEM AS POSTAGENS A SEGUIR (MARCADOR: AVALIA BH) E FAÇAM A ATIVIDADE DE ESTUDO PARA A PROVINHA DIA 21/02.

ESTUDE BASTANTE, PARA TER UM BOM RENDIMENTO!

AGUARAREI ANCIOSA OS TEXTOS DE VOCÊS!


OBS.: 
-O TRABALHO PODE SER FEITO EM FOLHA DE OFÍCIO OU DE CADERNO.
-PODE USAR UMA FOLHA PARA CADA TEXTO.
-LEMBREM-SE: NÃO COBRAREI TEXTOS GRANDES. 
-O IMPORTANTE É RESUMIR, ESCREVER O QUE ACHAR MAIS IMPORTANTE.

ABRAÇOS A TDS 

PROF. RAQUEL

ATIVIDADE DE ESTUDO / AVALIA - BH

FAZER UM PEQUENO TEXTO SOBRE CADA ÍTEM LISTADO ABAIXO:

1- CADEIA ALIMENTAR: -NÍVEL TRÓFICO;
                                            - FLUXO DE ENERGIA.
2- FUNGOS / DECOMPOSITORES.
3- CICLO DA ÁGUA.
4- MÁQUINAS SIMPLES: -ALAVANCA;
                                             - CUNHA;
                                             - RAMPA;
                                             - ROLDANA.
(FALAR TAMBÉM SOBRE O SARILHO).
 5- MATERIAIS DE ORIGEM SINTÉTICA E NATURAIS.
6- COLETA SELETIVA/ RECICLAGEM
(FALAR SOBRE AS VANTAGENS E SÍMBOLOS).
7- PURIFICAÇÃO E TRATAMENTO DA ÁGUA.
8- EVOLUÇÃO E ADAPTAÇÃO AO MEIO AMBIENTE.
9- GASES PRESENTES NO AR ATMOSFÉRICO.
10- ENERGIA:   - POTENCIAL;
                           - CINÉTICA;
                           - LUMINOSA;
                           - QUÍMICA;
                           -TÉRMICA.
11- REPRODUÇÃO SEXUADA DAS PLANTAS 
(FALAR DE POLINIZAÇÃO).
12-TERREMOTO: - CAUSAS;
                             - CONSEQUÊNCIAS.
13- DESMATAMENTO: - CAUSAS;
                                      - CONSEQUÊNCIAS.
14- MUDANÇAS DO ESTADO FÍSICO DA ÁGUA.
15- ALIMENTOS TRANGÊNICOS.
16- VACINAS / CAMPANHAS DE VACINAÇÃO (IMPORTÂNCIA).
17- CONTAMINAÇÃO/IMUNIDADE.
18- CONSEQUENCIA DA QUEIMA DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS.
19- ESTRUTURA DA TERRA 
(LITOSFERA/ ASTENOSFERA/MESOSFERA/ENDOSFERA) .


EM CASO DE DÚVIDAS OU SUGESTÕES:
ESCREVA NOS COMENTÁRIOS ABAIXO QUE RESPONDEREI EM BREVE.

FOTOSSÍNTESE

Fotossíntese é basicamente um processo celular pelo qual a maioria dos seres autótrofos produz seu próprio alimento (substâncias orgânicas) a partir de elementos inorgânicos. A energia para a realização desse processo vem da luz, tendo como principal fonte o próprio Sol. A energia luminosa solar fica armazenada nas moléculas de glicídios, e passa a ser utilizada como reserva de nutrientes ou fonte de alimento para outros seres vivos.
Praticamente todo gás oxigênio presente em nossa atmosfera (20% aproximadamente) foi resultante do processo de fotossíntese; alguns cientistas chegam a afirmar que são necessários cerca de 2000 anos para se renovar toda essa quantidade de oxigênio presente na Terra.
Para se realizar a fotossíntese, a maioria dos seres autótrofos utiliza como reagente o gás carbônico e a água, assim, produzem oxigênio e glicídios. Os glicídios produzidos são armazenados e podem ser utilizados como fonte de energia e de matéria-prima para a formação de novas estruturas e compostos.
A maioria dos seres autótrofos, como as plantas por exemplo, conseguem realizar esse incrível processo graças à presença de uma substância de cor verde conhecida como clorofila; que tem a capacidade de absorver a energia luminosa presente na luz solar e transformá-la em energia, que depois é convertida em glicídios.
Nas plantas, as folhas apresentam uma enorme quantidade de clorofila, por isso são verdes. Entretanto, existem plantas que apresentam células clorofiladas em seu caule, como é o caso dos cactos.
A fotossíntese das plantas é dividida em etapas, uma vez que estamos falando de um processo bastante complexo, e durante essas etapas existem condições que interferem, prejudicando ou potencializando o processo fotossintetizante. Vamos conhecer alguns deles:
1. Temperatura – estudos comprovaram que condições favoráveis à taxa de fotossíntese cresce até a temperatura de 35º C, após essa temperatura os níveis de produção de seus compostos diminui em razão da desnaturação das proteínas em temperaturas elevadas.
2. Concentração de Gás Carbônico – naturalmente existem 0,03% de CO2 na atmosfera, mas, experimentalmente, cientistas conseguiram elevar essa quantidade e potencializar o processo de fotossíntese. O limite máximo de CO2 chegou a 0,3%, ou seja 10 vezes a quantidade presente na atmosfera. Isso quer dizer que a planta não faz mais fotossíntese por que a quantidade de CO2 é reduzida.
3. Luz – um dos fatores para ocorrer fotossíntese é a presença de luz, dessa forma, à medida que a luminosidade aumenta, a taxa de fotossíntese aumenta.
O processo de fotossíntese contribui também com a vida dos organismos que a realizam, uma vez que se tornam autossuficientes em relação à sua alimentação e a de outros animais, que, na busca por alimento, consomem tais plantas.
ASSISTA O VÍDEO 
COMO O PROCESSO DE FOTOSSINTESE INTERFERE NA PRODUÇÃO DO PETRÓLEO
http://www.youtube.com/watch?v=udoTtpRB_Io&feature=related



Fotossíntese
A fotossíntese é o principal processo autotrófico e é realizada pelos seres clorofilados, representados por plantas, alguns protistas, bactérias fotossintetizantes e cianobactérias.
Na fotossíntese realizada pelos seres fotossintetizantes, com exceção das bactérias, gás carbônico (CO2) e água (H20) são usados para a síntese de carboidratos, geralmente a glicose. Nesse processo há a formação de oxigênio (O2), que é liberado para o meio.

A fotossíntese realizada pelas bactérias fotossintetizantes difere em muitos aspectos da realizada pelos demais organismos fotossintetizantes, como veremos a seguir.
A fórmula geral da produção de glicose pela fotossíntese dos eucariotos e cianobactérias é:
6 CO2 + 12 H2O      C6H12O6 + 6 O2 + H2O

Essa equação mostra que, na presença de luz e clorofila, o gás carbônico e a água são convertidos em uma hexose – neste exemplo, a glicose -  havendo liberação de oxigênio.

Os seres fotossintetizantes são fundamentais para a manutenção da vida em nosso planeta, pois são a base da maior parte das cadeias alimentares e produzem oxigênio, gás mantido na atmosfera em concentrações adequadas graças principalmente a atividade fotossintética.

Origem do oxigênio e fotossíntese bacteriana

O oxigênio liberado pela fotossíntese realizada pelos eucariontes e pelas cianobactérias provém da água, e não do gás carbônico, como se pensava antigamente.

O primeiro pesquisador a propor isso foi Cornelius Van Niel, na década de 1930, quando estudava bactérias fotossintetizantes. Ele verificou que as bactérias vermelhas sulfurosas (ou tiobactérias púrpuras) realizavam uma forma particular de fotossíntese em que não havia necessidade de água nem formação de oxigênio. Essas bactérias usam gás carbônico e sulfeto de hidrogênio (H2S) e produzem carboidrato e enxofre.
Van Niel escreveu, então, a fórmula geral da fotossíntese realizada por essas bactérias:
Fotossíntese bacteriana
6 CO2+ 2 H2S      CH2O + H2O + 2 S
Foi a compreensão desse processo de fotossíntese que levou o pesquisador a propor a equação geral da fotossíntese:

6 CO2+ 2 H2A     CH2O + H2O + 2 A
Essa equação mostra que H2A pode ser a água (H2O) ou o sulfeto de hidrogênio (H2S) e evidencia que, se for água ela é a fonte de oxigênio na fotossíntese.

Essa interpretação foi confirmada posteriormente, na década de 1940, por experimentos em que pesquisadores forneciam às plantas água cujo oxigênio era de massa 18 (O18, isótopo pesado do oxigênio) em vez de 16 (O16), como o oxigênio da água comum. Eles verificaram que o oxigênio liberado pela fotossíntese era o O18, corroborando a interpretação de Van Niel.
Ficou comprovado, então, que o oxigênio liberado durante a fotossíntese dos eucariontes e das cianobactérias provém da água e não do gás carbônico.


PIRÂMIDES ECOLÓGICAS

Pirâmide de energia
A energia solar captada pelos produtores vai-se dissipando ao longo das cadeias alimentares sob a forma de calor, uma energia que não é utilizável pelos seres vivos. À medida que esta energia é dissipada pelo ecossistema, ocorre uma permanente compensação com a utilização de energia solar fixada pelos produtores, passando depois através de todos os outros elementos vivos do ecossistema.
O nível energético mais elevado, nos ecossistemas terrestres, é constituído pelas plantas clorofiladas (produtores). O resto do ecossistema fica inteiramente dependente da energia captada por eles, depois de transferido e armazenada em compostos orgânicos. O nível imediato é constituído pelos herbívoros. Um herbívoro obterá, portanto, menos energia das plantas clorofiladas do que estas recebem do Sol. O nível seguinte corresponde ao dos carnívoros. Apenas parte da energia contida nos herbívoros transitará para os carnívoros e assim sucessivamente.
Foi adaptado um processo de representação gráfica desta transferência de energia nos ecossistemas, denominado pirâmide de energia, em que a área representativa de cada nível trófico é proporcional à quantidade de energia disponível. Assim, o retângulo que representa a quantidade de energia que transita dos produtores para os consumidores de primeira ordem é maior do que aquele que representa a energia que transita destes para os consumidores de segunda ordem e assim sucessivamente.
As cadeias alimentares estão geralmente limitadas a 4 ou 5 níveis tróficos, porque há perdas de energia muito significativas nas transferências entre os diferentes níveis. Consequentemente, a quantidade de energia que chega aos níveis mais elevados já não é suficiente para suportar ainda outro nível trófico.


Calculou-se que uma superfície de 40000m2 pode produzir, em condições adequadas, arroz em quantidade suficiente para alimentar 24 pessoas durante um ano. Se esse arroz, em vez de servir de alimento ao Homem, fosse utilizado para a criação de gado, a carne produzida alimentaria apenas uma pessoa nesse mesmo período.
Quanto mais curta for uma cadeia alimentar, maior será, portanto, o aproveitamento da energia. Em países com falta de alimentos, o Homem deve optar por obtê-los através de cadeias curtas.
Para cálculo da eficiência nas transferências de energia de um nível para o outro, há necessidade de avaliar a quantidade de matéria orgânica ou de energia existente em cada nível trófico, ou seja, é necessário conhecer a produtividade ao longo de todo o ecossistema.

Pirâmides Ecológicas

Aumentar fontes para melhor leitura Diminuir fontes para melhor leitura http://www.colegioweb.com.br/wp-content/themes/ColegioWeb/Imprimir Artigo
As relações ecológicas entre seres vivos podem ser representadas graficamente por meio da construção das chamadas pirâmides ecológicas. Essas pirâmides representam as variações de massa, número e energia dentro de um ecossistema.
Pirâmide de energia
Expressa a quantidade de energia acumulada em cada nível da cadeia alimentar. Como a energia apresenta um fluxo decrescente, quanto mais distante dos produtores, menor será a quantidade de energia útil recebida.
Pirâmide de biomassa

Expressa a quantidade de biomassa, matéria viva acumulada em cada nível trófico da cadeia alimentar. É representada pelo peso seco consumido numa cadeia alimentar e expressa a quantidade de matéria orgânica por área. É direta nos ecossistemas terrestres que têm produtores com biomassa muito maior que os consumidores. Porém é invertida em ecossistemas aquáticos onde os produtores são bem menores e consumidos em grande quantidade por consumidores cada vez maiores. Este tipo de ecossistema só pode existir devido ao alto grau de reprodução que é feito pelos produtores representados ali, geralmente o fitoplâncton.

Demonstra o número de indivíduos que existe em cada nível trófico. Dependendo do tipo de ecossistema, a pirâmide de números pode ser direta ou invertida. Podemos ter três tipos básicos de cadeias alimentares: a) de predadores que promoverá pirâmides diretas; b) de parasitas e superparasitas que dará pirâmides invertidas; c) de detritívoros que dará pirâmides diretas.
No caso de parasitos e superparasitos, assim como no caso de pragas, temos pirâmides invertidas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

ESCLARECENDO DÚVIDAS

O ÍTEM 8 ESTÁ POSTADO COM O TÍTULO:
AVALIA BH - EVOLUÇÃO/ADAPTAÇÃO (BARRA LATERAL- LOGO APÓS COMPOSIÇÃO DO AR).

BOM  ESTUDO E BOM TRABALHO A TODOS. 

NÃO ESQUEÇAM:  em cada sala um aluno ficou responsável de recolher os trabalhos da turma.
 ENTREGAR NO INÍCIO DA AULA ANTES DA PROVINHA!

CASO QUEIRAM FALAR ALGUMA COISA COMIGO SOBRE O TRABALHO:
 FAÇAM POR ESCRITO E ENTREGUEM JUNTO COM O TRABALHO, NÃO ESQUEÇAM DE  COLOCAR O NOME E A SALA. DEPOIS CONVERSAREMOS (na sexta-feira ou segunda-feira no início das aulas).

COMENTÁRIOS: OS ALUNOS NÃO ESTÃO CONSEGUINDO POSTAR COMENTÁRIOS/DÚVIDAS NO BLOG, COMO SUGERIDO. TEREMOS QUE PEDIR AUXÍLIO AOS AGENTES DE INFORMÁTICA (GABRIEL/INTEGRADA OU ÚRSULA/3ºCICLO). O PRIMEIRO QUE APRENDER COMUNIQUE A TDS.

CONTO COM  VOCÊS! SE ORGANIZEM! E FAÇAM UMA BOA PROVA!

PROF. RAQUEL

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

AVALIA BH - ESTRUTURA DA TERRA

1. Noções de estrutura da Terra:
A Litosfera é a camada sólida da Terra, formada pelos minerais, rochas e solos, no seu interior há a presença de materiais inorgânicos em fusão, que apresentam um grau geotérmico, no qual a temperatura aumenta conforme nos aprofundamos.
A estrutura da Terra está dividida em camadas, e cada uma delas apresenta uma composição, temperatura e densidade diferente.

Litosfera ou Crosta Terrestre:
• Sial: É o nome dado à porção superficial da crosta terrestre também chamada de crosta continental. Sua temperatura chega a 600ºC. São rochas magmáticas e metamórficas, suas espessuras vão de 15 a 25 km, e a densidade é de 2,7.
• Sima: É a porção inferior da crosta terrestre. Nesta região há principalmente a presença de silicatos de magnésio e ferro. Sua temperatura chega a1, 200°C, sua espessura vai de 30 a 35 km, e a densidade é de 2,95.
Magma pastoso:
• Manto: O manto está localizado abaixo da crosta terrestre. Sua espessura é de aproximadamente 1.200 km, a temperatura tem em média 3.400°C e a densidade é de 3,3. O material que compõem o manto é pastoso, especialmente rochas ultrabásicas.
• Camada intermediária: sua espessura é de 1, 700 km, a temperatura chega a 4.000°C e a densidade é de 112,2.
• Nife: É o núcleo da Terra, composto por ferro e o níquel. Sua espessura é de aproximadamente 3.470 km, a temperatura pode atingir até 6.000°C, sua densidade de 12,2.
Acredita-se que o interior da Terra, no princípio de sua formação, estava totalmente em estado de fusão. Observando as temperaturas de erupções vulcânicas e pela difusão das ondas sísmicas, concluímos que as densidades das camadas da Terra são diferentes, e que ela aumente de acordo com a profundidade. Em média, a cada 35 m de profundidade a temperatura da camada aumenta 1ºC. Essa variação é chamada de grau geotérmico.
As camadas da Terra formam a sua estrutura, cada uma delas apresenta uma determinada constituição física e química:
Para um maior entendimento vamos especificar cada uma das camadas:
atmosfera: É a camada de ar que envolve a Terra.
hidrosfera: É a cada líquida da Terra.
Litosfera: É a camada sólida ou rochosa da Terra.
Biosfera: É a camada da Terra que compreende as partes de terra, mar e águas continentais habitadas pelos seres vivos.
Observando a estrutura da Terra, considerando as propriedades físicas dos materiais, podemos notar a litosfera sólida abrangendo a astenosfera semifluida, que envolve a mesosfera sólida, que se estende até o núcleo.

AVALIA BH - COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

Definição

Os combustíveis fósseis são substâncias de origem mineral, formados pelos compostos de carbono. São originados pela decomposição de materias orgânicos, porém este processo leva milhões de anos. Logo são considerados recursos naturais não renováveis. 
Os combustíveis fósseis mais conhecidos são: gasolina, óleo diesel, gás natural e carvão mineral. A queima destes combustíveis é usada para gerar energia e movimentar motores de máquinas, veículos e até mesmo gerar energia elétrica (no caso das usinas termoelétricas). 
A queima destes combustíveis gera altos índices de poluição atmosférica. Logo, são os grandes responsáveis pelo efeito estufa e aquecimento global.

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AVALIA BH - VACINAS

As vacinas (nome advindo de vaccinia, o agente infeccioso da varíola bovina, que, quando é injectado no organismo humano, proporciona imunidade à varíola no ser humano) são substâncias, como proteínas, toxinas, partes de bactérias ou vírus, ou mesmo vírus e bactérias inteiros, atenuados ou mortos, que ao serem introduzidas no organismo de um animal, suscitam uma reação do sistema imunológico semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por um determinado agente patogênico, desencadeando a produção de anticorpos que acabam por tornar o organismo imune ou, ao menos mais resistente, a esse agente (e às doenças por ele provocadas).
São geralmente produzidas a partir de agentes patogênicos (vírus ou bactérias), ou ainda de toxinas, previamente enfraquecidos. Ao inserir no organismo esse tipo de substâncias, fazemos com que o corpo combata o agente estimulando a síntese de anticorpos, que protegem o nosso organismo, além de desenvolver a chamada memória imunológica, tornando mais fácil o reconhecimento do agente patogênico em futuras infecções e aumentando a eficiência do sistema imune em combatê-lo. Quando o corpo é atacado por algum agente patogênico não chega a desenvolver a doença porque o organismo encontra-se protegido.
Os vírus se multiplicam sem controle (gerando doenças) em um organismo, se encontrarem terreno favorável para isso. As vacinas previnem doenças como hepatite, febre amarela e sarampo.
Tal forma de medicação já existia há bastante tempo, tendo sido usada por chineses e povos do mediterrâneo, muitas vezes na forma de medicina popular. Louis Pasteur celebrizou-se pela formalização científica da vacina.


As vacinas fazem parte da nossa vida desde nosso nascimento e são essenciais para a eficácia na prevenção contra várias infecções além de ser um instrumento importante para a saúde pública na missão de proteger um grande contingente humano. A vacinação pode ajudar também na erradicação de doenças como ocorreu com a poliomelite e o sarampo no Brasil.
As vacinas são produtos biológicos que derivam ou são semelhantes a um microoganismo causador de uma determinada doença que, ao serem introduzidos no organismo, induzem uma reação do sistema imunológico (semelhante à que ocorreria no caso de uma infecção por determinado agente patogênico), estimulando a formação de anticorpos e criando uma barreira de proteção contra esse agente e às doenças por ele provocadas.

AVALIA BH - ALIMENTOS TRANGÊNICOS

Os alimentos transgênicos são geneticamente modificados com o objetivo de melhorar a qualidade e aumentar a produção e a resistência às pragas, visando o lucro.
O DNA desses alimentos é modificado.
Em algumas técnicas, são implantados fragmentos DNA de bactérias, vírus ou fungos no DNA da planta. Esses fragmentos contêm genes que codificam a produção de herbicidas. As plantas que receberam esses genes produzem as toxinas contra as pragas da lavoura, não necessitando de certos agrotóxicos. Algumas são resistentes a certos agrotóxicos, pois em determinadas lavouras precisa-se exterminar outro tipo de vegetal, como ervas daninhas, e o mesmo agrotóxico acaba prejudicando a produção total.
Alguns produtos são modificados para que contenha um maior valor nutricional, como o arroz  dourado da Suíça, que é muito rico em betacaroteno, substância precursora de Vitamina A. O arroz é um alimento muito consumido em todo o mundo, e quando rico em betacaroneto, ajuda a combater as doenças por deficiência de vitamina A.
Alguns vegetais são modificados para resistirem ao ataque de vírus e fungos, como a batata, o mamão, o feijão e banana. Outros são modificados para que a produção seja aumentada e os vegetais sejam de maior tamanho. Existem também alimentos que têm o seu amadurecimento prolongado, resistindo por muito mais tempo após a colheita.
Pontos positivos
- Aumento da produção
- Maior resistência à pragas (vírus, fungos, bactérias e insetos)
- Resistência aos agrotóxicos
- Aumento do conteúdo nutricional
- Maior durabilidade e tempo de estocagem
Pontos negativos
- A seleção natural tende a ser maior nas plantas que não são transgênicas.
- Eliminação de populações naturais de insetos, animais e outras espécies de plantas.
- Aumento de reações alérgicas em determinadas pessoas
Segurança
Muitas plantas são cultivadas e analisadas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), porém a comercialização dessas especialidades ainda não está autorizada.
Muitos transgênicos ainda não são autorizados para serem comercializados em decorrência da polêmica gerada pelo impacto ambiental e reações alérgicas já observadas em algumas pessoas.
A empresa responsável pela autorização do plantio e comercialização é a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).
Rotulagem
Muitos transgênicos estão chegando à mesa dos consumidores sem as devidas informações. Todos os consumidores têm o direito de saber o conteúdo do produto que está consumindo e as conseqüências disso, inclusive qual foi a técnica empregada para a melhoria daquele alimento.

AVALIA BH - MUDANÇA DE ESTADO FÍSICO DA ÁGUA



MUDANÇAS DE ESTADOS FÍSICOS

CICLO DA ÁGUA

1- A água dos lagos, rios e mares está no estado líqüido.

2 - O sol aquece a água, ela sobe para a atmosfera, transforma-se em gotas de água que se juntam e formam as nuvens.

3 - Quando as nuvens ficam muito pesadas, caem sobre a Terra em forma de chuva. A água da chuva vai ser aquecida pelo sol e assim o ciclo da água continua.





As passagens entre os três estados físicos (sólido, líquido e gasoso) têm o nome de mudanças de estado físico.



As mudanças de estados físicos são sempre transformações físicas.

Fusão

Passagem, provocada por um aquecimento, do estado sólido para o estado líquido.
O aquecimento provoca a elevação da temperatura da substância até ao seu ponto de fusão. A temperatura não aumenta enquanto está a acontecer a fusão. Depois de toda a substância passa para o estado líquido é que a temperatura volta a aumentar.



Solidificação

Passagem do estado líquido para o estado sólido, através de arrefecimento.
Quando a substância líquida inicia a solidificação, a temperatura fica inalterada até que a totalidade esteja no estado sólido, e só depois a temperatura continua a baixar.



Vaporização

Passagem do estado líquido para o estado gasoso, por aquecimento.
Se for realizada lentamente chama-se evaporação, se for realizada com aquecimento rápido chama-se ebulição.
Durante a ebulição a temperatura da substância que está a passar do estado líquido para o estado gasoso permanece inalterada, só voltando a aumentar quando toda a substância estiver no estado gasoso.



Condensação

Passagem do estado gasoso para o estado líquido, devido ao um arrefecimento.
Quando a substância gasoso inicia a condensação, a temperatura fica inalterada até que a totalidade esteja no estado líquido, e só depois a temperatura continua a baixar.

Sublimação

Passagem direta de uma substância do estado sólido para o estado gasoso, por aquecimento, ou do estado gasoso para o estado sólido, por arrefecimento.

AVALIA BH - DESMATAMENTOS


O Desmatamento - Causas e Consequências

O desmatamento é um dos assuntos mais preocupantes para as autoridades. Todos os dias milhares de árvores vão ao chão e poucas são plantadas. O mundo caminha a passos largos para a devastação de nossas florestas. Continue lendo e entenda melhor sobre o desmatamento.



O Desmatamento
Infelizmente diariamente vemos em televisões, jornais, internet o desmatamento  correndo solto por ai. Todos os dias milhares de árvores vão ao chão por interesse do homem. Esse interesse em querer sempre mais e mais do homem, vem colocando a vida de todo ser vivo da terra em risco. O desmatamento  contribui e muito para que o aquecimento global ocorra de maneira mais rápida.

Desmatamento – Causas

O desflorestamento ou desmatamento é causado pela ambição do homem, e na maioria das vezes ele é de forma ilegal. O desmatamento  é um dos assuntos que mais preocupa as autoridades mundiais, visto que a população ainda não tem uma boa conscientização ambiental.
O maior motivo de desmatamento  é visando à utilização do solo rico para atividades agropecuárias, madeireiras, etc. O problema já existe e é quase impossível de reverter, visto que estamos caminhando em passos longos.  Atualmente a destruição atinge cerca de 170.000 km² por ano, o que é considerado um número assustador.
A Ásia já devastou cerca de 60% de toda floresta de seu território. No Brasil temos números menores, mas não deixam de ser preocupantes.

Desmatamento – Consequências

As consequências podem ser muito graves em relação ao desmatamento. A retirada da cobertura vegetal pode causar a perda da biodiversidade, a degradação do solo, aumento do índice do processo de desertificação, erosões, mudanças climáticas, entre outros. Resumindo as consequências que podemos presenciar se não preservarmos o que nós temos pode ser devastadoras, tudo que acontece em relação ao meio ambiente está diretamente relacionado a nós também, por isso não desmate, plante!

AVALIA BH - TERREMOTOS



Quais as causas do terremoto
Tremores ou vibrações na superfície terrestre acontecem há bilhões de anos em diversas partes da terra, eles ocorrem em diferentes dimensões e intensidades que só podem ser descobertos depois que ocorrem. As causas dos terremotos ainda eram desconhecidas até a década de 1960 onde ninguém sabia explicar direito as causas destes fenômenos, a partir desta época foi inventado um aparelho chamado sismógrafo ele era capaz de registrar as ondas sísmicas ou sismos que movimentavam a terra e assim poder descrever a intensidade que ele ocorreu. Com a utilização destes aparelhos foi possível que os seres humanos estudiosos fizessem um mapeamento de diversas áreas onde ocorrem os primeiros abalos, com o mapeamento foi possível descobrir que os terremotos têm certos limites de movimentos nas partes superiores das placas terrestres e não pode tremer muito além daquilo a menos que sua força seja muito grande, quanto mais próximos os terremotos ocorrerem da superfície pior será para todos que vivem nas regiões.
Existem três causas grandes para que ocorra o terremoto a primeira delas é o desabamento que ocorrem por causa de deslizamentos de massas rochosas que são causados pela força da gravidade, normalmente os desabamentos que ocorrem por conta destes desabamentos não são tão fortes e significativos e tremem apenas algumas partes. Outra maneira de ocorrerem terremotos são através do vulcanismo nas regiões vulcânicas a terra vive em constante modificação nas partes internas e com as explosões que ocorrem no local é normal que trema tudo o que está envolta, apesar de sua intensidade ser muito grande e arrasar o que estiver por perto ele é limitado a isso e não vai tão longe a ponto de tremer um município vizinho a ele. Algumas cidades espalhadas pelo mundo são construídas ao redor de vulcões correndo sérios riscos de explosões e também de erupções que podem deslizar lavas. O último modo importante dos terremotos ocorrerem é pelo Tectonismo estes não precisam nem mesmo dos sismógrafos, além disso, pode ser sentido há mais de dois mil quilômetros de onde ocorreu.
Os terremotos causam maiores estragos nas partes da terra onde são cobertos por sedimentos pouco consolidados, muito embora as onde por baixo da terra haja rochas elas levam o terremoto com intensidade maior para a superfície. Geralmente os terremotos não afetam o relevo modificando o seu desenho porque quase nunca são próximos deles, mas se ocorrer muito próximo da superfície há grandes riscos disso acontecer e mudar ao menos um pouco a paisagem, isso só será percebido pelas pessoas que moram no local por fotos de satélites dificilmente vai dar para ver. Estamos muito a frente do que se sabia sobre os terremotos no passado e cada vez melhorando o conhecimento dos estudiosos que podem nos informar sobre o assunto, mas mesmo assim ainda não somos capazes de prever os terremotos e saber onde eles vão ocorrer por isso acontecem tantas mortes nas cidades que não estão preparadas.

AVALIA BH - REPRODUÇÃO DOS VEGETAIS

Duas formas básicas:
1- Reprodução assexuada ou agâmica: onde unidades reprodutivas, provenientes de partes do organismo originam diretamente um outro indivíduo. Ex.: esporos, tubérculos, estolhos, brotamentos em caules e folhas, etc.
2- Reprodução sexuada ou gâmica: através da união de duas unidades reprodutivas unicelulares, os gametas (singamia). Em todas as plantas terrestres, além de muitas algas e fungos, ocorre um ciclo vital com alternância de gerações haplóide e diplóide (ciclo haplodiplôntico):
(geração esporofítica)  - R* (meiose esporofítica)  - n n (esporos) - (geração gametofítica) n - n+n (gametas) = 2n (zigoto = geração esporofítica)
Nas briófitas (hepáticas e musgos), a geração perene é a gametofítica, com vida livre; o gametófito pode ser taloso ou folhoso e o esporófito é epifítico (vive sobre o gametófito) e efêmero.

Os anterozóides (gametas masculinos) são produzidos nos anterídios (gametângios masculinos); são biflagelados e nadam em meio líquído, chegando aos arquegônios (gametângios femininos) por quimiotactismo e fecundando a oosfera.

Nas plantas vasculares, ou seja, a partir das pteridófitas (samambaias, avencas, etc.), a geração predominante é a esporofítica, possuindo um sistema vascular bem desenvolvido, raízes e folhas. Aqui, o gametófito é muito reduzido; nas samambaias (Polypodiaceae), chega a se formar um gametófito de vida livre, o protalo, que produz arquegônios) e anterídios.

Os esporângios agrupam-se em soros, na parte inferior das frondes do esporófilo. Em outras pteridófitas, como Lycopodiaceae e Selaginellaceae, os esporângios estão reunidos em estróbilos, ramos modificados, portando esporofilos (folhas modificadas) que sustentam um único esporângio. Nas primeiras, há produção de um único tipo de esporos (plantas homosporadas) e nas últimas, dois tipos (plantas heterosporadas).

Os dois tipos de esporos produzidos em Selaginella são os miscrosporos e os macrosporos. Ao encontrar o solo úmido, o macrosporo germina, formando um macrogametófito (ou megagametófito), que é o gametófito feminino; este diferencia no ápice alguns arquegogônios contendo oosferas, que serão fecundadas por anterozóides (gametas flagelados e, portanto, dependentes do meio líquido). Em Selaginella, o megagametófito não tem vida livre, e é alimentado pelas reservas do macrosporo. Essa situação representa um passo evolutivo.

A partir daí, a permanência dos macrosporos nos macrosporângios da planta mãe, é o próximo passo evolutivo; isso significa a formação da semente, um macrosporângio contendo um macrosporo que não é liberado, ficando protegido por um tegumento. Desta forma, o processo de fecundação ocorre "in situ", oferecendo às espermatófitas maior chance de sobrevivência do que o esporo.

REPRODUÇÃO EM GIMNOSPERMAS

Microstróbilo: é o eixo ao qual se prendem os microsporófilos, folhas modificadas que sustentam microsporângios (estruturas produtoras de microsporos). Os microsporos irão se desenvolver em grãos de pólen (microgametófitos).

Muitas células diplóides (2n) de diferenciam no interior do microsporângio e, ao sofrerem divisões reducionais (meiose), originam uma tétrade tetraédrica de microsporos (n) unicelulares. Esses microsporos, ao se desenvolverem, sofrem divisões equacionais, originando uma estrutura no mínimo bicelular, o grão de pólen (microfito).
Megastróbilos: São diferentes para os diversos grupos: Em Cycadopsida são simples (Dioon, Zamia e Welwitschia) ou estão ausentes (Cycas: nesse caso, os macrosporófilos são claramente foliares e estão na porção terminal do caule, portando de 5 a 8 óvulos).

Em Ginkgopsida os megastróbilos são pequenos, com poucos óvulos. Em Pinopsida, são compostos, constituídos de um eixo caulinar sustentando dois tipos de escamas: a escama ovulífera, que contém o óvulo e a escama bracteal, que a sustenta.

O óvulo das gimnospermas constitue-se de um megasporângio (nucelo), envolvido por um tegumento e possue uma abertura, a micrópila, pela qual penetrarão os microsporos, tipicamente dispersos pelo vento nas gimnospermas.

Por outro lado, dentro do macrosporângio, uma célula diplóide (2n) irá sofrer meiose, originando uma tétrade linear de megásporos, dos quais apenas um se desenvolve, tornando-se um megagametófito (macrogametófito); os outros 3 macrosporos se degeneram. Durante o desenvolvimento do megagametófito, ocorre uma série de divisões nucleares, seguida da formação de paredes, da periferia para o centro.

Algumas células, próximas à micrópila, originam os arquegônios (gametângios femininos), que podem ser 2 ou mais e contêm a oosfera. A semente madura mantém o tegumento do óvulo, que dá origem à testa. Internamente a ele, observa-se uma fina camada, formada por restos de macrosporângio, que circunda o macrogametófito e serve de reserva alimentar para o embrião.

Em gimnospermas relativamente primitivas, da Classe Cycadopsida (Cycas, Encephalartus, Zamia, etc.), os microsporos trazidos pelo vento se fixam numa gota secretada nas proximidades da micrópila, sendo retraídos, com a evaporação para o interior, até uma câmara polínica, existente no ápice do macrogametófito (formado a partir do macrosporo, dentro do gametângio), que possue no ápice vários arquegônios; cada um contendo uma grande oosfera (gameta feminino); abaixo da câmara polínica, forma-se uma câmara arquegonial, com um conteúdo líquido.

Os microsporos que estavam na câmara polínica germinam, formando microgametófitos, em forma de tubo, contendo nas extremidades anterozóides, que irão nadar na câmara arquegonial, até alcançar os arquegônios.

Seguindo a evolução, aparecem as Pinopsida (Pinus, Araucaria, etc.), com formação de tubos polínicos, que crescem diretamente até o arquegônio, deixando aí os gametas masculinos, não mais flagelados, pois cessa a dependência da água. Esse processo é chamado sifonogamia. O embrião das gimnospermas se desenvolve às custas do tecido do macrófito circundante.

REPRODUÇÃO EM ANGIOSPERMAS

Nesse grupo, os órgãos de reprodução não estão mais reunidos em estróbilos, mas em flores, onde os estames representam os microsporofilos e os ovários, os macrosporofilos.

Como já foi dito, as angiospermas apresentam uma redução acentuada do megagametófito, nelas denominado saco embrionário; ele é formado a partir de uma tétrade de macrosporos originados por meiose, onde apenas um evolui, dividindo-se por 3 vezes seguidas, originando 8 núcleos, dos quais 3 se agrupam próximo à micrópila (duas sinérgides laterais e uma oosfera central); outros 3 migram para a extremidade oposta, constituindo antípodas; no centro do saco embrionário instalam-se os dois núcleos restantes, denominados núcleos polares da célula média.

O conjunto do saco embrionário, mais os dois tegumentos característicos desse grupo, forma o óvulo. Os microsporos que darão origem aos grãos de pólen são formados no interior das anteras, que podem abrir-se por fendas ou poros para liberá-los, quando esses estão maduros.

Ao chegarem ao estigma de outra flor; os grãos de pólen começam a produzir o o tubo polínico, que cresce através do estilete até o ovário, atravessa a micrópila do óvulo, lançando em seu interior duas células espermáticas; uma se funde com a oosfera, originando o zigoto e a outra se une aos núcleos polares, formando um tecido triplóide, o endosperma, que freqüentemente acumula grande quantidade de reservas nutritivas (amido, óleo, açúcares, etc.).

O embrião é formado após sucessivas divisões do zigoto, nutrindo-se do endosperma. Obs.: Alguns autores italianos e argentinos, utilizam uma nomenclatura diferente para as estruturas reprodutivas. Veja a tabela a seguir, com os sinônimos e as respectivas definições: Microsporo = androsporo > esporos que originam microgametófitos.

Macrosporo ou megasporo = ginosporo > esporos que originam macro ou megagametófitos. Microsporângio = androsporângio = saco polínico > esporângio produtor de microsporos. Macrosporângio = ginosporângio > esporângio produtor de megásporos. Microsporofilo = androsporofilo > estrutura de natureza foliar que sustenta 1 ou mais microsporângios.

Macrosporofilo = ginosporofilo > estrutura de natureza foliar que sustenta 1 ou mais megasporângios. Microgametofito - androfito = gametófito masculino (n) > pólen em estado tricelular - representa a geração sexuada masculina, originada a partir do microsporo; suas estruturas reprodutivas são os gametas masculinos (anterozóides ou células espermáticas).

Macrogametofito ou megagametofito - ginofito = gametófito feminino (n) = saco embrionário maduro > representa a geração sexuada feminina, originada a partir do megásporo; suas estruturas reprodutivas são os gametas femininos (oosfera e célula média). Microstróbilo = androstróbilo > estróbilo (ramo modificado portando esporófilos) que produz microsporos. Macrostróbilo = ginostróbilo > estróbilo que produz macrosporos.

Anterídio = androgônio > gametângio masculino > produz gametas masculinos. Arquegônio = ginogônio > gametângio feminino > produz gametas femininos. Anterozóide ou células espermáticas > gametas masculinos, sendo o primeiro tipo com flagelos. Oosfera > gameta feminino.

AVALIA BH - ENERGIA

Energia

Podemos definir energia como sendo a propriedade que determinado corpo ou sistema possui que lhe permite realizar trabalho. Assim, um corpo ou sistema qualquer que realiza ou é capaz de realizar trabalho, possui energia. Exemplos:
- ao receber uma força do motor um carro sofre um deslocamento realizando trabalho e transformando energia química (do
 combustível) em energia mecânica (movimento).
- ao fazer um esforço físico, por exemplo, ao levantar um peso, você estará realizando trabalho e gastando energia proveniente
 dos alimentos, que por sua vez a recebem do Sol que é de onde vem toda energia da Terra. A energia do Sol é devido às fusões nucleares em seu interior.
Esses diferentes tipos de energia podem ser transformados de uma modalidade em outra, por meio de processos naturais ou artificiais e que obedecem a um dos princípios mais importantes da Física e que é válido sempre - o princípio da conservação da energia.
“ A energia não  pode ser criada nem destruída, apenas transformada”


Tipos de Energia
Energia Mecânica – é composta da energia cinética e da energia potencial.
Energia Cinética – é a energia que um corpo possui quando está em movimento, pois nesse caso é capaz de realizar trabalho, efetuando um deslocamento ou produzindo uma deformação em outro corpo.
Energia Potencial – é a energia que um corpo possui armazenada quando se encontra numa determinada posição e que pode ser liberada transformando-se em outro tipo de energia. Assim, quando um corpo se encontra em determinada altura ele possui energia potencial gravitacional armazenada e que liberada, pode adquirir energia cinética ao cair e entrar em movimento.
Um corpo preso a uma mola comprimida possui energia potencial elástica armazenada e que pode se transformar em energia cinética quando a mola for distendida e fizer o corpo entrar em movimento.
 Energia elétrica – Como toda energia é a propriedade que um sistema possui de realizar trabalho, podemos definir energia elétrica como a capacidade de uma corrente elétrica de realizar trabalho, como por exemplo, um carrinho se deslocando através
 
de um motor elétrico (energia elétrica em mecânica), uma lâmpada sendo acesa ao ser percorrida por uma corrente elétrica (energia elétrica e luminosa e térmica) ou uma corrente elétrica percorrendo a resistência de um chuveiro (energia elétrica em térmica), etc.                                
 Energia Térmica -  trata-se de uma forma de energia que está associada à temperatura de um corpo onde seus átomos estão  em constante movimento de agitação, ao qual denominamos vibração térmica, que é responsável pela energia térmica do corpo. Quanto maior a agitação térmica, maior será o movimento vibratório dos átomos e consequentemente maior será sua temperatura que é o que ocorre, por exemplo, com a resistência elétrica de um chuveiro que, ao ser percorrida por uma
corrente elétrica, aumenta o movimento vibratório de seus átomos, ficando incandescente e liberando calor (energia elétrica em térmica).
Energia Química – é aquela que é liberada numa reação química, proveniente da quebra de ligações entre átomos.
Assim,quando ligamos o motor de um carro, a energia química da bateria se transforma em energia elétrica, que produzirá trabalho fazendo girar o motor.


 Após o carro entrar em movimento, parte da energia potencial química da gasolina se transformará em energia cinética e
moverá os pistões que fazem as rodas girarem, colocando o carro em movimento e parte será dissipada sob forma de térmica e sonora.
 Energia Luminosa -  A energia liberada pelo Sol propaga-se no espaço por meio de radiações eletromagnéticas das quais a luz é uma delas.  Somente pequena parcela da energia luminosa que chega à Terra , por meio da fotossíntese, se transforma em energia necessária às funções vitais dos vegetais que por sua vez nos fornecem os alimentos que entram na nossa constituição celular e também nos fornecem a energia necessária para as nossas atividades e as dos animais - base da vida no nosso planeta.
 Sem a energia luminosa do Sol e sem a sua transformação química pela fotossíntese (liberação do oxigênio na atmosfera e absorção do dióxido de carbono da mesma), não haveria alimento nem ar respirável para todas as formas de vida da Terra, que seria um planeta sem vida.
Energia Sonora – é transmitida através das ondas sonoras que são ondas mecânicas (necessitam de um meio material para se propagar) longitudinais (a direção de vibração coincide com a direção de propagação). Não se propagam no vácuo.
São produzidas por qualquer movimento vibratório e expandem-se no espaço (três dimensões) por meio de compressões e rarefações, até chegarem aos nossos ouvidos, onde os tímpanos, por ressonância, são induzidos a vibrar com a mesma 
freqüência da fonte e nos causam a sensação fisiológica do som.
A faixa média de freqüências audíveis para um ouvido humano normal varia de 20Hz  até 20.000Hz.
Ondas com freqüências inferiores a 20Hz são os infra-sons e superiores a 20.000Hz são os ultra-sons. As ondas infra-sônicas e ultra-sônicas não são audíveis pelo ouvido humano. Os ultra-sons podem ser ouvidos por certos animais como morcego e o cão e também utilizados na medicina (ecocardiografia, ultra-sonografia obstétrica, etc) .
Energia Solar – é a energia liberada quando ocorre a fusão nuclear do hidrogênio ou fissão de núcleos atômicos de átomos de minerais altamente radioativos, como por exemplo, o urânio, plutônio ou tório.
A fissão nuclear é a principal aplicação civil da energia nuclear. É usada na geração de energia elétrica em centenas de centrais nucleares em todo o mundo, principalmente em países com poucos recursos hídricos.

O que você deve saber
“ A energia não pode ser criada ou destruída, somente transformada” A quantidade total de energia antes das transformações é sempre igual à quantidade total de energia depois das transformações.  ,,
Observe atentamente o esquema abaixo que mostra, por processos naturais e artificiais de que maneira a energia solar se transforma em energia elétrica.                                                                                                                                 
1. A energia solar aquece as águas do oceano
2. A energia solar se transforma em térmica, aquecendo as águas do mar que se vaporizam.
3. O vapor de água sobe
4. O vapor de água esfria, se condensa na forma de gotículas e forma as nuvens
5. O vapor de água sob a forma de nuvens, é transportado para o continente se condensa, as gotas ficam pesadas e caem sob a forma de chuva.
6. Certa quantidade das águas da chuva é coletada pelo solo aumentando o volume dos rios e lagos. O resto retorna ao oceano pelos rios.
7. Barragens que represam as águas dos rios formando lagos artificiais que, através de desníveis hidráulicos naturais ou artificiais efetuam a captação e condução da água até a turbina.
8. Na central elétrica a água faz a turbina girar, que por sua vez aciona o gerador, produzindo assim, energia elétrica. Essa energia elétrica, através da torre de transmissão é transportada pelas linhas de transmissão até o consumidor.