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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Insetos que se alimentam de raízes ameaçam processo de sequestro de carbono

Sydney (Austrália), 29 nov (EFE).- Os insetos que se alimentam das raízes das árvores afetam à capacidade das florestas de atuarem como filtros naturais de carbono para resistir aos efeitos das mudanças climáticas, informou nesta sexta-feira a imprensa local.
Alguns estudos preveem que a elevação dos níveis atmosféricos de CO2 provocará uma espécie de "efeito de fertilização" através do aumento no ritmo da fotossíntese e da biomassa vegetal do planeta.
Mas Scott Johnson, especialista em ecologia da Universidade de Western Sydney, e seu colega Markus Riegler, consideram que tais projeções se esqueceram do impacto que poderia ser causado pelos insetos que se alimentam de raízes de árvores.
Para os cientistas, esses insetos têm capacidade para limitar o crescimento da biomassa provocado pelo aumento de CO2, o alimento das plantas no processo de fotossíntese que, em interação com a água, libera oxigênio na atmosfera.
Para efeitos do estudo, Johnson e Riegler submeteram um grupo de árvores jovens de eucalipto (Eucalyptus globulus) a diversos níveis de concentração de CO2 e à presença dos insetos que se alimentam de raízes em uma estufa, conforme foi divulgado pela emissora local "ABC".
Os níveis de CO2 fixados foram de 400 partes por milhão, que é o atual, e de 600 partes por milhão, concentração prevista para o planeta daqui a três ou quatro décadas.
Além disso, os especialistas utilizaram um tipo de besouro rinoceronte (Xylotrupes Gideon australicus), cujas larvas vivem na terra e se alimentam de raízes.
Nos experimentos, as árvores cresceram com maior rapidez em ambientes com maior concentração de CO2, como se esperava, mas isso ocorre somente na ausência dos besouros.
No caso em que não havia insetos, a biomassa de brotos e raízes cresceu 46% e 35%, respectivamente, segundo a "ABC".
Mas quando os cientistas acrescentaram os besouros nesse mesmo ambiente de alta concentração de dióxido de carbono, "as plantas basicamente pararam de crescer" por sua incapacidade de "tirar proveito dos altos níveis de CO2", explicou Johnson.
Os pesquisadores também descobriram que quando os besouros rinoceronte estavam sobre as folhas, as árvores tinham 9% menos água que os outros eucaliptos livres desses insetos.
"Se as plantas não vão crescer como era esperado ou não vão se desenvolver bem, então será reduzido o sequestro de carbono", comentou o cientista australiano. EFE

fonte:http://br.noticias.yahoo.com/insetos-se-alimentam-ra%C3%ADzes-amea%C3%A7am-processo-sequestro-carbono-055912307.html

domingo, 29 de setembro de 2013

Influência humana é principal causa do aquecimento global, reitera IPCC

27/09/2013 - 12h07


Ana Cristina Campos
Repórter da Agência Brasil
Brasília - Relatório divulgado hoje (27) pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) mostra que a influência humana no clima é a principal causa do aquecimento global observado desde meados do século 20. O aumento das temperaturas é evidente e cada uma das últimas três décadas tem sido sucessivamente mais quente, informa o Sumário para os Formuladores de Políticas do Grupo de Trabalho 1 do IPCC.
“O relatório concluiu que a temperatura da atmosfera e dos oceanos se elevou, a quantidade de neve e de gelo diminuiu e que o nível do mar e de concentração de gases de efeito estufa aumentou”, destacou um dos coordenadores do documento, Qin Dahe.
Segundo o texto, há 95% de probabilidade de que mais da metade da elevação média da temperatura da Terra entre 1951 e 2010 tenham sido causadas pelo homem. Os gases de efeito estufa contribuíram para o aquecimento entre 0,5 e 1,3 graus Celsius (ºC) no período entre 1951 e 2010. “A continuada emissão de gases de efeito estufa vai causar mais aquecimento e mudanças climáticas. Limitar a mudança climática vai requerer substanciais e sustentadas reduções das emissões de gases de efeito estufa”, disse Thomas Stocker, outro coordenador do documento.
O relatório ressalta que, até o fim do século 21, há pelo menos 66% de chance de a temperatura global se elevar pelo menos 2ºC em comparação com o período entre 1850 e 1900. “A mudança na temperatura da superfície da Terra no final do século 21 pode exceder 1,5ºC no melhor cenário e, provavelmente, deve exceder 2ºC nos dois piores cenários”, disse Stocker. Na pior das possibilidades, a temperatura pode alcançar 4,8ºC até 2100.
Ele acrescentou que ondas de calor muito provavelmente vão ocorrer com mais frequência e devem durar mais tempo. “Com o aquecimento do planeta, esperamos ver regiões úmidas recebendo mais chuvas e regiões secas recebendo menos chuvas, apesar de existirem exceções”, disse o cientista.
O documento elaborado por 259 cientistas de 39 países apresentado em Estocolmo, na Suécia, mostrou que a elevação da temperatura dos oceanos até cem metros de profundidade pode variar entre 0,6 ºC e 2 ºC  até 2100. Além disso, devido ao aumento do degelo dos glaciares, o nível do mar deve subir entre 26 a 55 centímetros considerando o melhor cenário e, entre 45 a 82 centímetros, no pior cenário. O gelo do Ártico pode diminuir até 94% durante o verão no Hemisfério Norte até 2100.
“Com o aquecimento dos oceanos e a redução dos glaciares, o nível global dos mares vai continuar a subir, mas em um ritmo mais rápido do que experimentamos nos últimos 40 anos”, disse o pesquisador Qin Dahe.
De acordo com o documento, as concentrações atmosféricas de dióxido de carbono, metano e óxido nitroso aumentaram para níveis sem precedentes nos últimos 800 mil anos. As concentrações de dióxido de carbono subiram 40% desde a época pré-industrial (desde 1750), principalmente devido às emissões provenientes da queima de combustíveis fósseis. Segundo Stocker, como resultado das emissões passadas, presentes e futuras de dióxido de carbono, a mudança climática é um fato. “Os efeitos no clima vão persistir por muitos séculos mesmo que as emissões parem”, concluiu o cientista.
O IPCC foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas (ONU) e reúne milhares de cientistas de diversos países. Já foram publicados quatro relatórios. A divulgação completa do quinto documento, incluindo os trabalhos dos grupos 2 e 3, deverá ocorrer até 2014. Nesta sexta-feira, foi lançado o documento do Grupo de Trabalho 1, que trata dos aspectos científicos das mudanças climáticas. Os dados do IPCC servirão de base para as negociações climáticas internacionais.
Edição: Talita Cavalcante
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Agrotóxicos

O que são?
Os agrotóxicos são substâncias químicas (herbicidas, pesticidas, hormônios e adubos químicos) utilizadas em produtos agrícolas e pastagens, com a finalidade de alterar a composição destes e, assim, preserva-los da ação danosa de seres vivos ou substâncias nocivas.

Em que alimentos podem ser encontrados?
Eles podem ser encontrados em vegetais (verduras, legumes, frutas e grãos), açúcar, café e mel. Alimentos de origem animal (leite, ovos, carnes e frangos) podem conter substâncias nocivas que chegam a contaminar a musculatura, o leite e os ovos originados do animal, quando ele se alimenta de água ou ração contaminadas.

Males à natureza e perigos à saúde
Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), o uso intenso de agrotóxicos levou à degradação dos recursos naturais - solo, água, flora e fauna -, em alguns casos de forma irreversível, levando a desequilíbrios biológicos e ecológicos.

Boa parte dos agrotóxicos utilizados  são lixiviados para os rios(15%), o restante vai para a parte subterrânea ou lençol freático, pouca parte é absorvida pelas ervas daninhas e insetos maléficos. Ocorre também a destruição das pragas que são inimigos naturais de outras pragas. Mudando a biodiversidade do ambiente.
Nos rios ocorrem morte de peixes e algas.

Além de agredir o ambiente, a saúde também pode ser afetada pelo excesso destas substâncias. Quando mal utilizados, os agrotóxicos podem provocar três tipos de intoxicação: aguda, subaguda e crônica. Na aguda, os sintomas surgem rapidamente. Na intoxicação subaguda, os sintomas aparecem aos poucos: dor de cabeça, dor de estômago e sonolência. Já a intoxicação crônica, pode surgir meses ou anos após a exposição e pode levar a paralisias e doenças, como o câncer.

Poluição e Tratamento das Águas

Poluição da Água



Poluição da água é a introdução de partículas estranhas ao ambiente natural, bem como induzir condições em um determinado curso ou corpo de água, direta ou indiretamente, sendo por isso potencialmente nocivos à fauna, flora, bem como populações humanas vizinhas a tal local ou que utilizem essa água.
Hoje em dia a poluição da água é questão a ser tratada em um contexto global. Considera-se que esta é a maior causadora de mortes e doenças pelo todo o mundo e que seja responsável pela morte de cerca de 14000 pessoas diariamente.
A água é geralmente considerada poluída quando está impregnada de contaminantes antropogênicos, não podendo, assim, ser utilizada para nenhum fim de consumo estritamente humano, como água potável ou para banho, ou então quando sofre uma radical perda de capacidade de sustento de comunidades bióticas (capacidade de abrigar peixes, por exemplo). Fenômenos naturais, como erupções vulcânicas, algas marinhas, tempestades e terremotos são causa de uma alteração da qualidade da água disponível e em sua condição no ecossistema.
Há três formas principais de contaminação de um corpo ou curso de água, a forma química, a física e a biológica:
  • a forma química altera a composição da água e com esta reagem;
  • a forma física, ao contrário da química, não reage com a água, porém afeta negativamente a vida daquele ecossistema;
  • a forma biológica, consiste na introdução de organismos ou microorganismos estranhos àquele ecossistema, ou então no aumento danoso de determinado organismo ou microorganismo já existente.
Além das formas, temos duas categorias de como pode se dar a poluição:
a) poluição localizada, onde a fonte de poluição origina-se de um ponto específico, como por exemplo, uma vala ou um cano. Exemplos de tal forma são o despejo de impurezas, por parte de uma estação de tratamentos residuais, por parte de uma empresa ou então por meio de um bueiro.
b) poluição não localizada é uma forma de contaminação difusa que não possui origem numa única fonte. É geralmente o resultado de acumulação do agente poluidor em uma área ampla. A água da chuva recolhida de áreas industriais e urbanas, estradas bem como sua consequente utilização é geralmente categorizada como poluição não localizada.
Como principais contaminantes da água, pode-se citar:
  • elementos que contenham CO2 em excesso (como fumaça industrial, por exemplo)
  • contaminação térmica
  • substâncias tóxicas
  • agentes tensoativos
  • compostos orgânicos biodegradáveis
  • agentes patogênicos
  • partículas sólidas
  • nutrientes em excessos (eutrofização)
  • substâncias radioativas
Como recurso hídrico indispensável, torna-se cada vez mais importante a conscientização sobre a melhor forma de tratamento da água como sustentáculo da vida no planeta. Ainda mais se pensarmos que a maioria das comunidades espalhadas pelo planeta possuem pouca consciência sobre a melhor forma de tratamento de um de seus recursos mais importantes.

Tratamento da Água



A construção de um sistema completo de abastecimento de água requer muitos estudos e pessoal altamente especializado.


Para iniciar-se os trabalhos, é necessário definir-se:
• a população a ser abastecida;
• a taxa de crescimento da cidade e
• suas necessidades industriais.

Com base nessas informações, o sistema é projetado para servir à comunidade, durante muitos anos, com a quantidade suficiente de água tratada.

Um sistema convencional de abastecimento de água é constituído das seguintes unidades:
• captação
• adução
• estação de tratamento
• reservação
• redes de distribuição
• ligações domiciliares.

ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA


Captação


A seleção da fonte abastecedora de água é processo importante na construção de um sistema de abastecimento.
Deve-se, por isso, procurar um manancial com vazão capaz de proporcionar perfeito abastecimento à comunidade, além de ser de grande importância a localização da fonte, a topografia da região e a presença de possíveis focos de contaminação.

A captação pode ser superficial ou subterrânea.
A superficial é feita nos rios, lagos ou represas, por gravidade ou bombeamento.
Se por bombeamento, uma casa de máquinas é construída junto à captação.
Essa casa contém conjuntos de motobombas que sugam a água do manancial e a enviam para a estação de tratamento.
A subterrânea é efetuada através de poços artesianos, perfurações com 50 a 100 metros feitas no terreno para captar a água dos lençóis subterrâneos.
Essa água também é sugada por motobombas instaladas perto do lençol d’água e enviada à superfície por tubulações.
A água dos poços artesianos está, em sua quase totalidade, isenta de contaminação por bactérias e vírus, além de não apresentar turbidez.

a) Tratamento da água de captação superficial

É composto pelas seguintes fases:

• Oxidação
O primeiro passo é oxidar os metais presentes na água, principalmente o ferro e o manganês, que normalmente se apresentam dissolvidos na água bruta. Para isso, injeta-se cloro ou produto similar, pois tornam os metais insolúveis na água, permitindo, assim, a sua remoção nas outras etapas de tratamento.

• Coagulação
A remoção das partículas de sujeira se inicia no tanque de mistura rápida com a dosagem de sulfato de alumínio ou cloreto férrico. Estes coagulantes, têm o poder de aglomerar a sujeira, formando flocos. Para otimizar o processo adiciona-se cal, o que mantém o pH da água no nível adequado.

• Floculação
Na floculação, a água já coagulada movimenta-se de tal forma dentro dos tanques que os flocos misturam-se, ganhando peso, volume e consistência.

• Decantação
Na decantação, os flocos formados anteriormente separam-se da água, sedimentando-se, no fundo dos tanques.

• Filtração
A água ainda contém impurezas que não foram sedimentadas no processo de decantação.
Por isso, ela precisa passar por filtros constituídos por camadas de areia ou areia e antracito suportadas por cascalho de diversos tamanhos que retêm a sujeira ainda restante.

• Desinfecção
A água já está limpa quando chega a esta etapa. Mas ela recebe ainda mais uma substância: o cloro.
Este elimina os germes nocivos à saúde, garantindo também a qualidade da água nas redes de distribuição e nos reservatórios.

• Correção de pH
Para proteger as canalizações das redes e das casas contra corrosão ou incrustação, a água recebe uma dosagem de cal, que corrige seu pH.

• Fluoretação
Finalmente a água é fluoretada, em atendimento à Portaria do Ministério da Saúde.
Consiste na aplicação de uma dosagem de composto de flúor (ácido fluossilícico).
Reduz a incidência da cárie dentária, especialmente no período de formação dos dentes, que vai da gestação até a idade de 15 anos.



b) Tratamento da água de captação subterrânea

A água captada através de poços profundos, na maioria das vezes, não precisa ser tratada, bastando apenas a desinfecção com cloro. Isso ocorre porque, nesse caso, a água não apresenta qualquer turbidez, eliminando as outras fases que são necessárias ao tratamento das águas superficiais.

Reservação


A água é armazenada em reservatórios, com duas finalidades:
• manter a regularidade do abastecimento, mesmo quando é necessário paralisar a produção para manutenção em qualquer uma das unidades do sistema;

• atender às demandas extraordinárias, como as que ocorrem nos períodos de calor intenso ou quando, durante o dia, usa-se muita água ao mesmo tempo (na hora do almoço, por exemplo).
Quanto à sua posição em relação ao solo, os reservatórios são classificados em subterrâneos (enterrados), apoiados e elevados.

Redes de distribuição


Para chegar às casas, a água passa por vários canos enterrados sob a pavimentação das ruas da cidade. Essas canalizações são chamadas redes de distribuição.
Para que uma rede de distribuição possa funcionar perfeitamente, é necessário haver pressão satisfatória em todos os seus pontos. Onde existe menor pressão, instalam-se bombas, chamadas boosters, cujo objetivo é bombear a água para locais mais altos.

Muitas vezes, é preciso construir estações elevatórias de água, equipadas com bombas de maior capacidade. Nos trechos de redes com pressão em excesso, são instaladas válvulas redutoras.

Ligações domiciliares


A ligação domiciliar é uma instalação que une a rede de distribuição à rede interna de cada residência, loja ou indústria, fazendo a água chegar às torneiras.

Para controlar, medir e registrar a quantidade de água consumida em cada imóvel, instala-se um hidrômetro junto à ligação.
A tarifa mínima da COPASA dá direito a um consumo residencial de 6.000 litros de água por mês.

Ultrapassar esse limite, a conta de água é calculada sobre a quantidade de litros que foi consumida e registrada pelo hidrômetro.


Pastagens

O impacto ambiental atribuído à pecuária

13/Jan/2010
Introdução
Este artigo visa expor algumas considerações do setor da pecuária sobre problemas ambientais causados por esse setor, junto com o potencial técnico e abordagens de políticas de mitigação. As considerações baseiam-se em dados recentes disponíveis da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations).
O setor de criação de animais emerge como um dos dois ou três maiores contribuintes mais significativos para os problemas ambientais graves, em todas as escalas, do local ao global. A finalidade deste artigo sugere que a criação de animais deve ser o foco principal da política quando se lida com problemas de degradação dos solos, alterações climáticas, poluição do ar, escassez e poluição de água e a perda da biodiversidade.
A contribuição da pecuária para os problemas ambientais em larga escala e o seu potencial para a sua solução é igualmente grande. O impacto é tão significativo que precisa ser tratado com urgência. As maiores reduções em termos de impacto poderiam ser conseguidas a um custo razoável.
Importância Global do Setor
Embora economicamente não seja tão importante quanto outros setores em nível mundial, a pecuária é socialmente e  politicamente muito significativa. É responsável por 40 por cento do produto interno bruto agrícola (PIB). Emprega 1,3 bilhões de pessoas e cria meios de subsistência de um bilhão de pobres no mundo. Produtos de origem animail fornecem a um terço da humanidade a ingestão de proteína, são contribuidores da obesidade e um remédio potencial para a desnutrição.
O crescimento demográfico e de renda, junto com a mudança nas preferências alimentares, só fazem crescer rapidamente a demanda por produtos de origem animal, enquanto a globalização estimula o comercio e o consumo dos produtos de origem animal.  A produção mundial de carne está projetada para mais do que o dobro das 229 milhões de toneladas em 1999/01 para 465 milhões de toneladas em 2050, e o crescimento do leite de 580 para 1043 milhões de toneladas. O impacto ambiental por unidade de produção de gado devem ser cortados pela metade, apenas para evitar o aumento do nível de dano para além do seu nível atual.
Mudanças Estruturais e seus Impactos
O setor da pecuária esta passando por um processo complexo de mudança técnica e geográfica, que está balanceando os problemas ambientais causados pelo setor. A pastagem extensiva ainda ocupa e degrada vastas áreas de terra, apesar de existir uma crescente tendência para a intensificação e a industrialização. A produção pecuária está mudando geograficamente, primeiro das zonas rurais para zonas urbanas, onde se aproxima dos consumidores, em seguida, das fontes de alimentação, sejam estas áreas de plantação, transporte de alimentos ou centros em que os alimentos são comercializados. Há também uma mudança de espécies, com a produção de monogástricos (suínos e aves, em sua maioria produzida em unidades industriais) que crescem rapidamente, enquanto o crescimento da produção de ruminantes (bovinos, ovinos e caprinos, muitas vezes criadas extensivamente) abranda. Com estas mudanças, a pecuária entra em concorrência direta para a escassez de terra, água e outros recursos naturais.
Estas mudanças pressionam no sentido de uma maior eficiência, reduzindo assim a área de terra necessária para a produção pecuária. Ao mesmo tempo, estão marginalizando os pequenos agricultores e pastores, aumentando insumos e resíduos e aumentando a concentração de poluição.
Degradação da Terra
O setor da pecuária é de longe o maior usuário de terras. A área total ocupada por pastagens é equivalente a 26 por cento do gelo da superfície terrestre livre do planeta. Além disso, a área total dedicada às plantações de alimentos representa 33 por cento das terras aráveis. Ao todo, a produção de gado representa 70 por cento de todas as terras agrícolas e 30 por cento da superfície terrestre do planeta.
A expansão da produção de gado é um fator chave para o desmatamento, especialmente na América Latina, onde a maior quantidade de desmatamento está ocorrendo. Cerca de 20 por cento das pastagens do planeta, com 73 por cento das pastagens nas zonas áridas, têm sido degradados, em certa medida, principalmente através do sobrepastoreio, compactação e erosão criada pela ação do gado. As terras secas, em particular, são afetadas por eles, pois a pecuária é muitas vezes a única fonte de sustento para as pessoas que vivem  nestas áreas.
O sobrepastoreio pode ser reduzido através das taxas de lotação e remoção de obstáculos à mobilidade comum das pastagens da propriedade. A degradação do solo pode ser limitada e revertida através de métodos de conservação de solo, sistemas silvipastoris, tendo uma melhor gestão dos sistemas de pastejo.
Atmosfera e Clima
Com o aumento da temperatura, o aumento do nível do mar, derretimento das calotas polares e geleiras, a mudança das correntes do oceano e os padrões meteorológicos, a mudança climática é o desafio mais grave que enfrenta a população mundial.
A pecuária é responsável por 18 por cento das emissões de gases de efeito estufa medidos em equivalente de CO2, que é uma parte maior daquela liberada pelos meios de transporte.
O setor da pecuária conta com 9 % das emissões de CO2.  A maior parte desse deriva de mudanças no uso da terra - o desmatamento, especialmente - causados pela expansão das pastagens e terras aráveis para plantações. O gado é responsável por ações muito maiores de alguns gases com maior potencial para aquecer a atmosfera. O setor emite 37 % de metano (23 vezes mais, com potencial de aquecimento global (GWP) de CO2) a partir da fermentação gastro entérica de ruminantes. Isto emite 65% do oxido nitroso (296 vezes com GWP de CO2), a grande maioria é proveniente dos dejetos. A pecuária também é responsável por quase dois terços (64%) da emissão de amônia, no qual contribui significativamente para chuva ácida e acidificação dos ecossistemas.
Este elevado nível de emissões abre grandes oportunidades para a mitigação das alterações climáticas, através das atividades do gado. Intensificação - em termos de aumento de produtividade, tanto em produção de gado e agricultura - podem reduzir a emissão de gases do efeito estufa proveniente do desmatamento e da degradação das pastagens. Restauração das perdas históricas de carbono do solo através do sistema plantio direto, plantas de cobertura, sistemas agroflorestais e outras medidas poderiam seqüestrar até 1,3 toneladas de carbono por hectare por ano, com montantes adicionais disponíveis através da recuperação de pastagens degradadas. As emissões de metano podem ser reduzidas, através de dietas para reduzir a fermentação ruminal, melhor gestão do chorume e biogás - que também fornecem energia renovável. As emissões de nitrogênio poderiam ser reduzidas também através de reestruturação das dietas e gestão dos dejetos.
Água
O mundo está caminhando para crescentes problemas de escassez de água doce, a escassez e o esgotamento, 64 por cento da população mundial deverá viver com falta de água em 2025.
A pecuária é um grande consumidor de água, respondendo por mais de oito por cento do uso global de água, principalmente para a irrigação de plantações. É provavelmente a maior fonte setorial da poluição da água, contribuindo para a eutrofização, "morte" das algas nas zonas costeiras, a degradação dos recifes de coral, problemas de saúde humana, o surgimento de resistência aos antibióticos e muitos outros. As principais fontes de poluição são a partir de resíduos animais, antibióticos e hormônios, produtos químicos de curtumes, fertilizantes e pesticidas utilizados nas terras cultiváveis e sedimentos provenientes de pastagens erodidas. Números globais não estão disponíveis, mas nos Estados Unidos, estima-se que o gado é responsável por 55 por cento da erosão e sedimentos nas terras cultiváveis, 37 por cento da utilização de pesticidas, 50 por cento do uso de antibiótico e um terço das cargas de nitrogênio e fósforo em recursos de água doce.
A pecuária afeta também a reposição de água doce através da compactação do solo, diminuindo a infiltração para os lençóis freáticos e a degradação das margens dos rios.
O uso da água pode ser reduzido através da melhoria da eficiência dos sistemas de irrigação. O impacto da pecuária sobre a erosão, assoreamento e regulação de água pode ser melhorado por medidas contra a degradação da terra. A poluição pode ser resolvida através de uma melhor gestão de resíduos animais em unidades de produção industrial, melhores dietas para melhorar a absorção de nutrientes, melhor gestão dos dejetos (incluindo o biogás) e melhor utilização do chorume em culturas agrícolas. A produção industrial de animais deve ser descentralizada para áreas de cultivo acessível, onde os resíduos podem ser reciclados, sem sobrecarregar os solos e a água doce.
Biodiversidade
Estamos em uma era sem precedentes das ameaças à biodiversidade. A perda de espécies devido à poluição e desmatamento é enorme. Quinze dos vinte e quatro ecossistemas importantes avaliados estão em declínio.
A pecuária representa agora cerca de 20 por cento do total da biomassa animal terrestre. O setor pode muito bem ser um dos responsáveis na redução da biodiversidade, já que é o grande motor do desmatamento, bem como um dos principais pilotos da degradação dos solos, poluição, alterações climáticas, sedimentação das zonas costeiras.

Destruição da Camada de Ozônio

O que é a camada de ozônio e sua importância
Camada de ozônio é uma área da estratosfera (altas camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que possui uma elevada concentração de ozônio. Esta camada funciona como uma espécie de "escudo protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de 98% da radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada a vida humana em nosso planeta seria praticamente impossível de existir. 

 
O buraco na camada de ozônio
Em 1983, pesquisadores fizeram uma descoberta que gerou muita preocupação: havia um buraco na camada de ozônio na área da estratosfera sobre o território da Antártica. Este buraco era de grandes proporções, pois tinha cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados. Na década de 1980 outros buracos de menor proporção foram encontrados em vários pontos da estratosfera. Com o passar do tempo, estes buracos foram crescendo (principalmente o que fica sobre a Antártica), sendo que em setembro de 1992 chegou a totalizar 24,9 milhões de quilômetros quadrados. 
Causas do buraco na camada de ozônio
A principal causa é a reação química dos CFCs (clorofluorcarbonos) com o ozônio. Estes CFCs estão presentes, principalmente, em aerossóis, ar-condicionado, gás de geladeira, espumas plásticas e solventes. Os CFCs entram em processo de decomposição na estratosfera, através da atuação dos raios ultravioletas, quebrando as ligações do ozônio e destruindo suas moléculas.
Consequências:
- A existência de buracos na camada de ozônio é preocupante, pois a radiação não é absorvida chega ao solo, podendo provocar câncer de pele nas pessoas, pois os raios ultravioletas alteram o DNA das células.
- O buraco na camada de ozônio também tem uma leve relação com o aumento do aquecimento global.
Proteção da camada de ozônio
Na década de 1990, alarmados com a gravidade do problema ambiental que estava aumentando a cada dia, órgãos internacionais, governos e instituições ligadas ao meio ambiente buscaram tomar medidas práticas para evitar o aumento do buraco na camada de ozônio. OS CFCs foram proibidos em diversos países e seu uso descontinuado aos poucos em outros. Com isso, houve uma queda no crescimento dos buracos. Em setembro de 2011, o tamanho era de 26 milhões de quilômetros quadrados. Ainda é um problema, porém o ritmo de crescimento diminuiu muito.
O consumo de substâncias que provocam a destruição na camada de ozônio também diminuiu consideravelmente no mundo todo. Em 1992 era de cerca de 690 mil toneladas, passando para cerca de 45 mil toneladas em 2011. Com a intensificação da fiscalização e conscientização dos consumidores, espera-se que este número caia ainda mais. De acordo com cientistas, a camada de ozônio deve se normalizar por volta de 2050, caso a redução no uso dos CFCs continue no mesmo nível.
Curiosidade
- No dia 16 de setembro é comemorado o Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio.

 

Inversão Térmica

A inversão térmica  é um fenômeno natural que ocorre devido ao rápido aquecimento e resfriamento da superfície em alguns locais e é agravado, nos grandes centros urbanos, devido à presença de poluentes como o gás carbônico.
Como acontece a inversão térmica
Como acontece a inversão térmica
Em condições normais o ar presente nos 10 primeiros quilômetros da atmosfera (troposfera – a altitude varia de 20 a 8 km) costuma circular em movimentos verticais devido à diferença de temperatura existente entre o ar das camadas mais baixas e o ar das camadas mais altas.
O ar mais baixo costuma ser mais pesado e quente por causa da radiação solar. Ele vai se resfriando conforme sobe na troposfera até atingir a camada chamada de “tropopausa” levando consigo partículas de poluentes. Enquanto isso, o ar frio desce empurrado pelo ar quente que está subindo.
Desta forma, temos sempre uma camada mais baixa de ar quente subindo, acima uma camada de ar frio e, um pouco mais acima, outra camada de ar mais frio ainda que está descendo novamente.
Acontece que em alguns dias, com mais frequência durante o inverno quando as noites são mais longas e a umidade cai, a superfície da terra sobre alguns locais resfria muito rápido criando uma camada de ar frio abaixo da primeira camada de ar quente.
O ar frio, como é menos denso tende a ficar retido pela camada de ar quente que está acima dele e a reter todos os poluentes consigo, uma vez que o ar não circula mais. Assim, temos uma inversão térmica que costumamos ver sob a forma de uma faixa cinza alaranjada no horizonte.
O problema da inversão térmica é que quando ela está associada a altas concentrações de poluentes, pode provocar ou agravar problemas de saúde, principalmente respiratórios.

Chuva Ácida

A verdade é que a chuva já é naturalmente ácida devido à presença de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Com um pH em torno de 5,4, a chuva comum não traz nenhum prejuízo ao homem ou à natureza. Isso porque, a acidez é baixa. (A escala utilizada para medir o pH vai de 0 a 14, sendo que 7 é o pH neutro. Acima disso, é básico e abaixo é ácido. Quanto mais baixo, mais ácido.) O problema, é que com a queima de combustíveis fósseis, como o petróleo, e o aumento considerável do acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera (além do normal) fazem com que o pH da chuva caia para algo entre 5 e 2,2 e se torne extremamente nociva ao homem e à natureza. Robert Angus Smith (climatologista inglês) foi quem usou pela primeira vez o termo “chuva ácida”, em 1872, ao presenciar o fenômeno em Manchester (Inglaterra) no início da revolução industrial. Foi ele, também, o primeiro a relacionar o fenômeno com a poluição atmosférica.
Formação da Chuva Ácida
Formação da Chuva Ácida
A chuva ácida ocorre quando existe na atmosfera um número muito grande de enxofre (SO2) e óxidos de nitrogênio (NO, NO2, N2O5) que, quando em contato com o hidrogênio em forma de vapor, formam ácidos como o ácido nítrico (HNO3), ou o ácido sulfúrico (H2SO4).
Estima-se, embora não haja dados concretos, que o fenômeno da chuva ácida tenha surgido com a Revolução Industrial e a crescente queima de combustíveis fósseis.
As grandes cidades como Nova York (EUA), Berlim (Alemanha) e até a Atenas (Grécia) já sofrem com os efeitos da chuva ácida há muito tempo, mas, há apenas 10 anos que este tema começou a ser investigado mais a fundo pelos ecologistas e cientistas do clima.
Os efeitos mais nocivos da chuva ácida ocorrem no meio ambiente. Um lago, por exemplo, que possui um pH em torno de 6,5 não sobrevive a um pH abaixo de 4 ou 4,5, podendo ocorrer a morte de todos os seres que vivem ali.
A chuva ácida também causa a acidificação do solo tornando-o improdutivo e mais suscetível à erosão. A acidez do solo, inclusive, é um dos principais fatores para a diminuição da cobertura vegetal em diversos países. Estudos recentes publicados pelo WWF apontam que a chuva ácida já um dos principais responsáveis pelo desmatamento na Mata Atlântica.
Para o homem o acúmulo de dióxido de enxofre no organismo pode levar à formação de ácidos no corpo humano causando até danos irreversíveis aos pulmões. Na Inglaterra, em 1952, na cidade de Londres, cerca de 4000 pessoas morreram por causa da emissão de dióxido de enxofre pela queima de carvão nas indústrias e nas casas. O pior de tudo é que nem sempre a chuva ácida cai sobre a local onde foi feita a emissão de dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio. Como essas substâncias estão em forma de gás, elas podem ser transportadas pelo vento por quilômetros de distância antes de cair na forma de chuva.

Efeito Estufa e Aquecimento Global

Efeito Estufa e Aquecimento Global


O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra.
Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre - e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.
De fato, é a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra habitável, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18ºC negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14ºC.
Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente inalterado. Entretanto, o balanço de energia pode ser alterado de várias formas: (1) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre; (2) pela mudança na órbita da Terra ou do próprio Sol; (3) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devido à presença de nuvens ou de partículas na atmosfera (também chamadas de aerossóis, que resultam de queimadas, por exemplo); e, finalmente, (4) graças à alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda refletida de volta ao espaço, devido a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.
Essas mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera estão ocorrendo em função do aumento insustentável das emissões antrópicas desses gases.
As emissões de gases de efeito estufa ocorrem praticamente em todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo uso de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo.

Gases de efeito estufa

Há quatro principais gases de efeito estufa (GEE), além de duas famílias de gases, regulados pelo Protocolo de Quioto:
- O dióxido de carbono (CO2) é o mais abundante dos GEE, sendo emitido como resultado de inúmeras atividades humanas como, por exemplo, por meio do uso de combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) e também com a mudança no uso da terra. A quantidade de dióxido de carbono na atmosfera aumentou 35% desde a era industrial, e este aumento deve-se a atividades humanas, principalmente pela queima de combustíveis fósseis e remoção de florestas. O CO2 é utilizado como referência para classificar o poder de aquecimento global dos demais gases de efeito estufa;
- O gás metano (CH4) é produzido pela decomposição da matéria orgânica, sendo encontrado geralmente em aterros sanitários, lixões e reservatórios de hidrelétricas (em maior ou menor grau, dependendo do uso da terra anterior à construção do reservatório) e também pela criação de gado e cultivo de arroz. Com poder de aquecimento global 21 vezes maior que o dióxido de carbono;
- O óxido nitroso (N2O) cujas emissões resultam, entre outros, do tratamento de dejetos animais, do uso de fertilizantes, da queima de combustíveis fósseis e de alguns processos industriais, possui um poder de aquecimento global 310 vezes maior que o CO2;
- O hexafluoreto de enxofre (SF6) é utilizado principalmente como isolante térmico e condutor de calor; gás com o maior poder de aquecimento, é 23.900 vezes mais ativo no efeito estufa do que o CO2;
- O hidrofluorcarbonos (HFCs), utilizados como substitutos dos clorofluorcarbonos (CFCs) em aerossóis e refrigeradores; não agridem a camada de ozônio, mas têm, em geral, alto potencial de aquecimento global (variando entre 140 e 11.700);
- Os perfluorcarbonos (PFCs) são utilizados como gases refrigerantes, solventes, propulsores, espuma e aerossóis e têm potencial de aquecimento global variando de 6.500 a 9.200.
Os hidrofluorcarbonos e os perfluorcarbonos pertencem à família dos halocarbonos, todos eles produzidos, principalmente, por atividades antrópicas.


Aquecimento global

Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) - isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.
https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSG2hwUszi4ITAhwiwD950WDTVaPe5kf2COQDR637aXmRovrEz6igOutro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.
A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.
Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.
Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.

Lixão/Aterro Sanitário





De acordo com a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo IBGE em 2000, coleta-se no Brasil diariamente 125,281 mil toneladas de resíduos domiciliares e 52,8% dos municípios Brasileiros dispõe seus resíduos em lixões.

Você sabe a diferença entre lixão, aterro controlado e aterro sanitário?
Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas.
















Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como uma estação de tratamento para este efluente.
 

Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume. Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e  os parâmetros já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual.
 

Desertificação


A desertificação é caracterizada como o processo de degradação da terra nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultantes das atividades humanas ou de fatores naturais (variações climáticas). Esse conceito foi elaborado durante a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação.
Esse fenômeno afeta, aproximadamente, 60.000 quilômetros quadrados de terras por ano em diversas partes do planeta. As diversas atividades humanas, realizadas de forma insustentável, têm provocado drásticas reduções da vegetação e da capacidade produtiva do solo. Entre as principais causas responsáveis pela desertificação estão:
- Desmatamento de áreas com vegetação nativa;
- Uso intenso do solo, tanto na agricultura quanto na pecuária;
- Práticas inadequadas de irrigação;
- Mineração.
As principais consequências da desertificação são:
- Eliminação da cobertura vegetal;
- Redução da biodiversidade;
- Salinização e alcalinização do solo;
- Intensificação do processo erosivo;
- Redução da disponibilidade e da qualidade dos recursos hídricos;
- Diminuição na fertilidade e produtividade do solo;
- Redução das terras agricultáveis;
- Redução da produção agrícola;
- Desenvolvimento de fluxos migratórios.
De acordo com o Worldwatch Institute, cerca de 15% da superfície terrestre sofre algum tipo de desertificação. Esse fenômeno afeta mais de 110 países, prejudicando a vida de mais de 250 milhões de pessoas. As regiões mais atingidas pela desertificação são: Oeste da América do Sul, Norte e Sul da África, Oriente Médio, Ásia Central, Noroeste da China, Austrália e Sudoeste dos Estados Unidos.
O Brasil também apresenta áreas afetadas pela desertificação. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, cerca de 13% do território brasileiro é vulnerável à desertificação, pois é formado por áreas semiáridas. O processo de desertificação atinge porções da Região Nordeste, o cerrado tocantinense, o norte de Mato Grosso e os pampas gaúchos.
Com o intuito de reduzir o processo de desertificação, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou, em 1994, a Comissão contra a Desertificação, cujo principal objetivo é elaborar projetos eficazes que possam deter a expansão desse fenômeno, principalmente nos países da África.

Desmatamento


Área destruída pela ação do homem
O desmatamento é um processo que ocorre no mundo todo, resultado do crescimento das atividades produtivas e econômicas e, principalmente, pelo aumento da densidade demográfica em escala mundial, pois isso coloca em risco as regiões compostas por florestas.

A exploração que naturalmente propicia devastação através das atividades humanas já dizimou, em cerca de 300 anos, mais de 50% de toda área de vegetação natural em todo mundo.

A atividade de extrativismo vegetal é extremamente importante em vários países como o Brasil, com predomínio de florestas tropicais, assim como a Indonésia e o Canadá com florestas temperadas, e essa extração coloca em risco diversos tipos de vegetações distribuídas no mundo.

Atualmente a destruição ocorre em “passos largos”, podendo ser medida, pois anualmente são devastados cerca de 170.000 km2. Os causadores da crescente diminuição das áreas naturais do planeta são a produção agrícola e pastoril, com a abertura de novas áreas de lavoura e pastagens; o crescimento urbano, a mineração e o extrativismo animal, vegetal e mineral.

Essa exploração é característica da Ásia, que, por meio da extração de madeira, já destruiu 60% de toda a floresta. No Brasil, o número é pouco menor, mas não menos preocupante.

As consequências da retirada da cobertura vegetal original são principalmente perdas de biodiversidade, degradação do solo e o aumento da incidência do processo de desertificação, erosões, mudanças climáticas e na hidrografia.

Assoreameto

O que é 
Um dos principais problemas que afetam os rios, principalmente os que passam por grandes cidades, é o assoreamento. Neste processo ocorre o acúmulo de lixo, entulho e outros detritos no fundo dos rios. Com isso, o rio passa a suportar cada vez menos água, provocando enchentes em épocas de grande quantidade de chuvas.
Medidas para evitar
Nestes casos, é importante uma intervenção do homem para evitar catástrofes. A primeira medida é a conscientização da população para que o lixo não seja jogado nos rios. Outra medida é a ação dos governos com projetos de manutenção dos rios, através do processo de desassoreamento dos rios. Este, consiste em retirar do fundo dos rios, com o uso de máquinas, todo tipo de lixo e detritos depositados. Desta forma, consegue-se aumentar a vazão do rio.
Ação da natureza
Além da ação do homem, citada acima, o assoreamento dos rios é provocado também de forma natural, pois com o passar do tempo, vai ocorrendo o acúmulo de terra ou areia no fundo dos rios.

Erosão

Introdução

A erosão é um processo de deslocamento de terra ou de rochas de uma superfície. A erosão pode ocorrer por ação de fenômenos da natureza ou do ser humano.
Causas naturais

No que se refere às ações da natureza, podemos citar as chuvas como principal causadora da erosão. Ao atingir o solo, em grande quantidade, provoca deslizamentos, infiltrações e mudanças na consistência do terreno. Desta forma, provoca o deslocamento de terra. O vento e a mudança de temperatura também são causadores importantes da erosão.
Quando um vulcão entra em erupção quase sempre ocorre um processo de erosão, pois a quantidade de terra e rochas deslocadas é grande.
A mudança na composição química do solo também pode provocar a erosão.

Causas humanas

O ser humano pode ser um importante agente provocador das erosões. Ao retirar a cobertura vegetal de um solo, este perde sua consistência, pois a água, que antes era absorvida pelas raízes das árvores e plantas, passa a infiltrar no solo. Esta infiltração pode causar a instabilidade do solo e a erosão.

Atividades de mineração, de forma desordenada, também podem provocar erosão. Ao retirar uma grande quantidade de terra de uma jazida de minério, os solos próximos podem perder sua estrutura de sustentação.

Prejuízos ao ser humano

A erosão tem provocado vários problemas para o ser humano. Constantemente, ocorrem deslizamentos de terra em regiões habitadas, principalmente em regiões carentes, provocando o soterramento de casas e mortes de pessoas. Os prejuízos econômicos também são significativos, pois é comum as erosões provocarem fechamento de rodovias, ferrovias e outras vias de transporte.

Formas de evitar

· Não retirar coberturas vegetais de solos, principalmente de regiões montanhosas;
· Planejar qualquer tipo de construção (rodovias, prédios, hidrelétricas, túneis, etc) para que não ocorra, no momento ou futuramente, o deslocamento de terra;
· Monitorar as mudanças que ocorrem no solo;
· Realizar o reflorestamento de áreas devastadas, principalmente em regiões de encosta.


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Erosão é um impacto destrutivo do solo causado pela agricultura, desmatamento, construção em locais inadequados, técnicas agrícolas impróprias, ocupação do solo etc. As partículas do solo impactado pela erosão se desprendem antes do cultivo e são levadas pela água, pelo vento ou por atividades humanas. Pode ser:

• Erosão por Gravidade: É provocada pela movimentação de rochas e sedimentos causados pela força da gravidade.

• Erosão Pluvial: É provocada por deslizamentos de terras motivados pela água das chuvas que desprendem a camada de terra superior e esta desliza.

• Erosão Eólica: É provocada pela ação dos ventos quando este transporta partículas que ao se chocarem transformam-se em partículas menores.

• Erosão Marinha: É provocada pela força das ondas quando estas se chocam contra a costa originando as falésias.

• Erosão Química: É provocada pelo calor, frio, água, umidade e outras ações que reagem quimicamente nas rochas.

• Erosão Glacial: É provocada pelo deslocamento das geleiras provocadas pela força da gravidade.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Expedição volta a zarpar rumo a 'continente de plástico' do Pacífico

Um ano depois de uma tentativa fracassada, uma expedição partirá em maio rumo ao "sétimo continente", um gigantesco lixão flutuante que acumula todo tipo de dejetos plásticos, maior em extensão do que a Índia, mas ainda profundamente desconhecido.
Na origem da expedição "7º Continente" está o explorador francês Patrick Deixonne, de 48 anos, que descobriu o fenômeno em 2009 quando participava de uma competição de remo.
"Via todos estes restos de plásticos que flutuavam ao meu redor. Fiquei surpreso e disse a mim mesmo: 'Para onde vai tudo isto?'", explicou à AFP o explorador, durante viagem a Paris para preparar a expedição.
Quando voltou à terra firme, o ex-bombeiro da Guiana buscou informações e encontrou a resposta. Estes dejetos confluem no ponto de encontro de correntes marinhas, se enroscam sob o efeito de rotação da Terra e acabam formando uma imensa massa giratória.
No total, milhões de toneladas procedentes da costa e dos rios flutuam nas cinco principais massas de objetos descartados formadas em todos os oceanos, cuja força centrípeta os aspira para o centro.
O problema para os cientistas é que esta "sopa" é essencialmente composta por partículas de plástico decomposto que se mantêm sob a superfície da água, às vezes a 30 centímetros de profundidade. Esse acúmulo de plástico dificilmente é detectado por satélites e só é visível a partir de barcos.
Segundo o Centro Nacional de Estudos Espaciais francês (CNES), agência espacial que patrocina a missão "7º Continente", a massa do Pacífico norte, entre a Califórnia e o Havaí, é uma das maiores do planeta, com superfície de 3,4 milhões de quilômetros quadrados.
Mas a placa de sujeira "se encontra em águas pouco transitadas pela navegação mercantil e turística, razão pela qual o problema só interessa a ecologistas e cientistas", lamentou Deixonne.
Mapear as áreas contaminadasDesde sua descoberta fortuita pelo oceanógrafo americano Charles Moore em 1997, esta massa de pedaços de plástico foi objeto de poucos estudos sobre seu impacto na comunicação do oceano e de sua fauna.
Membro da Sociedade de exploradores franceses, Patrick Deixonne quer, portanto, dar publicidade a esta "catástrofe ecológica", e por isso vai ao local para trazer imagens e observações científicas.
A expedição parte em 20 de maio de Oceanside (sul da Califórnia) e se dirigirá ao "continente" tomando em todo o percurso "medidas para comparar a concentração e a natureza dos dejetos", explicou.
Graças à localização via satélite, proporcionada por seus parceiros, espera chegar em seus ou sete dias à zona com maior concentração de lixo, a 1.000 milhas náuticas da costa (1.900 km).
Um captor produzido por alunos de Engenharia de Toulouse (sul da França) em cooperação com o CNES também será testado em uma boia à deriva. Esta boia permite distinguir na água os plásticos do plâncton e outras partículas vivas, e depois mapear as áreas contaminadas graças a imagens de satélite, algo nunca feito até agora.
A expedição programada para maio de 2012 fracassou por incidentes causados inesperadamente por detritos plásticos.
Antes de deixar a Califórnia, uma bolsa de plástico bloqueou a bolsa de água da escuna de 1938 fretada por Patrick Deixonne. Em seguida, restos de uma vara de pescar de náilon romperam o timão do navio no Golfo do México.
"São problemas muito comuns nesta parte do mundo e que afetam cada vez mais os navegadores californianos", assegurou Deixonne.
Sensíveis a esta combinação plástica e aos problemas que o explorador enfrentou em 2012, o Yacht Club de Oceanside decidiu este ano se associar à expedição e pôr à sua disposição um barco potente a motor e três tripulantes.
O explorador francês Patrick Deixonne, de 48 anos, que descobriu o fenômeno em 2009.
O explorador francês Patrick Deixonne, de 48 anos, que descobriu o fenômeno em 2009.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exemplos de vegetais extintos

Araucarioxylon arizonicum


Como ler uma caixa taxonómicaAraucarioxylon arizonicum
Ocorrência: Triássico
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 Araucarioxylon arizonicum
Araucarioxylon arizonicum
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Pinophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Pinales
Família: Araucariaceae
Género: Araucarioxylon
Gothan (1912)
Nome binomial
Araucarioxylon arizonicum
Knowlton
Araucarioxylon arizonicum é uma espécie extinta de coníferas. É um fóssil encontrado no estado do Arizona. A espécie é conhecida a partir de troncos de árvores enormes encontrados na Formação Chinle no deserto badlands no norte do Arizona e Novo México, com 378,51 quilômetros quadrados (93.530 hectares), chamda Parque Nacional da Floresta Petrificada. Lá, esses troncos são abundante e têm sido usados como materiais de construção.
No período Triássico (cerca de 250 a 200 milhões de anos), Arizona era uma extensão plana tropical no noroeste do supercontinente Pangea. Lá, uma floresta cresceu em que sd A. arizonicum se erguiam a 60 metros e tinham mais de 60 centímetros de diâmetro. Fósseis freqüentemente mostram furos de insetos.
A madeira petrificada destas árvores é frequentemente chamadas de madeira do arco-íris por causa da grande variedade de cores que exibem alguns. O vermelho e amarelo são produzidos por grandes quantidades de partículas de óxido de ferro, o amaredo da limonita e o vermelho da hematita. A cor roxa vem do pó extremamente fino da hematita misturado com toda a matriz de quartzo, e não de manganês, como por vezes tem sido sugerido.
Em dezembro de 2008 O biologo W.P. Armstrong expressou dúvidas sobre a validade do nome Araucarioxylon arizonicum.[1]
Construções com madeira petrificada

Dicroidium


Como ler uma caixa taxonómicaDicroidium
Ocorrência: Triássico
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Dicroidium
Dicroidium
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Gymnospermopsida
Ordem: Pteridospermales
Família: Corystospermaceae
Género: Dicroidium
Gothan (1912)
Ordens
  • veja o texto
Dicroidium é um género extinto de samambaias Pteridospermatophyta com sementes que eram abundadntes no continete Gondwana durante o períod Triássico (251 a 200 milhões de anos). Seus fósseis são conhecidos da África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul e Antártica. Eles foram descobertos em sedimentos do Triássico da Tasmânia por Morris em 1845.[1]

Descrição

As folhas eram essencialmente como das samambaias modernas, porém eles eram bifurcada, dando a aparência de duas folhas de samambaia juntou-se na base. Parece que eram eram plantas de folha caduca. Estas plantas tinham estruturas reprodutivas masculina e feminina. Antes de se saber que pertenciam à mesma espécie, o sexo masculino eram nomeados Pteruchus e o Umkomasia estruturas do sexo feminino.[2]






Cordaitaceae


Como ler uma caixa taxonómicaCordaitaceae
Ocorrência: 359.2–199 Ma
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Cordaites lungatus
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Coniferophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Cordaitales
Família: Cordaitaceae
Gêneros
Cordaites
Cordaicarpus
Cardiocarpus
Samaropsis
Cordaitaceae é uma família extinta de coníferas primitivas.