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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Europeus desenvolveram resistência à lepra no final da Idade Média



A lepra recuou repentinamente ao final da Idade Média na Europa, aparentemente porque a população desenvolveu uma resistência ao patógeno responsável, revelou um estudo publicado esta quinta-feira nos Estados Unidos.
Na Idade Média, a lepra era uma doença muito comum: estima-se que em algumas regiões uma em cada 30 pessoas estava infectada. Mas repentinamente, na passagem do século XV a XVI, a lepra diminuiu na maior parte do continente.
Para saber porque, uma equipe de biólogos e arqueólogos conseguiu reconstituir quase por completo a partir de ossos humanos coletados de sepulturas medievais, o genoma de cinco cepas da bactéria 'Mycobacterium leprae', causadora da lepra.
Os cientistas demonstraram que as cepas antigas e modernas da lepra eram idênticas.
"A explicação da diminuição da lepra não se encontra em um agente patogênico, mas em seu hospedeiro, isto é, nas populações europeias", explicou Stewart Cole, da Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), co-autor principal desta pesquisa publicada na edição desta sexta-feira da revista Science.
Vários indícios levam a crer que, na verdade, as pessoas desenvolveram resistência ao patógeno.
Segundo estes cientistas, na Idade Média existiam todas as condições para que ocorresse um intenso processo de seleção natural.
"A lepra era, na época, tão disseminada quanto contagiosa. Os doentes eram forçados ao isolamento social e às vezes, a procriar menos", disse Cole.
Por outro lado, outros estudos identificaram causas genéticas que tornam a maioria dos europeus mais resistentes atualmente à lepra que o restante da população mundial, destacou.
Estes cientistas também encontraram na Suécia e no Reino Unido uma cepa medieval quase idêntica à entrada atualmente no Oriente Médio.
"Não temos dados para saber em que direção a epidemia se propagou. As cruzadas poderiam ter levado este patógeno para a Palestina ou vice-versa", estimaram.
Os métodos de sequenciamento desenhados para esta pesquisa poderiam ajudar a descobrir vários patógenos combinados com outros DNA, lançando nova luz sobre como as epidemias se propagam.
Esta pesquisa também deve contribuir a compreender melhor como e porque a lepra apareceu, uma doença que afeta mais de 200.000 pessoas ao ano em todo o mundo.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Achados elementos essenciais à vida em água pré-histórica

Cientistas anunciaram nesta quarta-feira a descoberta de elementos químicos essenciais à vida em um depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de anos, que agora estão sendo rastreados em busca de sinais de organismos microscópicos da era pré-histórica.
A água, isolada em bolsões subterrâneos por bilhões de anos, agora vaza de dutos de perfuração de uma mina 2,4 quilômetros no subsolo de Ontário, no Canadá, escreveram em artigo publicado na revista científica Nature.
"Esta água poderia ser das mais antigas do planeta e, inclusive, poderia conter vida", informou a equipe de estudiosos em um comunicado.
Não apenas isso, afirmaram: a similaridade entre as rochas que aprisionaram o fluido e aquelas encontradas em Marte traz à tona a esperança de que água essencial a formas de vida parecidas possa estar nas profundezas do planeta vermelho.
"As descobertas podem nos forçar a repensar quais partes do nosso planeta são adequados à vida", acrescentaram.
Cientistas britânicos e canadenses analisaram a água e descobriram que era rica em gases dissolvidos, como hidrogênio e metano, capazes de sustentar a vida microscópica não exposta ao sol por bilhões de anos, como no leito do oceano.
As rochas em volta da água datavam de cerca de 2,7 bilhões de anos atrás, "mas até agora ninguém pensou que a água pudesse ter a mesma idade", acrescentou a equipe.
Ao analisar a composição da água em laboratório, os estudiosos estimaram que tivesse pelo menos 1,5 bilhão de anos, provavelmente mais.
"Nossa descoberta é de grande interesse para os cientistas que querem compreender como os micróbios evoluem em isolamento e é central para toda a questão da origem da vida, da sustentabilidade e da vida em ambientes extremos e em outros países", disse o cientista e co-autor do estudo Chris Ballentine, da Universidade de Manchester.
Antes desta descoberta, a única outra água desta época tinha sido encontrada em minúsculas bolhas na rocha, incapaz de sustentar a vida.
A água canadense tem características semelhantes a uma água muito mais jovem, fluindo de uma mina 2,8 km no subsolo da África do Sul, que é conhecida por conter micróbios.
"Nossos colegas canadenses estão tentando descobrir se as águas (de Ontário) contêm vida", afirmou o principal autor do estudo, Greg Holland, da Universidade de Lancaster.
"Podemos ter certeza de que identificamos um caminho no qual os planetas podem criar e preservar um ambiente favorável à vida microbiana por bilhões de anos", acrescentou.
"E isto independente de quão inóspita a superfície possa ser, abrindo uma possibilidade de ambientes similares na subsuperfície de Marte", concluiu.
Cientistas anunciaram a descoberta de elementos químicos essenciais em depósito de água com pelo menos 1,5 bilhão de ano

quarta-feira, 17 de abril de 2013

'Hobbits' da Ilha de Flores teriam encolhido para sobreviver

Talvez tenha sido porque suas atividades não floresceram em sua ilha da Indonésia, há mais de 12 mil anos, que os chamados "hobbits" de Flores viraram anões, reduzindo o perfil de suas ambições para sobreviver melhor em um ambiente de recursos limitados, afirma um estudo que será publicado esta quarta-feira.
Com cerca de 1 metro de altura e 25 quilos de peso, o 'Homo floresiensis', que viveu na ilha de Flores era, ainda, dotado de uma cabeça incomumente pequena em comparação com o corpo, contendo um cérebro de tamanho similar ao de um chimpanzé.
Apelidados de "Hobbits", em alusão aos pequeninos personagens da saga "O Senhor dos Anéis", de J.R.R Tolkien, sua origem e anatomia são o cerne de uma viva controvérsia desde a descoberta de fósseis de alguns deles em 2003.
Espécie à parte ou descendente de outros hominídeos?
Segundo cientistas japoneses, que fizeram um 'scanner' tridimensional do crânio de um indivíduo, o Homem de Flores seria um puro produto da evolução local, um descendente perdido do 'Homo erectus', que teria progressivamente encolhido através das gerações para adaptar suas necessidades a recursos pouco abundantes.
Este fenômeno de "nanismo insular" já é bem conhecido entre os animais. Os hipopótamos pigmeus que viveram antigamente em Madagascar apresentavam também um cérebro 30% menor em proporção ao seu tamanho.
E graças a vestígios encontrados em uma caverna, sabe-se que o Homem de Flores caçava e comia elefantes pigmeus que certamente passaram pelo mesmo fenômeno evolutivo.
"É possível que um 'Homo erectus' de Java tenha migrado para uma ilha isolada e evoluído como 'Homo floresiensis' em razão de um nanismo insular marcado", avaliou Yousuke Kaifu, do Museu Nacional da Natureza e da Ciência de Tóquio, que publica seus trabalhos na revista britânica Proceedings of the Royal Society B.
O volume reduzido do cérebro dos "homens pequeninos", 426 centímetros cúbicos, segundo a modelagem realizada por cientistas japoneses contra 860 centímetros cúbicos do 'Homo Erectus' e cerca de 1.300 cm³ do homem moderno, seria unicamente vinculado a uma adaptação adquirida ao longo de milênios.
Os cientistas deram, ainda, outras explicações para seu nanismo exacerbado e sua cabeça pequena (microcefalia).
A primeira é que estes "hobbits" descenderiam de um hominídeo mais primitivo que o 'Homo erectus', o 'Homo habilis', que possuía um cérebro reduzido. Mas nada jamais comprovou que este primata africano tenha posto os pés na Ásia.
A microcefalia do Homem de Flores poderia também ser resultado de uma doença neurológica, o cretinismo, provocada pela falta de tiroxina (hormônio produzido pela tireoide), uma enfermidade que poderia ter sido causada por uma carência ligada a uma dieta alimentar muito pobre em iodo.
Anões talvez, mas não cretinos a ponto de não saber caçar, produzir fogo e usar utensílios de pedra para destrinchar suas presas, contra-argumentam os críticos desta teoria.
 Restos dos "hobbits" da Indonésia, 5 de novembro, 2004
Restos dos "hobbits" da Indonésia, 5 de novembro, 2004

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Achados fósseis com estranho mosaico de traços humanos e de chimpanzés

Foto do crânio de MH1, 27 de junho, 2012 
Ela andava com os joelhos juntos, tinha os calcanhares como os de um chimpanzé, mas a postura ereta de um ser humano, indícios que fazem dela evidência mais completa encontrada até hoje do ancestral mais próximo do ser humano remoto, afirmaram cientistas nesta quinta-feira.
O estranho caminhar do 'Australopithecus sediba', um hominídeo de dois milhões de anos, faria um ser humano moderno implorar por uma prótese de joelho ou de quadril, mas os cientistas se surpreenderam em como a evolução equipou a espécie para escalar árvores e caminhar.
O último estudo sobre um conjunto de ossos fósseis incomuns, encontrados na África do Sul, revelam uma criatura ancestral com braços longos e ombros primitivos como os de um símio, mas pernas que poderiam ser estendidas, mãos habilidosas e um polegar similar ao humano, capaz de agarrar com precisão.
"Uma combinação muito estranha", explicou Jeremy DeSilva, da Universidade de Boston, principal autor de um dos seis artigos publicados na revista científica Science e que descrevem o mais completo conjunto de ossos já encontrado de um hominídeo antigo.
Segundo especialistas, as recentes descobertas fazem distinções a respeito de Lucy, a fêmea de um hominídeo descoberta em 1974 e cuja espécie, 'Australopithecus afarensis' vagou pelo leste da África 3,2 milhões de anos atrás.
"O que estes artigos sugerem é que 'sediba' provavelmente não veio da espécie leste-africana da qual Lucy se originou", afirmou Lee Berger, que em 2008 descobriu o sítio fóssil de Malapa, ao norte da de Johannesburgo, onde escavações ainda são realizadas.
O 'Australopithecus sediba' caminhava de um jeito nunca visto pelos pesquisadores; tinha uma caixa torácica e uma coluna vertebral que é "muito similar à dos símios na parte de cima e muito similar às dos humanos na parte de baixo", afirmou Berger, professor da Universidade sul-africana de Witwatersrand.
Os ossos de cinco indivíduos forneceram alguns dados inéditos: a primeira patela já encontrada, o membro superior mais bem conservado e um conjunto completo de pé, perna e coxa de uma fêmea adulta, que permitiram decodificar a forma como caminhava.
DeSilva explicou que a fêmea adulta de 'Australopithecus sediba' era hiperpronada, o que significa que seus pés se inclinavam para dentro em contato com o solo.
Sem uma base calcânea forte como a dos humanos, ela pisava com a parte externa do pé, fazendo seus ossos da canela, do joelho e da coxa girarem para dentro, enquanto ela caminhava a passos largos.
Soa doloroso? Para nós, talvez. Mas talvez não para esta fêmea, chamada pelos cientistas de MH2.
"Eles têm a anatomia que lhes permite fazer isto e fazê-lo bem", explicou DeSilva à AFP.
A patela tem uma grande saliência que a mantém no lugar e, provavelmente, ajudou MH2 e seus companheiros a sobreviverem em um mundo perigoso.
Especialistas acreditam que as criaturas estão bem preservadas por terem morrido após caírem em um cavidade que leva água da superfície para o subsolo. Até agora, eles escavaram restos de uma fêmea adulta, de um jovem adulto, de um bebê, de uma criança pequena e de outro adulto.
"Este pode ter sido muito bem um grupo familiar", afirmou DeSilva. "Eu nunca tinha visto fósseis tão bem preservados. É irreal. Eles são assombrosos", acrescentou.
Artigos detalhando as mãos e os dentes do 'Australopithecus sediba' já foram publicados e demonstraram que eles tinham uma dieta de frutas, folhas e cascas de árvores.
Outros estudos na edição atual da Science oferecem um olhar mais detalhado sobre suas mandíbulas, dentes, caixa torácica, parte superior dos braços e espinha.
O trabalho faz parte de um projeto em andamento, conduzido por um grupo internacional de cientistas, do Instituto de Estudos Evolutivos da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, e outras 15 instituições ao redor do mundo.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Exemplos de vegetais extintos

Araucarioxylon arizonicum


Como ler uma caixa taxonómicaAraucarioxylon arizonicum
Ocorrência: Triássico
O
S
D
C
P
T
J
K
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 Araucarioxylon arizonicum
Araucarioxylon arizonicum
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Pinophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Pinales
Família: Araucariaceae
Género: Araucarioxylon
Gothan (1912)
Nome binomial
Araucarioxylon arizonicum
Knowlton
Araucarioxylon arizonicum é uma espécie extinta de coníferas. É um fóssil encontrado no estado do Arizona. A espécie é conhecida a partir de troncos de árvores enormes encontrados na Formação Chinle no deserto badlands no norte do Arizona e Novo México, com 378,51 quilômetros quadrados (93.530 hectares), chamda Parque Nacional da Floresta Petrificada. Lá, esses troncos são abundante e têm sido usados como materiais de construção.
No período Triássico (cerca de 250 a 200 milhões de anos), Arizona era uma extensão plana tropical no noroeste do supercontinente Pangea. Lá, uma floresta cresceu em que sd A. arizonicum se erguiam a 60 metros e tinham mais de 60 centímetros de diâmetro. Fósseis freqüentemente mostram furos de insetos.
A madeira petrificada destas árvores é frequentemente chamadas de madeira do arco-íris por causa da grande variedade de cores que exibem alguns. O vermelho e amarelo são produzidos por grandes quantidades de partículas de óxido de ferro, o amaredo da limonita e o vermelho da hematita. A cor roxa vem do pó extremamente fino da hematita misturado com toda a matriz de quartzo, e não de manganês, como por vezes tem sido sugerido.
Em dezembro de 2008 O biologo W.P. Armstrong expressou dúvidas sobre a validade do nome Araucarioxylon arizonicum.[1]
Construções com madeira petrificada

Dicroidium


Como ler uma caixa taxonómicaDicroidium
Ocorrência: Triássico
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Dicroidium
Dicroidium
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Gymnospermopsida
Ordem: Pteridospermales
Família: Corystospermaceae
Género: Dicroidium
Gothan (1912)
Ordens
  • veja o texto
Dicroidium é um género extinto de samambaias Pteridospermatophyta com sementes que eram abundadntes no continete Gondwana durante o períod Triássico (251 a 200 milhões de anos). Seus fósseis são conhecidos da África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, América do Sul e Antártica. Eles foram descobertos em sedimentos do Triássico da Tasmânia por Morris em 1845.[1]

Descrição

As folhas eram essencialmente como das samambaias modernas, porém eles eram bifurcada, dando a aparência de duas folhas de samambaia juntou-se na base. Parece que eram eram plantas de folha caduca. Estas plantas tinham estruturas reprodutivas masculina e feminina. Antes de se saber que pertenciam à mesma espécie, o sexo masculino eram nomeados Pteruchus e o Umkomasia estruturas do sexo feminino.[2]






Cordaitaceae


Como ler uma caixa taxonómicaCordaitaceae
Ocorrência: 359.2–199 Ma
O
S
D
C
P
T
J
K
N
Cordaites lungatus
Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Coniferophyta
Classe: Pinopsida
Ordem: Cordaitales
Família: Cordaitaceae
Gêneros
Cordaites
Cordaicarpus
Cardiocarpus
Samaropsis
Cordaitaceae é uma família extinta de coníferas primitivas.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

sábado, 6 de abril de 2013

Aquário de Tóquio exibe peixe com sangue transparente, único no mundo

O aquário de Tóquio apresentou um peixe com sangue totalmente transparente, uma criatura única no mundo procedente das profundezas do Oceano Antártico.
"Este peixe é o único animal vertebrado conhecido com sangue transparente. Seu sangue é transparente porque não tem hemoglobina, que dá a coloração vermelha ao sangue e transporta oxigênio" pelo corpo, explicou à AFP Satoshi Tada, funcionário do aquário de Tóquio.
O aquário da capital japonesa diz ser o único a ter exemplares deste peixe sem escamas, encontrado por pescadores. "Felizmente temos um macho e uma fêmea e em janeiro, cruzaram", disse Tada.
Segundo os pesquisadores, estre peixe, que vive a mil metros de profundidade, pode sobreviver sem hemoglobina graças ao tamanho do seu coração e usa seu plasma sanguíneo para fazer circular oxigênio pelo corpo.
Pelo que parece, ele absorve o oxigênio através da pele, mas ainda resta um mistério a resolver: "por que perdeu hemoglobina? Faltarão estudos e pesquisas para elucidar este ponto", disse Tada.

O peixe com sangue transparente, capturado no oceano Antártico

quarta-feira, 27 de março de 2013

Descoberto no Peru fóssil de ave gigante que viveu há 35 milhões de anos

Paleontólogos peruanos descobriram na região de Ica (sul) os restos fossilizados de uma ave de grandes proporções com vestígios de pele com 35 milhões de anos, disse à AFP um dos especialistas.
"Encontramos os restos fósseis de uma ave gigante de 25 milhões de anos no deserto de Ica", disse à AFP Klaus Hönninger, que chefiou uma expedição que chegou até o local da descoberta.
Hönninger afirmou que os restos da ave de 1,8 metro de altura podiam pertencer a um pelicano gigante que viveu durante o Período do Oligoceno, que começou há 40 milhões de anos e terminou há 23 milhões de anos.
"O fóssil conserva claramente os restos de pele, é uma descoberta sensacional porque não se tem documentação alguma de algo similar em nenhuma parte do mundo", informou o estudioso.
A descoberta foi feita em 6 de março no deserto costeiro do departamento (estado) de Ica, local onde se situa um cemitério de baleias, tubarões e pinguins fossilizados.
Em janeiro, o rali Dakar 2013 percorreu essa região desértica, causando grande mal-estar entre os cientistas peruanos por danos aos vestígios fossilizados provocados na corrida de 2012.
O Museu Meyer Hönniger reúne paleontólogos peruanos e estrangeiros que conseguiram documentar no deserto de Ica fósseis de baleias, golfinhos, tubarões de grandes proporções e outros vestígios de vida marinha.

Descobertos restos de mastodonte e cavalo gigante em El Salvador

Partes do crânio de um cavalo gigante, além de vértebras e o fêmur de um mastodonte foram desenterrados das margens de um rio nos arredores da cidade de Apopa, no norte de San Salvador, constatou um jornalista da AFP.
"Desenterramos os restos do que era um cavalo gigante e agora terminamos de desenterrar um fêmur, vértebras e outros ossos de um mastodonte que habitou há muitíssimos anos nesta região", disse à AFP o paleontologista Daniel Aguilar, do Museu de História Natural (MUHNA).
Os ossos foram extraídos de uma parede de terra às margens do rio Acelhuate, na região norte de Apopa, cidade situada 12 km ao norte da capital salvadorenha.
Há quase um mês, especialistas do MUHNA, com colaboração de pessoal da prefeitura local, trabalham desenterrando os restos fósseis.
Para retirar os ossos, "tiveram aplicada uma camada de algodão e gesso para protegê-los", explicou à AFP a diretora do MUHNA, Eunice Echeverría, ao destacar que os restos fósseis foram enviados a um laboratório para estudos detalhados.
"Apopa e outras áreas próximas são lugares onde se tem podido estabelecer que era como um hábitat de muitas espécies animais, pois era uma região como de pântano, com muita água e vegetação e por isso acreditamos que muitos morreram aqui e agora estamos encontrando estes restos", disse Aguilar.
O prefeito de Apopa, Elías Hernández, afirmou que a cidade "quer explorar" as descobertas paleontológicas como atração de turismo científico.

Ovo de "pássaro elefante" será leiloado em Londres


Estado de Minas
Publicação: 27/03/2013 14:57 Atualização: 27/03/2013 15:16
Ovo do 'pássaro elefante' é cem vezes maior que o ovo de galinha (AFP PHOTO / JUSTIN TALLIS )
Ovo do "pássaro elefante" é cem vezes maior que o ovo de galinha

A loja de leilões Chistie's, uma das mais famosas do mundo, vai leiloar um raro ovo de "pássaro elefante", animal extinto ainda no século 17. O ovo tem aproximadamente 400 anos e com 30 centímetros de altura por 21 de diâmetro é cem vezes maior que um ovo de galinha comum.
Fóssil de um pássaro elefante ao lado de um ovo (Monnier / Wikipédia)
Fóssil de um pássaro elefante ao lado de um ovo

A empresa espera vender a raridade por mais de 90 mil reais. Os "pássaros elefante" eram encontrados em Madagascar e mediam até 3 metros de altura, pesando mais de 400 quilos. O ovo se encontra subfossilizado e pesa Acredita-se que a extinção da espécie esteja ligada a ação do homem.

O leilão será realizado em Londres no dia 24 de abril, no mesmo dia também será leiloado um osso de dodô, outra ave extinta, com estimativa de venda em mais de 30 mil reais.

terça-feira, 19 de março de 2013

O SOM DO TROVÃO



DEPOIS DE ASSISTIR O FILME FAÇA O RELATÓRIO
ELE DEVE SER ENTREGUE NA SEGUNDA-FEIRA.

APROVEITE TAMBÉM PARA PENSAR SOBRE AS NOSSAS AÇÕES E....
O QUE PODE LEVAR UMA ESPÉCIE A EXTINSÃO?????

segunda-feira, 18 de março de 2013

ATIVIDADE SOBRE O FILME: O SOM DO TROVÃO




Responder as atividades de 1 a 11 no caderno.
As atividades 12 e 13 deverão ser entregues a
professora após apresentação das mesmas em sala de aula.
A atividade poderá ser feita em dupla ou individual.



ATIVIDADE SOBRE O FILME: O SOM DO TROVÃO

1- Charles Hanton usou a tecnologia para ganhar dinheiro através do safári do tempo. Como era esse safári?

2- Por que o Dr. Travis, o responsável pelo projeto, se sujeitava a trabalhar na empresa?

3- O que Dra. Sonia pretendia ao invadir a festa e esparramar tinta vermelha em todos?

4- Quais eram as regras para se fazer a viagem no tempo?

5- Por que a morte do dinossauro pelos caçadores não influenciava o futuro?

6- O que deu errado na segunda viagem?

7- O que as ondas temporais provocavam?

8- Dr. Travis e Dra. Sonia pretendiam consertar o caos em que se transformou o planeta. Como eles conseguiram reverter a situação?

9- Explique o título do filme.

10- O que você aprendeu com a história do filme?

11- Escreva outro título para o filme.

12- No filme vemos a grande influência que o homem pode ter perante a natureza. Ele é o único ser que não se adapta ao ambiente para viver, e sim, adapta o ambiente em que vai ficar para que possa “viver melhor”. Será que isso é correto? Vale tudo em favor do conforto, ou até mesmo do suposto progresso? Baseando-se nisso, faça uma declaração de amor para a natureza em forma de dissertação, com no mínimo 15 linhas e máximo 20, seguindo uma das duas temáticas apresentadas:

            1.“Até que ponto vale a pena modificar a natureza?”
            2.“Como posso modificar positivamente a natureza em que vivo?”

13- Faça um desenho criando UMA NOVA ESPÉCIE DE SER HUMANO.
Imaginem que o homem sofreu uma mutação e evoluiu. Agora ele está adaptado ao ambiente que também foi modificado com o passar de milhões de anos.
Descreva o ambiente em que está vivendo agora.
Descreva as mutações ocorridas e identifique as suas origens.
A nova espécie criada por você deve conter 10 mutações originadas de diferentes seres vivos.


LEMBRETE:

- O desenho deve ser feito em folha de ofício branca e deve ser contornado de preto.
- Faça um bonito colorido.

- Identifique seu trabalho: nome, nº de chamada, sala, professora, escola e data.
- Não se esqueça da capa e da margem.

- Prepare-se para apresentar seu desenho a turma.