quarta-feira, 22 de maio de 2013

Trinta anos após a descoberta da Aids, cientistas falam de erradicação

Trinta anos depois da identificação do vírus HIV por uma equipe do Instituto Pasteur, de Paris, os grandes nomes das pesquisas sobre a Aids, reunidos a partir desta terça-feira em um colóquio internacional, abordam abertamente a questão da futura erradicação da doença.
O tema deste simpósio, co-organizado pelo Instituto Pasteur, não é contar a história da descoberta do vírus pela equipe chefiada pelo doutor Luc Montagnier, mas detalhar os desafios no futuro: vacinas, tratamentos precoces, compreensão dos casos de remissão de longo prazo, etc..
"Talvez sejamos um pouco loucos, mas esperamos ter uma vacina preventiva dentro de três, quatro, cinco, seis ou sete anos", declarou à AFP o cientista americano Robert Gallo, especialista em virologia que confirmou em 1984 a descoberta feita pelo professor Montagnier.
"Nós fizemos enormes avanços a respeito dos anticorpos que atacam as proteínas do invólucro externo do vírus (...). Nós realmente fizemos um avanço neste campo que renova as esperanças", explicou.
No entanto, as pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina se revelaram até o momento frustrantes.
"Temos esbarrado e continuamos a esbarrar em muitas dificuldades científicas mas, historicamente, a obstinação e a inovação científica compensam", afirmou o respeitado virologista americano Anthony Fauci.
"Nós continuamos a fazer avanços sobre o conhecimento dos anticorpos capazes de neutralizar o HIV e seu potencial para o desenvolvimento de uma vacina", destacou o doutor Fauci, que chefia o Instituto Nacional de Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, uma referência na luta contra a Aids.
Co-descobridor do HIV em 1983, a virologista francesa Françoise Barré-Sinoussi, do Instituto Pasteur, admite os "muitos revezes" nas pesquisas sobre as vacinas, mas afirma que eles permitem aprender.
"Lanterna"Um outro eixo de pesquisa se articula em torno dos casos raros de "remissões persistentes à suspensão do tratamento", informou, em alusão aos casos de 14 pacientes descritos no estudo francês Visconti, que mais de sete anos após a suspensão de qualquer tratamento com antirretrovirais conseguem "controlar sua infecção".
Jean-François Delfraissy, diretor da Agência Nacional de Pesquisa sobre a Aids da França (ANRS) considerou por sua vez que "o divisor de águas para a erradicação" do vírus da Aids "é agora".
"As grandes agências de pesquisa (...) estão no topo e têm as primeiras pistas, em particular na França" com os casos "um pouco excepcionais" destes pacientes "tratados muito cedo" após a infecção e que atualmente conseguem viver sem o tratamento, comentou em declarações à France Info.
"Nós estamos em um tipo de remissão da doença viral como falamos da remissão do câncer. É uma lanterna que nos ilumina para saber aonde ir em termos de pesquisa", explicou.
O colóquio "30 anos de ciência do HIV, imagine o futuro", realizado no Instituto Pasteur de Paris, vai dedicar uma sessão às diferentes linhas de pesquisa para "controlar e tratar o HIV", enquanto até agora os tratamentos com antirretrovirais permitem baixar a carga viral até deixar o vírus quase indetectável, sem se livrar dele.
Há um outro projeto de pesquisa, também promissor e sem dúvida mais imediato, para simplificar, aliviar os tratamentos e reduzir os efeitos colaterais, sobretudo com moléculas de ação prolongada, com as quais uma única dose por semana seria suficiente para o tratamento da infecção.
Por fim, vários estudos estão em curso sobre as classes de medicamentos totalmente diferentes dos antirretrovirais, "que se aproximam dos anticancerígenos" e que atacam os invólucros dos vírus, afirmou Delfraissy à AFP.

REMISSÃO: Ação de remediar ou abrandar, temporariamente, os sintomas de uma doença.
COLÓQUIO: Colóquio é um espaço de conversação despojado das formalidades de outros eventos como seminários e simpósios.

Avião solar decola de Phoenix para continuar travessia pelos EUA

O primeiro avião solar do mundo, Solar Impulse, decolou com sucesso, na manhã desta quarta-feira, para iniciar a segunda etapa de sua travessia pelos Estados Unidos. O destino é Dallas, no Texas, anunciaram os coordenadores do projeto.
A aeronave de apenas um lugar, impulsionada por quatro motores elétricos alimentados por energia solar, deve chegar a Dallas na próxima quinta-feira, às seis da manhã no horário local, depois de 18 horas de voo sem escalas.
O suíço André Borschlberg é o comandante do avião, que pesa 1.600 quilos de fibra de carbono e tem uma envergadura de 63,4 metros, equivalente a um Boeing 747.
O avião completou sua primeira etapa, de São Francisco a Phoenix, em 3 de maio, depois de um voo de 19 horas sem incidentes.
A travessia dos Estados Unidos será realizada em cinco etapas por razões de segurança, explicaram os dois pilotos suíços que criaram o projeto, Bertrand Piccard e André Borschberg.
Depois de Dallas, a aeronave solar voará para St. Louis, no Missouri. No meio de junho, sairá de lá para o aeroporto de Dulles, perto da capital (Washington), e em julho segue em direção ao aeroporto Kennedy, em Nova York, seu destino final. É possível acompanhar o voo através da página do projeto na internet (live.solarimpulse.com).
(Arquivo) Solar Impulse

Maquetes - Sala 09 (continuação)


























terça-feira, 21 de maio de 2013

Visita ao zoo

Hoje os alunos das salas 09, 14, 15 e 16 visitaram o Zoológico de Belo Horizonte.

Muito pouco tempo, né moçada!









                                                  
Olha que exemplo legal de rizóforo! 
Um tipo de caule que possui gravitropismo positivo, ou seja, 
                            desenvolve-se em direção ao solo.                                            
                                                

O hipopótamo tem o tórax muito desenvolvido e uma camada grossa de gordura, que permite a flutuação. Pode mergulhar por mais de 5 minutos. Em sua pele existem numerosas glândulas que segregamum líquido vermelho, viscoso, semelhante ao sangue. Essa secreção lhe permite ficar ao sol por um longo período, sem que sua pele resseque.

As Serpentes não enxergam bem, e utilizam receptores nas suas línguas e sensores de calor ao longo da mandíbula. As python são carnívoros, sobrevivendo basicamente de pequenos mamíferos e aves, matam por constrição, agarrando a sua presa com sua serrilha afiada que serve para segurar sua presa e não perfurar, enrolando seu corpo em torno do animal e apertam até sufocar,a boca se dilata de tal forma que conseguem engolir o alimento inteiro e até com o triplo do tamanho de sua cabeça.


Os elefantes são animais herbívoros, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 70 a 150 kg de alimentos por dia. As fêmeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades. O período de gestação das fêmeas é longo (20 a 22 meses), assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com 90 kg. Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos bandos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fêmeas apenas no período reprodutivo.
Devido ao seu porte, os elefantes têm poucos predadores. Exercem uma forte influência sobre as savanas, pois mantêm árvores e arbustos sob controle, permitindo que pastagens dominem o ambiente. Eles vivem cerca de 60 anos e morrem quando seus molares caem, impedindo que se alimentem de plantas.
Os elefantes-africanos são maiores que as variedades asiáticas e têm orelhas mais desenvolvidas, uma adaptação que permite libertar calor em condições de altas temperaturas. Outra diferença importante é a ausência de presas de marfim nos elefantes asiáticos.
Durante a época de acasalamento, o aumento da produção de testosterona deixa os elefantes extremamente agressivos, fazendo-os atacar até humanos. Acidentes com elefantes utilizados em rituais geralmente são causados por esse motivo. Cerca de 400 humanos são mortos por elefantes a cada ano.


O termo girafa é a designação dada a mamíferos artiodátilos, ruminantes, do gênero Giraffa, da família dos girafídeos, no qual consta uma única espécie, a Giraffa camelopardalis. 
São ungulados com número par de dedos .
Alimentam-se de folhagem decídua, durante a época das chuvas (entre os meses de novembro e maio, quando o alimento é mais abundante) ou de espécies de folha perene, na estação da seca. Pequenos rebentos ou brotos e arbustos de acácias e mimosas também são apreciados. As girafas são adaptadas para explorar uma banda de vegetação localizada acima de 3 metros de altura, fora do alcance de todos os outros herbívoros. À exceção dos elefantes, as girafas exploram um nicho ecológico muito restrito e deste modo não têm competidores pelos escassos recursos da savana. Tem só um filhote, que já nasce com 2 metros de altura.

Esses grandes felinos vivem em bandos de 5 a 40 indivíduos, sendo os únicos felinos de hábitos gregários. Em um bando, há divisão de tarefas: as fêmeas são encarregadas da caça e do cuidado dos filhotes, enquanto o macho é responsável pela demarcação do território e pela defesa do grupo de animais maiores ou mais numerosos (contra eventuais ataques de hienas, búfalos, elefantes e outros leões machos).

Confiram agora as outras imagens!!!!




































































































































NO ÔNIBUS...