quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Ciclo do nitrogênio

Ciclo do carbono


Para que aprender Ciências?

É isso mesmo queridos alunos, para que aprender Ciências? O que vocês vão fazer com esse conhecimento?
Sabemos que :
  • Nos vivemos Ciências 24:00, afinal somos seres vivos necessitamos de alimento, nascemos, crescemos , nos desenvolvemos , reproduzimos e morremos .
  • Precisamos ter conhecimento sobre a natureza, como ela se comporta e como a vida se processa, afinal vocês necessitam se posicionar com fundamentos a cerca de algumas questões que hoje dominam o mundo como: aquecimento global, descontrole do clima, células tronco, clonagem,lixo urbano, desmatamento ...
  • Também é necessário ter conhecimento sobre o corpo, como ele funciona de que forma podemos cuidar para termos um melhor funcionamento das nossa células.
A partir do momento que temos conhecimento da Ciência e de como ela está presente no nosso dia a dia, compreendemos que precisamos colaborar para a compreensão do mundo e suas transformações ,e de como é necessário nos transformarmos em indivíduos participativos e tomar consciência de que somos parte integrante do universo. 

A serpente troca de pele?

Quando vamos à praia, ou "pegamos" muito sol no clube, no parque... o que acontece com a nossa pele? Começa a "descascar", não é mesmo? Isso não significa que nossa pele inteira está saindo, apenas uma pequena cobertura da pele  é removida.
As serpentes também possuem uma camada da pele assim. De vez em quando as células da superfície da pele morrem e uma nova camada de células mais ativas se forma. A parte antiga, que possui muita queratina, se solta de uma vez só. Algumas vezes é possível observar essa parte superficial se soltando inteirinha, desde a cabeça até a cauda, como se fosse uma luva.
Esse evento pode acontecer até cinco vezes por ano, mas isso depende da espécie, da idade, da saúde do animal, da temperatura e quantidade de água no ambiente.
Mas não se esqueça! Não é a pele inteira que é trocada! As cobras estão apenas "descascando", assim como acontece com você no verão!

Lixões?


Mesmo com data para acabar, lixões subsistem no Brasil

Mais da metade dos municípios brasileiros não impõe a destinação adequada ao lixo. Assim, cerca de 75 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU) são encaminhadas para lixões ou aterros controlados todo dia. “Isso se deve a uma cultura extremamente arraigada de ‘jogar o lixo nas costas das cidades’, ou seja, de não ter gastos com a destinação dos resíduos urbanos”, salienta Elisabeth Grimberg, socióloga que coordena a área de Resíduos Sólidos do Instituto Pólis e o Fórum Lixo e Cidadania da Cidade de São Paulo.
O Nordeste possui 57% dos lixões, sendo que o Estado da Bahia apresenta o maior número de municípios (360), seguido pelo Piauí (218). Já a região Sudeste concentra 60% dos aterros controlados. Para Carlos Silva Filho, diretor executivo da Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), a grande quantidade de lixões e aterros controlados se deve à permissividade que se teve até hoje com as unidades de disposição inadequada. “A sociedade agora tem tentado se mobilizar e cumprir o seu papel, e precisa exigir dos administradores públicos sistemas adequados para destinação dos resíduos”, acredita Silva Filho.

França testa com sucesso tecnologia para tratar lixo radioativo

Uma tecnologia alternativa para o tratamento dos rejeitos radioativos utilizando plasma foi testada com sucesso em um laboratório francês em Landes (sudoeste), anunciou nesta quinta-feira a gigante espanhola da energia Iberdrola e sua parceira belga Belgoprocess.

Esta tecnologia, destinada aos rejeitos com nível de radioatividade baixa e média, "permite reduzir de forma importante o volume dos rejeitos após submetê-los a temperaturas que alcançam os 5 mil °C", explicaram as companhias em um comunicado.



Submetidas a estas temperaturas extremas do plasma (estado da matéria no qual elétrons se "separam" dos núcleos atômicos - o Sol é composto por plasma), os rejeitos radioativos são liquefeitos e depois vitrificados antes de serem resfriados, o que permite reduzir "em até 80 vezes" seu volume, acrescentaram a Belgoprocess e a Iberdrola Ingenieria, uma filial da companhia espanhola de energia.
Os resíduos radioativos são, em seguida, colocados em unidades de estocagem e cimentados. Os últimos testes foram realizados durante dois dias em uma instalação da sociedade francesa Europlasma Inertam em Morcenx (Landes).

A unidade de tratamento será transferida à usina nuclear de Kozloduy, no noroeste da Bulgária, perto da fronteira romena, explorada pela empresa pública búlgara BEH EAD. "Ela será montada em setembro antes de ser colocada em funcionamento, o que está previsto para daqui a dois anos", indicou a Iberdrola.

Mesmo que os volumes não sejam consideráveis, a periculosidade dos resíduos radioativos representam altos custos de estocagem e sepultamento. Reduzir os volumes permitiria limitar essa conta.

Segundo o Comissariado de Energia Atômica e Energias Alternativas (CEA) francês, os processos de tratamento com o plasma já foram estudados (a CEA desenvolveu um procedimento denominado Shiva), e a técnica foi empregada industrialmente em um local da sociedade Zwilag em Würenlingen, no norte da Suíça.

França suspende proibição de cultivar milho transgênico da Monsanto


Plantação de milho em Godewaersvelde, FrançaO Conselho de Estado da França, máxima jurisdição administrativa do país, suspendeu nesta quinta-feira a proibição de cultivar o milho transgênico MON810 da empresa americana Monsanto, embora o governo tenha destacado que não deu a última palavra sobre o tema.
A proibição deste tipo de cultivo na França já havia sido suspensa em 2011 pela justiça diante da ausência de argumentos jurídicos. Em 2012, no entanto, foi decidida uma nova moratória sobre a questão.
Segundo se conclui "da jurisprudência da Corte de Justiça da União Europeia", tal medida "não pode ser tomada por um Estado-membro mais que caso de urgência e na presença de uma situação suscetível de apresentar um risco importante que ponha em risco de forma manifesta a saúde humana, a saúde animal ou o meio ambiente", informou o Conselho de Estado em um comunicado.
A decisão do Conselho de Estado é muito similar à que já tinha sido tomada em 2011, quando suspendeu a proibição de cultivar de 2008.
Depois de conhecida esta decisão, por não ser conforme ao direito europeu, os ministros socialistas da Agricultura e da Ecologia, Stéphane Le Foll e Philippe Martin, lembraram "o compromisso do governo (de) manter a moratória sobre o cultivo de sementes transgênicas".
Para os ministros, tem grande importância a prevenção "dos riscos ambientais e econômicos para os outros cultivos e a apicultura" e "pediram a seus serviços trabalhar sobre novas pistas para criar um marco regulatório adaptado". Também prometeram uma decisão "antes dos próximos plantios, que ocorrerão entre abril e junho de 2014".
O milho MON810 da Monsanto é o único transgênico cultivado na Europa.
A França, como outros países europeus (Áustria, Hungria, Grécia, Romênia, Bulgária, Luxemburgo), proíbe desde 2008 o cultivo do MON810 em seu território. No entanto, importa produtos geneticamente modificados para a alimentação animal ou a indústria agroalimentícia.
Em 2011, depois de uma decisão da Corte de Justiça europeia, o Conselho de Estado francês levantou a suspensão do cultivo aplicado ao MON810.
Racha entre pró e anti-OGMAntes de divulgada a decisão, Stéphane Le Foll já declarou à emissora de rádio Europe 1 que "o Conselho de Estado não é quem decide, não é quem diz se se pode proibir ou não os transgênicos, só se apoia na base jurídica para dizer se é válida ou não".
A decisão do Conselho de Estado reativou a guerra entre os pró e os contra organismos geneticamente modificados em torno de um tema muito sensível na França.
O partido Europa Ecologia Os Verdes (EELV, membro da coalizão governamental) mostrou-se "consternado e escandalizado com esta decisão".
"Ocorre menos de duas semanas depois de a Monsanto ter anunciado que retiraria todos os pedidos de homologações (em curso) de novos cultivos transgênicos na União Europeia", informou o partido ecologista.
A Monsanto apresentou meia dúzia de petições de autorização de cultivo para outros transgênicos, principalmente sementes de milho e soja, mas finalmente retirou estas demandas devido à crescente oposição da opinião pública.
Atualmente, o milho MON810 da Monsanto é o único transgênico cultivado na Europa. A BASF renunciou cultivar na Europa sua batata Amflora.
Diante de uma vitória que ameaça durar pouco tempo, os defensores dos transgênicos na França consideraram "desejável que se instaure um diálogo sobre as tecnologias de progresso.